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MORTES POR COVID-19 CHEGAM AO MENOR NÍVEL DESDE MAIO, DIZ FIOCRUZ

 

Foto: Washington Alves/Reuters

O Brasil registrou 461,14 mortes diárias por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias. Segundo os dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), esse é o menor patamar de óbitos diários desde 6 de maio, quando ocorreu uma média de 437,57 mortes pela doença.

Os dados divulgados ontem (24) também mostram que houve quedas de 6,5% no número de mortes em relação à média móvel de sete dias registrada uma semana antes (493,43) e de 33,4% na comparação com os óbitos de um mês antes (692,43).

O pico de mortes por covid-19 no país (1.094,14) foi atingido no dia 25 de julho.

Casos

A média móvel de sete dias de novos casos ficou em 22.483,14 ontem (24). Nesse tipo de análise, no entanto, houve alta de 11% em relação aos casos da semana anterior. Na comparação com o mês anterior, foi observada uma queda de 22,1%.

O pico de casos diários (47.514,57) foi registrado em 28 de julho.

Estados

Doze unidades da federação tiveram queda na média de mortes em relação à semana anterior. Entre os maiores recuos estão Rondônia (-47,9%), Ceará (-44,6%) e Distrito Federal (-33,8%). Dez estados tiveram aumento na média de óbitos, com destaque para locais como Pará (95,4%), Amapá (66,3%) e Acre (40,8%).

Os estados com maior média de mortes ontem foram São Paulo (104,86), Rio de Janeiro (65,14) e Minas Gerais (46,71). Santa Catarina manteve o número de mortes entre uma semana e outra. Roraima, Tocantis e Mato Grosso do Sul não tiveram seus dados divulgados.

MORTES POR COVID-19 CHEGAM AO MENOR NÍVEL DESDE MAIO, DIZ FIOCRUZ MORTES POR COVID-19 CHEGAM AO MENOR NÍVEL DESDE MAIO, DIZ FIOCRUZ Reviewed by Canguaretama De Fato on 25.10.20 Rating: 5

SOMENTE 10% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA FEZ TESTE PARA COVID-19, DIZ IBGE

 Foto: Raquel Portugal/Fiocruz

Ao menos 21,9 milhões de pessoas fizeram algum teste de diagnóstico de Covid-19 até setembro deste ano. Isso equivale a 10,4% da população do país. Os dados são da edição mensal da PNAD COVID19, divulgada nesta sexta-feira (23) pelo IBGE,

Entre o total de pessoas que realizaram algum exame, 4,8 milhões testaram positivo – o equvalente a 22,1%.

O Distrito Federal foi a unidade federativa com maior percentual de testes realizados, com 22.2%. A região é seguida pelos estados do Piauí (17%) e Goiás (16%). Já Pernambuco (6,8%), Acre (6,9%) e Minas Gerais (7,8%) se destacaram negativamente, entre as unidades com menor percentual.

Os dados mostram uma desigualdade considerável entre pessoas com e sem educação. Entre os brasileiros sem instrução ao fundamental incompleto, 5,5% realizaram testes de diagnóstico do vírus, enquanto entre aqueles com ensino superior completo ou pós-graduação, o número salta para 21,5%.

O porcentual também é maior no grupo de indivíduos com maior rendimento domiciliar per capita, chegando a 25,1% para aqueles na faixa de quatro ou mais salários mínimos. No mesmo período destacado, apenas 5,9% que se encontra na faixa de menos de meio salário mínimo fizeram ao menos algum teste.

Em relação às faixas etárias, pessoas com 30 a 59 anos de idade foram as mais testadas, 14,3%, seguidas pelos grupos de 20 a 29 anos (12,1%) e de 60 anos ou mais de idade (9,2%).

 

 

 

#Fonte: CNN Brasil

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Dispensado pela Globo após 44 anos de Trabalho, Antonio Fagundes Critica Emissora por Onda de Demissões: ‘Arriscando sua história’

FOTO: Reprodução/TV Globo

Dispensado pela Globo após 44 anos de trabalho, Antonio Fagundes criticou a emissora pela onda de demissões que vem promovendo há alguns anos. “A Globo está se desfazendo de seu patrimônio e arriscando sua história”, declarou o veterano de 71 anos. Apesar de não ter tido seu contrato renovado, o ator é cotado para o remake de Pantanal.

Em entrevista à revista Veja, Fagundes disse que a estratégia para cortar gastos é um tiro no escuro. “Comparando, é como se um museu que durante décadas expôs a Monalisa de repente resolvesse se desfazer justamente dela. Pode ser bom, do ponto de vista administrativo e financeiro, mas corre-se um grande risco”, explicou.

“A Globo não é uma fábrica de sapatos, trabalha com arte, emoção e fidelidade. Durante cinquenta anos, o público assistiu a essas pessoas nessa emissora e tem um carinho especial por elas. É como se a empresa propusesse esquecer todo o passado e começar o futuro. Pode dar certo, mas também pode não dar”, avaliou o artista.

No ar até janeiro deste ano, quando chegou ao fim a novela Bom Sucesso (2019), Antonio Fagundes confessou que sabia que a dispensa poderia acontecer em algum momento.

“Todos esses anos de casa foram bons para mim e, claro, para a empresa também. Logo que entrei na Globo, passei um período contratado por obra, por minha opção. Queria ter liberdade de fazer só o que me interessasse. Com o tempo me rendi, até porque tinha conquistado certa independência na escolha dos trabalhos”, ressaltou.

