O Rio Grande do Norte está entre os cinco estados do país com piores índices de mortalidade perinatal – quando a morte ocorre até o sexto dia de vida do bebê. A taxa é de 28 mortes para cada 1.000 nascidos vivos. Outro indicador preocupante é o da mortalidade materna perinatal: no RN a taxa é de 54 por 100 mil mulheres em idade fértil. E chega a 77 por 100 mil, quando se considera as mortes em todo o período neonatal - até o 28º dia de vida da criança.
Ela apresentou quadro de pressão alta. Sozinho no plantão, o obstetra não se responsabilizou pelo parto natural por não ter retaguarda cirúrgica. A unidade tem apenas seis obstetras, número insuficiente, segundo a diretora da unidade, Cláudia Augusta Moreira de Brito, para completar a escala. “Temos um obstetra no plantão de 24h. Fica impossível cobrir tudo, dar assistência aos partos normais e realizar cesáreas”, diz ela. Até meados de março o centro cirúrgico estava interditado, por problemas estruturais. Os reparos foram feitos, mas a sala cirúrgica ainda não funciona plenamente. E não apenas por falta de profissionais.
Quando é possível fazer cirurgia, falta material. Até semana passada, os cirurgiões traziam fios cirúrgicos ‘doados’ por unidades onde trabalham, na Paraíba. Já os ultrassonografistas utilizam seus próprios equipamentos portáteis de ultrasson para realizar os exames. No primeiro trimestre, a unidade realizou 45 partos. Mas, nos dois primeiros meses do ano, encaminhou para a Maternidade Divino Amor, 32 pacientes.
Fonte: Tribuna do Norte
Hospital funciona com material doado
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Pois,é uma vergonha com tanto dinheiro chegando para a saúde,e nada sendo feito...pois os filhos dos "ricos" tem plano de saúde até mesmo enfermeira em casa...
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