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Fiocruz negocia mais 15 milhões de doses de vacina da AstraZeneca para garantir imunização antes da chegada de matéria prima

 

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, disse que a instituição negocia com a AstraZeneca, a possibilidade de receber 15 milhões de doses prontas de vacinas para garantir a imunização até que chegue ao Brasil o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) que vai permitir a produção de vacinas em BioManguinhos, da Fiocruz. 

“Até que esse gap possa ser superado sempre com o objetivo de trazer de forma mais rápida possível a vacina para nossa população e também de começar a produzir o mais rápido possível”, informou em entrevista à imprensa neste sábado (23), logo antes do início da distribuição de 2 milhões de doses de vacina da AstraZeneca pelos estados brasileiros. O imunizante chegou na sexta-feira (22) ao Brasil, vindo da Índia.

De acordo com Nísia Trindade, as medidas estão estabelecidas no contrato de encomenda e tecnologia e também no memorando de acordo geral da AstraZeneca para encomenda e depois de transferência de tecnologia, quando todas as etapas serão feitas em BioManguinhos. “Isso tudo é contratual. Estaremos recebendo inicialmente 15 milhões de doses”, disse, acrescentando que há um aceno da AstraZeneca para antecipar os envios posteriores, que permitiriam completar até de 110 milhões e 400 mil doses da vacina. “Um aceno de que possa antecipar, não agora nesse momento, mas tão logo esse processo da exportação se resolva, antecipar a vinda de meses seguintes”, revelou.

Para a presidente da Fiocruz, a grande preocupação atual da instituição é com a chegada mais célere possível do Ingrediente Farmacêutico Ativo para a produção de vacinas em BioManguinhos da Fiocruz. 

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Partidos Se Mobilizam para Pedir Impeachment de Bolsonaro




O pedido de impeachment conjunto formulado por partidos da oposição já tem mais de 40 páginas e trará um histórico da gestão na pandemia pelo governo de Jair Bolsonaro, culminando com a falta de oxigênio em cidades do Amazonas e do Pará e com a indefinição sobre a compra de vacinas, de acordo com fontes do Congresso ouvidas pelo Estadão.

As lideranças dos partidos envolvidos – Rede, , PT, , e, agora, PSOL – decidiram adiar a apresentação da peça para terça-feira, dia 26, para que os líderes que conseguirem viajar até Brasília possam protocolar o pedido presencialmente.

Juristas já veem motivos para abertura de impeachment de Bolsonaro

Além do histórico da gestão da crise, o pedido também vai citar um estudo feito por duas instituições – o Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (Cepedisa-USP) e a Conectas Direitos Humanos – que analisou portarias, medidas provisórias, resoluções, instruções normativas, leis, decisões e decretos do governo federal e concluiu que a União atuou em prol da ampla disseminação do vírus. A pesquisa foi divulgada pelo jornal El País.

Em reunião realizada na quarta-feira, 20, as lideranças da oposição também decidiram que vão realizar um ato no Salão Verde da Câmara dos Deputados pedindo o retorno imediato dos trabalhos do Congresso Nacional. Eles ainda reiteraram o apoio à instalação de uma CPMI para investigar a atuação de no Ministério da Saúde.

Por enquanto, 31 deputados e 10 senadores assinaram o pedido de abertura de CPMI formulado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). São necessárias as assinaturas de 171 deputados e de 27 senadores.

Os cinco partidos que participam da ação têm 126 deputados. Caso um pedido de impeachment seja autorizado pela Presidência da Câmara – ocupada por (DEM-RJ) até 1º de fevereiro –, ele precisa do apoio de 342 membros da Casa.
Carreatas

Entre ativistas políticos, o impeachment do presidente Bolsonaro é defendido por grupos de direita e de esquerda, que estão convocando carreatas contra o presidente em ao menos oito 19 capitais e no Distrito Federal. Os protestos ganharam a adesão de organizações que estiveram em lados opostos durante o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Apesar da pauta conjunta, os atos ocorrerão em dias diferentes. MBL e o Vem Pra Rua, que defenderam a queda de Dilma em 2016, estão convocando atos para domingo, dia 24, enquanto a Frente Brasil Popular e a , que apoiaram a petista, estão convocando carreatas anti-Bolsonaro para sábado, dia 23. O grupo de renovação política Acredito também convocou ato pedindo a saída de Bolsonaro.
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Brasil Só Vacinou, Até Agora, 439 mil Pessoas Contra o Novo Coronavírus

 
Foto: Divulgação/Governo SP

Pelo menos 439.164 pessoas já foram vacinadas contra o novo coronavírus no Brasil, de acordo com levantamento da CNN.

Os dados, atualizados às 9h deste sábado (23), tem como base informações das prefeituras e dos governos estaduais que divulgaram balanço preliminar da vacinação.

O estado de São Paulo lidera a lista de imunização, com mais de 109 mil vacinados. Depois, aparece o Paraná, com 57,2 mil imunizados, a Bahia, com 56,8 mil, e o Rio de Janeiro, onde 51,3 mil pessoas já receberam a primeira dose da vacina.