“Só que a empresa mudou sua forma operacional. Entendo que não é específico comigo, que não fui mandado embora porque não sirvo mais. Até porque já estão querendo me contratar para o remake da novela Pantanal, no ano que vem”, afirmou o marido de Alexandra Martins.

Intérprete de papéis marcantes como o caminhoneiro Pedro da série Carga Pesada (1979 -1981) e o fazendeiro Bruno Mezzenga de O Rei do Gado (1996), Fagundes rebateu os comentários sobre ter ficado mais de quatro décadas na mesma emissora. “Escuto muito: ‘Você deu 44 anos da sua vida para eles’. Não, não dei nada para ninguém. Foi uma troca”, finalizou o astro.

 

 

 

#Fonte: Notícias da TV – UOL

Dispensado pela Globo após 44 anos de Trabalho, Antonio Fagundes Critica Emissora por Onda de Demissões: ‘Arriscando sua história’ Dispensado pela Globo após 44 anos de Trabalho, Antonio Fagundes Critica Emissora por Onda de Demissões: ‘Arriscando sua história’ Reviewed by Canguaretama De Fato on 23.10.20 Rating: 5

Número de Desempregados no País chega a 13,5 Milhões em Setembro, Informa IBGE

Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

A edição mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 estimou que a população desocupada, que era de 10,1 milhões no começo da pesquisa, em maio, passou para 13,5 milhões em setembro, um recorde da série histórica. O aumento foi de 4,3% no mês e de 33,1% desde maio. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Há um aumento da população desocupada ao longo de todos esses meses. Esse crescimento se dá em função tanto das pessoas que perderam suas ocupações até o mês de julho quanto das pessoas que começam a sair do distanciamento social e voltam a pressionar o mercado de trabalho”, disse, em nota, a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa estimou a população ocupada do país em 82,9 milhões de pessoas em setembro, aumento de 1% frente ao mês anterior e retração de 1,7% em relação a maio. “A população ocupada era de 84,4 milhões em maio e caiu até o mês de julho, quando volta a ter variações positivas, chegando ao contingente de 82,9 milhões em setembro. Ainda está abaixo do número que tínhamos em maio, mas já mostrando uma leve recuperação nos meses de agosto e setembro”, afirmou a pesquisadora.

A força de trabalho, soma da população ocupada e da desocupada, passou de 94,5 milhões, em maio, para 96,4 milhões em setembro. O número de pessoas fora da força de trabalho caiu 1,5% em relação a agosto, chegando a 74,1 milhões. Já a taxa de desemprego passou de 13,6%, em agosto, para 14%, a maior da série histórica da pesquisa.

Auxílio emergencial

Em setembro, o percentual de domicílios onde algum morador recebeu auxílio para combater os efeitos da pandemia foi de 43,6%. Em agosto era de 43,9%. Foram atendidos 29,9 milhões em setembro frente aos 30,1 milhões de agosto. O valor médio do benefício recebido pela população foi de R$ 894 por domicílio.

“O percentual de domicílios onde algum morador recebia auxílio emergencial ficou estável nesses últimos quatro meses”, disse Maria Lucia.

Entre os tipos de auxílio abordados pela pesquisa estão o emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e a complementação do governo federal pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Segundo o IBGE, Norte (59,8%) e Nordeste (58,8%) foram as regiões que tiveram os maiores percentuais de domicílios recebendo auxílio. Entre os estados, o Amapá (68,4%) foi o que apresentou a maior proporção, seguido de Maranhão (63,7%) e Pará (63,3%).

“As regiões que têm mais domicílios com pessoas recebendo auxílio ainda são Norte e Nordeste, onde as pessoas estão mais dentro dos critérios para receber o auxílio. Esse percentual ficou estável em todas as grandes regiões”, afirmou a pesquisadora.

Número de Desempregados no País chega a 13,5 Milhões em Setembro, Informa IBGE Número de Desempregados no País chega a 13,5 Milhões em Setembro, Informa IBGE Reviewed by Canguaretama De Fato on 23.10.20 Rating: 5

INACREDITÁVEL!! Bolsonaro diz Não Mandar na Anvisa, Mas que Agência NÃO Vai Correr para Liberar Vacina

 Foto: reprodução/YouTube

Em mais um episódio da crise instalada em torno da politização da vacina contra a Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na noite desta quinta-feira (22) que não manda na Anvisa, mas que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não vai correr para liberar a imunização.

“A vacina tem que ser certificada pela Anvisa. Eu não mando na Anvisa. Alguns acham que eu mando na Anvisa. A Anvisa, como as agências todas, é independente. A Anvisa não é subordinada a mim, apesar de quem indicar [o diretor-presidente] para a sabatina no Senado sou eu”, disse Bolsonaro em sua live semanal, desta vez ao lado dos ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Bolsonaro elogiou o diretor-presidente da Anvisa, o contra-almirante da Marinha Antonio Barra Torres, chamando-o de “pessoa bastante equilibrada”.

“O almirante Barra falou também: ‘em aparecendo uma vacina no mundo, ela vindo para cá, primeiro a Saúde, depois a Anvisa que vai dar a certificação’. Agora, ele não vai correr. Não vai ser em 72 horas que ele vai pegar e autorizar aqui a distribuição no Brasil. Afinal de contas, a responsabilidade é enorme”, afirmou Bolsonaro.

Barra Torres é formado em medicina pela Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, no Rio de Janeiro. Fez residência em cirurgia vascular e pós-graduação na área de gestão. Passou 32 anos na carreira militar e chegou ao terceiro posto da hierarquia da Marinha.

O militar é considerado muito próximo ao presidente Jair Bolsonaro. Em março, Barra Torres apareceu sem máscaras ao lado de Bolsonaro em uma manifestação a favor do presidente, contrariando a orientação da equipe de saúde do governo, que pregava distanciamento social.

​O presidente esvaziou na quarta-feira (21) o acordo anunciado na véspera por seu ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, para a compra de 46 milhões de doses da vacina contra a Covid produzida pela chinesa Sinovac e que será produzida pelo Instituto do Butantan, ligado ao governo paulista. João Doria (PSDB-SP) é virtual adversário de Bolsonaro na eleição de 2022.

Na live, Bolsonaro fez críticas indiretas a Doria e voltou a atacar declaração do governador sobre tornar a vacinação compulsória em São Paulo.

“Enquanto eu for presidente da República, não vai ser desta forma. Isso é democracia, é liberdade. Ninguém vai obrigar ninguém a tomar vacina”, disse o presidente.

“O que serviu muito esta pandemia foi para revelar os aprendizes de ditadores. Figuras nanicas, hipócritas, idiotas, boçais, achando que mandam no estado dele. ‘Vai tomar vacina!’. Vai tomar você, pô, a vacina que você bem entender. Coca-Cola, Tubaína, vá tomar o que você bem entender”, afirmou Bolsonaro.

O presidente disse duvidar que a Justiça determine a obrigatoriedade da vacina.

“Vamos supor que seja obrigatório. Daí, o cidadão vai lá e toma a vacina e vem a falecer logo depois. Pode ser pelo próprio vírus, pode ser outra doença agravada pelo fato de ser injetada a vacina. Estes cidadãos, centenas de familiares vão entrar na Justiça”, disse Bolsonaro.

Uma lei de fevereiro deste ano, assinada pelo próprio Bolsonaro, prevê a possibilidade de realização compulsória da imunização contra a Covid-19.

 

 

 

 

#Fonte: FolhaPress

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ELEIÇÃO 2020 !STF CONFIRMA NÃO SER OBRIGATÓRIO PORTAR TÍTULO DE ELEITOR PARA VOTAR

 

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.

Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.

Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.

Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.

A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.

Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.

 

 

 

#Fonte: Agência Brasil

ELEIÇÃO 2020 !STF CONFIRMA NÃO SER OBRIGATÓRIO PORTAR TÍTULO DE ELEITOR PARA VOTAR ELEIÇÃO 2020 !STF CONFIRMA NÃO SER OBRIGATÓRIO PORTAR TÍTULO DE ELEITOR PARA VOTAR Reviewed by Canguaretama De Fato on 20.10.20 Rating: 5

Pesquisadora da Fiocruz Não Acredita em Vacina Contra Coronavírus em 2020


Vacinas estão sendo testadas por diversos laboratóriosImagem: TATYANA MAKEYEVA


Margareth Dalcolmo, pneumologista pesquisadora da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), não acredita que o Brasil terá alguma vacina contra covid-19 neste ano. Ela explicou que, apesar dos laboratórios estarem evoluindo bem, é preciso ter um controle rigoroso antes da liberação.

"Não acredito que tenhamos nenhuma vacina possível e passível de ser aplicada nas pessoas ainda no correr do ano de 2020. O que está ocorrendo é uma situação nova, com muito empenho de grupos de qualidade Mas nossa grande preocupação é que nenhum órgao regulatório autorize só por conta da pressão", afirmou Margareth em entrevista à Globonews.

Já aconteceram muitas promessas de vacina para este ano. Nos Estados Unidos, por exemplo, o presidente Donald Trump chegou a falar que a vacinação ocorreria em novembro. No Brasil, o governador de São Paulo, João Doria, acredita que será possível aplicar uma vacina em dezembro.

Mas depois que os testes das vacinas acabarem, ainda será necessário cada país fazer o registro. No Brasil será necessário esperar o registro estrangeiro, antes de fazer a liberação aqui. E segundo Margareth, é um processo que precisa ser feito com cuidado.

"Nunca tivemos vacina em um período tão rápido. Temos que ser realistas. Não podem falar que vai distribuir vacina em governo. Nos Estados Unidos, o Donald Trump disse que teria vacina antes das eleições, mas a FDA (órgão regulatório dos EUA) tem um controle de qualidade absurdamente rígido", opinou Margareth.



 

#Fonte: Uol

Pesquisadora da Fiocruz Não Acredita em Vacina Contra Coronavírus em 2020 Pesquisadora da Fiocruz Não Acredita em Vacina Contra Coronavírus em 2020 Reviewed by CanguaretamaDeFato on 19.10.20 Rating: 5

Negros São 79% dos Mortos pelas Polícias Brasileiras em 2019; em 2018, eram 75%

 Dados do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que a polícia brasileira matou 6.357 pessoas no ano passado; no total de mortes violentas intencionais no país, população negra também é a mais vitimada

Dados do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que a polícia brasileira matou 6.357 pessoas no ano passado; no total de mortes violentas intencionais no país, população negra também é a mais vitimada

Texto: Juca Guimarães Edição: Nataly Simões

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apresentou o 14ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que revela que 79,1% das 6.357 pessoas mortas pela polícia brasileira em 2019 eram negras. No ano anterior, foram 6.175 assassinatos provocados por policiais e 75,4% das vítimas eram negras.

No total de mortes violentas intencionais no país ao longo do ano passado, negros eram 74,4% das 47.773 vítimas, o que soma 35.543 pessoas mortas. No geral, houve queda de 18% no número de mortes violentas contabilizadas, na comparação entre 2019 e 2018, no entanto, o índice de assassinato de pessoas negras não diminuiu.

Segundo o Anuário, na comparação geral das mortes, sem o recorte por cor da pele, o total de assassinatos no Brasil caiu nos últimos anos. Foram 57.341 em 2018, 64.021 em 2017, 61.597 em 2016 e 58.459 em 2015. 

Há ainda uma subnotificação dos dados raciais das vítimas de violência no país, pois nem todos os estados informaram os números ao Anuário. Em relação à violência policial, por exemplo, não há dados de mortes causadas por agentes de segurança pública no Acre, Amazonas, Amapá e Rio Grande do Norte.

Os dados reais, provavelmente, indicam para um número ainda maior de mortes violentas intencionais, sobretudo de pessoas negras. Além dos estados que não forneceram os dados, no ano passado 13.705 casos foram classificados como “a esclarecer”, ou seja, a polícia não conseguiu nem ao menos definir se foi homicídio ou não. Em 2018, o total de mortes “a esclarecer” foi de 12.232 casos. 

O Anuário revela ainda que das 657,8 mil pessoas presas no país até 2019, 438,7 mil eram negras, o que representa 66,6% do total.

Crianças e adolescentes 

O levantamento também aponta que 4.928 crianças e adolescentes, com até 19 anos, foram assassinados no ano passado. Deste total, 75% eram negros. No geral, os assassinatos de crianças e adolescentes no Brasil se concentram nas vítimas com idade entre 15 e 19 anos. Nessa faixa etária, são nove de cada dez casos de morte violenta intencional de crianças e adolescentes.

 

 

 

 

#Fonte: Yahoo

Negros São 79% dos Mortos pelas Polícias Brasileiras em 2019; em 2018, eram 75% Negros São 79% dos Mortos pelas Polícias Brasileiras em 2019; em 2018, eram 75% Reviewed by Canguaretama De Fato on 19.10.20 Rating: 5

61% dos Brasileiros Tiveram a Fonte de Renda Prejudicada pela Pandemia

 Pesquisa do PoderData mostra que 61% dos brasileiros tiveram sua fonte de rende prejudicada pela pandemia da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Outros 34% dizem que sua situação financeira permaneceu a mesma.

Os resultados apontam estabilidade em relação ao levantamento em setembro, quando o mesmo percentual declarou ter sido afetado. No começo de agosto, 62% se disseram financeiramente impactos e 33%, não.

As taxas oscilaram 8 pontos percentuais desde maio, apontando que os prejuízos econômicos dentro dos lares brasileiros têm perdurado mesmo com a reabertura gradual do comércio e da educação.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 12 a 14 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 503 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

61% dos Brasileiros Tiveram a Fonte de Renda Prejudicada pela Pandemia 61% dos Brasileiros Tiveram a Fonte de Renda Prejudicada pela Pandemia Reviewed by Canguaretama De Fato on 17.10.20 Rating: 5

IBGE: Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros; nordeste tem maior alta

 Entre maio e setembro, aumentou em cerca de 4 milhões o número de desempregados no Brasil, diz IBGE — Foto: Economia/G1

O desemprego diante da pandemia causada pelo novo coronavírus bateu recorde na penúltima semana de setembro, atingindo mais de 14 milhões de brasileiros. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, entre maio e setembro, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram para a fila do desemprego, o que corresponde a uma alta de 43% do número de desempregados no país em cinco meses.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 10,5% para 14,4%, a maior de todo o período pesquisado.

A pesquisa mostrou também que:

Entre as regiões, o Nordeste apresentou a maior alta no número de desempregados, de 69%.

O Sudeste, região mais populosa, concentra cerca de 45% dos desempregados no país.

A população ocupada ficou estável na maior parte do período pesquisado.

O nível de ocupação também ficou estável ao longo da pandemia.

A flexibilização do isolamento social foi responsável por pressionar o mercado de trabalho.

A informalidade teve queda no país, indicando estagnação do mercado de trabalho.

O número de trabalhadores afastados por causa do isolamento social caiu em 83,9% em 5 meses.

O levantamento foi feito entre os dias 20 e 26 de setembro por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Esta foi a última edição da pesquisa semanal.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas.

Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, quando o país atingiu taxa de desemprego recorde, de 13,8%, com mais de 13,1 milhões de brasileiros em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Nordeste teve maior alta no desemprego entre as regiões

A maior parte dos 14 milhões de desempregados na penúltima semana de setembro estava concentrada na Região Sudeste (6,3 milhões), que é a mais populosa do país.

No entanto, foi na Região Nordeste que se observou a maior alta no número de desempregados ao longo dos cinco meses de pandemia – passou de 2,3 milhões na primeira semana de maio para 3,9 milhões na penúltima de setembro, o que corresponde a uma alta de 69% no período.

A segunda maior alta foi observada na Região Norte, onde o número de desempregados passou de 890 mil para 1,3 milhão – um aumento de 46,9%.

O Sudeste, por sua vez, registrou alta de 39,2% no número de desempregados, passando de 4,3 milhões para 6,3 milhões.

No Centro-Oeste, região com o menor número de desempregados, o número de pessoas buscando emprego aumentou de 819 mil para 1 milhão, o que corresponde a um aumento de 25%.

Já a Região Sul viu o contingente de desempregados passar de 1,3 milhão para 1,5 milhão, uma alta de 16,5%.

Flexibilização do isolamento pressiona o desemprego

Na comparação com a terceira semana de setembro, aumentou em cerca de 700 mil o número de desempregados, fazendo a taxa de desemprego passar de 13,7% para 14,4% em uma semana. Essa alta, no entanto, é considerada como uma estabilidade estatística pelo IBGE.

A gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, avaliou que o avanço da flexibilização do isolamento social por todo o Brasil tem relação direta com o aumento do desemprego ao longo de todo o período do levantamento.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, apontou.

A pesquisadora ressaltou que a população ocupada no mercado de trabalho se manteve estável durante a maior parte do levantamento, o que sugere que o desemprego foi pressionado por um maior número de pessoas buscando emprego, ou seja, não houve corte expressivo de postos de trabalho no país.

“Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, destacou Maria Lúcia.

Na penúltima semana de setembro, a população ocupada foi estimada em cerca de 83 milhões de pessoas. Na primeira semana de maio, esse contingente era de cerca de 83,9 milhões. O menor contingente de ocupados havia sido registrado na primeira semana de julho, com 81,1 milhões de trabalhadores ativos no mercado.

O nível de ocupação ficou em 48,7% na última semana do levantamento, estável na comparação com o registrado na primeira semana de maio, que foi de 49,4%.

Também se manteve estável o número de pessoas que não estava trabalhando nem procurava por trabalho no país – eram cerca de 73,4 milhões de pessoas na penúltima semana de setembro contra 76,2 milhões na primeira de maio.

O IBGE destacou, no entanto, que caiu de 27,1 milhões na primeira semana do levantamento para 25,6 milhões o número de pessoas fora da força de trabalho que disseram que gostariam de trabalhar, embora não procurassem por uma ocupação.

Informalidade tem queda

O levantamento mostrou que o número de trabalhadores informais teve queda de, aproximadamente, 1,6 milhão entre o começo e o fim da pesquisa. Na primeira semana de maio, o país tinha cerca de 30 milhões de pessoas trabalhando na informalidade, número que caiu para 28,4 milhões na penúltima semana de setembro.

Com isso, a taxa de de informalidade no país caiu de 35,7% para 34,2% no período.

O IBGE considera como trabalhadores informais aqueles profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) e sem remuneração.

O órgão enfatiza que a informalidade é a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho e que, por isso, tende a ser o primeiro meio de ocupação a reagir diante de uma crise financeira como a estabelecida pela pandemia do coronavírus. Ou seja, a evolução da informalidade ao longo da pandemia indica que há certa estagnação do mercado de trabalho no país.

Afastamentos do trabalho tiveram queda de 83,4%

Desde o início do levantamento, o número de trabalhadores afastados do trabalho em função do distanciamento social teve queda semanalmente.

Na primeira semana de maio, eram 16,6 milhões de pessoas nessa condição, número que chegou a 2,7 milhões na penúltima semana de setembro, uma queda de 83,4% no período.

Essa queda, segundo o IBGE, está diretamente relacionada com o avanço gradual da flexibilização das medidas de distanciamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

O IBGE destacou que, somente entre a terceira e quarta semana de setembro, caiu em cerca de 2,2 milhões o número de pessoas que dizia manter isolamento social rigoroso. No mesmo período, aumentou em cerca de 937 mil o número pessoas que disse não ter tomado nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

A maior parte da população afirmou, na penúltima semana de setembro, ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas.

 

 

 

 

#Fonte: G1

IBGE: Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros; nordeste tem maior alta IBGE: Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros; nordeste tem maior alta Reviewed by Canguaretama De Fato on 16.10.20 Rating: 5

Trabalho Temporário Deve Abrir 400 mil Vagas até o fim do Ano

 Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas/Agência Senado

A abertura de vagas temporárias deve chegar a 400 mil no último trimestre do ano. Segundo a Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário), os principais segmentos que buscam reforços de trabalhadores temporários em outubro são alimentos, farmacêutico, embalagens, metalurgia, mineração, automobilístico e agronegócio.

A explicação é que neste mês o setor da indústria ainda deve puxar as contratações para suprir a alta demanda do mercado. Já nos meses de novembro e dezembro, o destaque será o comércio, seguido pelo setor de serviços para pessoas físicas.

“Com a proximidade do Natal, o comércio abrirá muitas vagas temporárias. Assim, quem está desempregado deve ficar atento a essas oportunidades que vão surgir”, afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Ele orienta o trabalhador a procurar uma agência de trabalho temporário por meio do site da Asserttem (asserttem.org.br), que lista agências associadas e registradas no Ministério da Economia, dividas por estado.

De acordo com Abreu, por meio do trabalho temporário, o trabalhador pode adquirir mais conhecimentos e ter novas experiências no mercado, o que potencializa sua recolocação em uma eventual vaga permanente. “Neste período de pandemia, estimamos que 20% dos trabalhadores temporários serão efetivados. É um número bastante expressivo”, destaca o presidente da associação.

Pandemia

Em setembro, as contratações realizadas por meio do trabalho temporário tiveram alta. Ao todo foram 186.940 novas vagas temporárias no mês, em 2020, um aumento de quase 42% frente às 131.761 de setembro do ano passado.

“O Trabalho Temporário torna seu legado nessa pandemia e assume o papel de protagonista como uma importante solução para a sobrevivência das empresas e o combate ao desemprego, ao ser utilizado para substituição transitória e para demanda complementar de serviços de forma rápida, eficaz e segura”, conclui Abreu.

 

 

 

#Fonte: R7

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COVID 19: Foram 713 óbitos e 28 mil casos nas últimas 24 horas no Brasil

 Foto: iStock

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (15):

– Registro de 713 óbitos nas últimas 24h, totalizando 152.460 mortes;

– Foram 28.523 novos casos de coronavírus registrados, no total 5.169.386 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 4.599.446, com o registro de mais 30.633 pacientes curados. Outros 417.480 pacientes estão em acompanhamento.

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CNH, Cadeirinha, Farol: Veja Mudanças na Lei de Trânsito Sancionadas pelo Governo Federal

Foto: Divulgação

Mudanças na lei de trânsito foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (13). Dentre as alterações estão a ampliação de 20 para até 40 pontos do limite para a suspensão da Carteira Nacional de Trânsito (CNH) e o aumento da validade do documento para até 10 anos.

Desde que foi apresentado pelo próprio presidente, em 2019, o texto passou por diversas mudanças na Câmara e no Senado. As novas regras passam a valer 180 dias após a publicação da lei, que foi realizada nesta quarta-feira (14), no Diário Oficial da União

Os trechos retirados por Bolsonaro serão reanalisados pelo Congresso Nacional, que pode restaurar as medidas ou derrubá-las em definitivo.

O projeto original foi criticado por entidades de segurança viária, que pediram, na época, diálogo e estudos técnicos para embasar as futuras regras.

O Congresso manteve ampliação do limite de pontos para a suspensão da CNH, mas acrescentou um escalonamento, conforme o nível de gravidade das infrações cometidas, e a exigência de não constar infrações gravíssimas na carteira do motorista.

Da mesma forma, as normas para o transporte de crianças, onde o governo propôs a troca da multa por advertência por escrito, em caso de não cumprimento, acabaram sendo endurecidas pelos parlamentares.

Veja as principais mudanças, como ficou na lei, como é atualmente e como era a proposta do governo:

Suspensão da CNH por pontos

Como ficou: haverá uma escala com três limites de pontuação, para que a CNH seja suspensa:

20 pontos, se o condutor tiver duas ou mais infrações gravíssimas em um período de 12 meses;

30 pontos, se tiver apenas uma infração gravíssima no mesmo período;

40 pontos, se não constar entre as suas infrações nenhuma infração gravíssima nesse intervalo.

No caso de motoristas profissionais, a medida foi flexibilizada: eles poderão atingir o limite de 40 pontos independente da natureza das infrações cometidas.

Como é atualmente: a suspensão ocorre quando o condutor atinge 20 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas.

Como o governo queria: a suspensão ocorreria quando o condutor atingisse 40 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas.

Renovação da CNH

Como ficou: estipula o prazo de dez anos para renovação dos exames de aptidão física e mental para a renovação da habilitação de condutores, de acordo com as seguintes situações:

10 anos para condutores com menos de 50 anos;

5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos;

3 anos para condutores com 70 anos ou mais.

O texto diz ainda que em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira.

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11 estados já reabriram escolas públicas estaduais ou têm previsão de retomar aula presencial

 Foto: Getty Images

Quase sete meses após o fechamento das escolas devido à pandemia do novo coronavírus, em março deste ano, 11 redes de ensino públicas estaduais já retomaram as atividades presenciais ou têm uma previsão para a volta às salas de aula ainda em 2020. O levantamento foi realizado pelo UOL junto às secretarias estaduais de educação.

Os dados foram obtidos entre os dias 6 e 9 de outubro. No Amazonas, em Pernambuco e em São Paulo, já houve retorno de pelo menos parte dos alunos para as escolas das redes públicas estaduais. Outros oito estados planejam a retomada para o mês de outubro: Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Os demais 15 estados e o Distrito Federal continuam sem previsão para a volta das atividades presenciais nas redes estaduais em 2020. O RN é um deles.

Em alguns dos estados, as decisões valem também para as escolas particulares. Em outros, fica a cargo de cada município definir se há condições para a reabertura dos colégios privados.

Particulares

No gráfico abaixo, é possível verificar a situação nas diferentes localidades. Para o levantamento da situação de reabertura das escolas particulares pelos estados do país, o UOL utilizou dados disponibilizados pela Fenep (Federação Nacional de Escolas Particulares).

Em São Paulo, por exemplo, as escolas foram abertas, em princípio, apenas para atividades extracurriculares, de acolhimento e reforço. Nos demais estados, os alunos já voltaram a ter aulas letivas.

Tanto na rede particular como nas redes públicas de todos os estados, o retorno deve acontecer de forma gradual e obedecendo a uma série de critérios sanitários: entre eles, o estabelecimento de turmas menores, mantendo o distanciamento social, e a obrigatoriedade do uso de máscara por alunos, funcionários e professores.

 

 

 

 

#Fonte: UOL

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Dia das Crianças: Brasil tem 30 mil crianças acolhidas e 5 mil aptas para adoção

 Crédito da foto: Agência Brasil Crianças aguardam adoção no Brasil

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil* - Brasília

O Brasil tem 30.967 crianças acolhidas em unidades como abrigos e 5.154 aptas para serem adotadas. Os dados são do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do Conselho Nacional de Justiça.

Amanhã (12) é comemorado o Dia da Criança, data em que são destacados temas relacionados a essa faixa etária. Meninos e meninas em acolhimento se encontram em condição delicada. Essa medida é aplicada pela Justiça quando há situações de abandono, maus-tratos, negligência  ou risco.

Contudo, esse apoio é temporário e tem o prazo máximo de 18 meses. A criança pode ter a solução da situação com reintegração familiar ou a adoção. Há 4.533 unidades de acolhimento no Brasil.

 

Números

Do total de meninos e meninas acolhidos, 7.997 têm até 6 anos. A maioria dos abrigados é de adolescentes: são 5.886 com 12 a 15 anos e 8.634 com mais de 15 anos. A distribuição por gênero é similar, com 50,7% de meninos e 49,3% de meninas.

Conforme o painel de informações do SNA, a lista dos estados com mais crianças aptas para adoção começa por São Paulo (1.075), seguida de  Minas Gerais (677), Rio Grande do Sul (648), Paraná (519) e Rio de Janeiro (493).  Ainda de acordo com o sistema do CNJ, há 3.702 crianças em processo de adoção e 36.155 pretendentes disponíveis. 

 

Processo de adoção

Em fevereiro, a Agência Brasil publicou uma matéria explicativa mostrando como são os procedimentos para adoção no Brasil. Há uma série de requisitos estabelecidos pela legislação para que pessoas e ou casais se candidatem ao processo.

O primeiro passo para quem quer adotar é procurar a Vara de Infância e Juventude (VIJ) da sua região. Lá, a pessoa obterá informações específicas sobre o processo e receberá uma lista de documentos pessoais a serem apresentados – como cópia do CPF, identidade, certidão de casamento ou união estável (se for o caso) – comprovante de residência, comprovante de bons antecedentes criminais e atestado de saúde física e mental.

Após protocolar a inscrição, a pessoa – ou casal – deve participar de um curso de preparação psicossocial e jurídica voltada para adoção. Nesse curso, os candidatos a adotantes adquirem uma noção mais ampla da importância da preparação emocional de toda a família e de todas as mudanças que virão com a chegada de um novo integrante.

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Média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil fica abaixo de 600 pela 1ª vez desde maio

 Foto: Agência Brasil


A média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 590, uma variação de -14% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Desde o dia 10 de maio que o país não ficava com a média móvel de óbitos abaixo de 600 mortes por dia em uma semana, de acordo com o levantamento realizado pelo consórcio de veículos de imprensa.

Ainda, desde o dia 14 de setembro, a tendência na média móvel de mortes segue em estabilidade, ou seja, o número não apresentou alta nem queda representativa em comparação com os 14 dias anteriores. Antes disso, o país passou por um período de uma semana seguida com tendência de queda no registro de mortes por Covid.

Situação da média móvel de mortes por Estado:

Subindo (1 estado): PI

Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (10 estados + o DF): RS, MG, RJ, SP, DF, GO, AC, AM, AL, MA e SE

Em queda (15 estados): PR, SC, ES, MS, MT, AP, PA, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE e RN

 

 

#Fonte: G1

Média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil fica abaixo de 600 pela 1ª vez desde maio Média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil fica abaixo de 600 pela 1ª vez desde maio Reviewed by Canguaretama De Fato on 11.10.20 Rating: 5

Cuidados para evitar covid-19 levaram à queda de outras doenças respiratórias no Brasil

 Foto: reprodução

Quando os primeiros casos de covid-19 no País foram registrados no fim de fevereiro, coincidindo com o início da chamada “temporada de gripe”, os médicos temeram pelo pior. Um novo vírus muito contagioso se somaria a todos os outros patógenos respiratórios que costumam circular nesta época do ano, atingindo sobretudo as crianças. Mas a realidade se revelou bem diferente. A ocorrência dessas outras doenças caiu em mais de 70%. As internações de casos pediátricos graves foram reduzidas em 80%.

Os hábitos de isolamento social, uso de máscara e higiene pessoal redobrada adotados por causa da pandemia foram os grandes responsáveis pela queda expressiva das outras doenças respiratórias no País, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, comprovando a eficácia das barreiras físicas na disseminação de micróbios. Praticamente não tivemos “temporada de gripe”. E as crianças foram as mais poupadas.

O número de ocorrências de síndromes respiratórias graves causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), um dos mais comuns entre março e junho, caiu 76,4% entre janeiro e agosto deste ano quando comparado à média dos últimos três anos nos mesmos meses. Os casos de gripe também despencaram – uma redução de 62,2%. Os números são do sistema Infogripe, da Fiocruz.

“Todo o cenário estava armado para termos uma temporada especialmente grave de influenza este ano”, afirma Marcelo Gomes, coordenador do Infogripe. “Já tínhamos registrado um número de casos de gripe acima da média em fevereiro, bem antes do período em que costuma começar a temporada, mais perto do inverno. Além disso, tínhamos tido uma temporada muito forte de influenza no Hemisfério Norte e, quando isso ocorre, a tendência é se repetir por aqui.”

Em meados de março, no entanto, as medidas de isolamento social tiveram início, as escolas foram fechadas, e as campanhas para estimular a lavagem das mãos e o uso do álcool gel tomaram conta da mídia. Embora a máscara não tenha sido recomendada num primeiro momento, logo em seguida ela também foi adotada por parte da população.

“A partir daí o que vimos foi uma queda significativa e brutal dos casos graves de síndromes respiratórias”, aponta Gomes. “As ações que tomamos para tentar diminuir a velocidade de disseminação da covid foram eficientes para os outros vírus respiratórios que têm a mesma dinâmica de transmissão.”

Os dados do Infogripe mostram que o número de ocorrências graves de influenza de janeiro a agosto de 2019, por exemplo, foi de 6 mil, ante menos de 2 mil no mesmo período deste ano. Nos oito primeiros meses do ano, o número de casos de síndrome respiratória grave causada pelo vírus sincicial respiratório caiu de 5.765 em 2019 para 1.047 este ano. Segundo Gomes, a subnotificação é desprezível, porque o painel só registra os casos muito graves, em que os pacientes precisam ser hospitalizados.

Margareth Dalcolmo, pneumologista da Fiocruz, cita que também colaborou para esta queda a alta cobertura que a vacinação contra influenza alcançou neste ano. Logo que o coronavírus chegou ao Brasil, as autoridades de saúde incentivaram a vacinação justamente como medida para evitar a ocorrência de várias doenças respiratórias ao mesmo tempo, o que poderia aumentar a procura por hospitalização, prejudicando ainda mais a oferta. De acordo com o DataSus, a cobertura superou os 90% da população alvo no País.

Mas se as medidas foram tão eficientes contra os outros vírus, por que, então, os casos de covid não foram controlados também? A principal explicação é que a capacidade de transmissão do Sars-Cov-2 é bem maior do que a dos outros vírus – e este é um dos motivos que o tornam potencialmente mais perigoso. Se o isolamento social – ainda que parcial em muitos Estados – não tivesse sido feito, a tragédia da covid-19 teria sido bem maior.

Cuidados para evitar covid-19 levaram à queda de outras doenças respiratórias no Brasil Cuidados para evitar covid-19 levaram à queda de outras doenças respiratórias no Brasil Reviewed by Canguaretama De Fato on 11.10.20 Rating: 5

BRASIL PREVÊ 140 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 PARA O 1º SEMESTRE DE 2021

O Brasil tem previsto, para o primeiro semestre de 2021, acesso a 140 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 que serão destinadas ao Programa Nacional de Imunização.

Desse total, cerca de 40 milhões de doses fazem parte da iniciativa Covax Facility, que o Brasil firmou em setembro. É um instrumento de acesso global que conta com 9 vacinas em fase de testes. Essa quantidade de doses é suficiente para a cobertura de 10% da população prioritária brasileira, ou seja, 20.242.106 milhões de pessoas; considerando aí a necessidade de dose dupla, como prevê o acordo. Fazem parte da população prioritária pessoas com 80 anos ou mais, com morbidades e profissionais de saúde.

covax facility

As outras doses se referem ao contrato que o Brasil firmou, no valor de R$ 1,9 bilhão, com o laboratório Astrazeneca para a entrega de 100,4 milhões de doses da Vacina de Oxford. Essa parceria também prevê a transferência de tecnologia da vacina para Biomanguinhos, no Rio de Janeiro.

BRASIL PREVÊ 140 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 PARA O 1º SEMESTRE DE 2021 BRASIL PREVÊ 140 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 PARA O 1º SEMESTRE DE 2021 Reviewed by Canguaretama De Fato on 10.10.20 Rating: 5

RN: Aeroporto da Grande Natal espera 15 mil passageiros no feriado prolongado da padroeira do Brasil

 Foto: Reprodução/Youtube

A inframérica informa que o fluxo de passageiros no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, durante o feriado prolongado de 12 de outubro, dia da Nossa Senhora Aparecida, deverá ser de 15 mil passageiros, contando a partir desta sexta-feira (9), até terça-feira (13).

Estão previstos para o período 104 pousos e decolagens, sendo 18 extras para atender o feriado. A previsão é que o movimento do feriado de Nossa Senhora Aparecida, que é celebrado na segunda-feira (12), seja 47,7% maior que 7 de setembro, quando 10.077 passageiros circularam pelo aeroporto potiguar. Mesmo com este aumento, a circulação de pessoas ainda é 39,0% menor quando comparada ao período anterior à pandemia.

A Inframerica informou que usou adesivos para demarcar o distanciamento social em filas de embarque, portões, pontes de embarque e no raio-x.

A empresa ainda recomenda que o passageiro chegue ao aeroporto com 1h30 de antecedência para voos domésticos.

 

 

 

#Fonte: G1-RN

RN: Aeroporto da Grande Natal espera 15 mil passageiros no feriado prolongado da padroeira do Brasil RN: Aeroporto da Grande Natal espera 15 mil passageiros no feriado prolongado da padroeira do Brasil Reviewed by Canguaretama De Fato on 8.10.20 Rating: 5

BRASIL ULTRAPASSA 5 MILHÕES DE CASOS DE COVID-19

Foto: Eduardo Valente

Com 31.553 diagnósticos confirmados nas últimas 24 horas, o Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (7) a marca de cinco milhões de casos de Covid-19. Isso ocorre pouco mais de um mês após o país ter atingido o patamar de quatro milhões de episódios.

Ao todo, o país soma 5.000.694 infecções e 148.228 mortos — desses, 734 registrados nas últimas 24 horas.

O Brasil é o terceiro país do mundo a chegar a essa marca, atrás somente de Índia e Estados Unidos. Os três países concentram mais da metade das infecções da doença em todo o mundo, de acordo com dados da Universidade John Hopkins.

 

 

 

#Fonte: CNN Brasil

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