Já os estados com a menor quantidade de vacinados são: Piauí (281 doses aplicadas), Rondônia (771) e Mato Grosso (952).

É importante ressaltar, no entanto, que nem todos os estados e municípios divulgaram informações sobre a campanha de imunização até o momento – o que significa que o número de vacinados pode ser maior.

Alguns estados informaram à CNN que aguardarão a concentração dos dados por parte do Ministério da Saúde, que prometeu divulgar uma plataforma até o final desta semana com o balanço da vacinação.

Até o momento, os estados que não divulgaram os dados (nem por meio do governo estadual, nem por meio da prefeitura da capital) são: Acre, Amapá, Minas Gerais, Pará, Roraima, Sergipe e Tocantins.

 

 

 

 

#Fonte: CNN Brasil

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O QUE É PRECISO SABER PARA O SEGUNDO DIA DO ENEM, NESTE DOMINGO (24)

 

Foto: Tânia Rêgo/Agência Cruz

Neste domingo (24), estudantes de todo o país fazem a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Eles terão cinco horas para resolver questões de matemática e de ciências da natureza. Encerrada a aplicação do Enem impresso, o gabarito das provas objetivas deverá ser divulgado até dia 27 e, as notas finais, no dia 29 de março. 

Algumas dicas podem ajudar os estudantes nesse segundo dia de aplicação. A primeira delas é conhecer as regras do exame e estar atento ao que pode e ao que não pode levar no dia da prova. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.

A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.

É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame, mesmo que tenham participado do primeiro dia de aplicação. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas.

Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante até as 12h de hoje (23) ou a partir de segunda-feira (25).

Na reta final para a prova, professores, recomendam, entre outras coisas, que os estudantes descansem, que durmam e se alimentem bem. Na hora da prova, uma dica é conhecer as regras de correção da prova, que utiliza a chamada teoria de resposta ao item (TRI). As questões mais fáceis devem ser respondidas antes.

Esta edição do Enem traz algumas novidades relacionadas à acessibilidade. Leitor de tela, redação em braile e correção especial das provas de participantes autistas e surdocegos são algumas delas. As medidas somam-se a outras que vêm sendo adotadas pelo exame ao longo do anos, como videoprova em Língua brasileira de Sinais (Libras) e provas com textos e imagens ampliados.

Enem 2020

O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e segue amanhã, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

 
 
 
#Fonte: Agência Brasil

O QUE É PRECISO SABER PARA O SEGUNDO DIA DO ENEM, NESTE DOMINGO (24) O QUE É PRECISO SABER PARA O SEGUNDO DIA DO ENEM, NESTE DOMINGO (24) Reviewed by Canguaretama De Fato on 23.1.21 Rating: 5

Aprovação de Bolsonaro Despenca de 37% para 26% e Atinge o Mesmo Nível de Junho de 2020, diz pesquisa EXAME/IDEIA

 Foto: Reprodução

Com a crise de saúde pública em Manaus e desencontros sobre o cronograma de vacinação, a aprovação à gestão do presidente Jair Bolsonaro caiu de 37% para 26%, a maior queda semanal desde o início de seu governo. Agora, está no mesmo nível de junho de 2020, um dos momentos mais críticos da pandemia. A queda acentuada fez com que a desaprovação ao governo saltasse para 45%.

É o que mostram os novos resultados de uma pesquisa exclusiva de EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Research, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. Clique aqui para ver o relatório completo.

A desaprovação do presidente é maior nos estratos de maior renda e de maior escolaridade: entre os que ganham mais de cinco salários mínimos, 58% não aprovam a gestão do presidente. No grupo dos que têm ensino superior, 64% desaprovam o governo federal.

Já em relação à aprovação do presidente, ela segue maior entre os que moram no Centro-Oeste e os evangélicos. Entre os que moram no Centro-Oeste, 36% aprovam o governo Bolsonaro — nas outras regiões do Brasil, esse índice varia de 22% a 27%.

Entre os evangélicos, 38% apoiam o governo Bolsonaro, ante 20% dos católicos e 23% dos que declaram seguir outra religião.

O levantamento foi realizado por telefone, em todas as regiões do país, entre os dias 18 e 21 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

“A dinâmica dos sérios problemas em Manaus junto a falta de perspectivas sobre um cronograma de vacinação e o fim do auxílio emergencial constituem os principais fatores que levam à queda de popularidade do presidente”, diz Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Os dados de avaliação do governo mostram um desempenho similar: o percentual de pessoas que considera o governo ótimo ou bom passou de 38% para 27%. Do mesmo modo, o grupo que avalia a gestão Bolsonaro como ruim ou péssima subiu de 34% para 45%.

 

 

 

#Fonte: Exame

Aprovação de Bolsonaro Despenca de 37% para 26% e Atinge o Mesmo Nível de Junho de 2020, diz pesquisa EXAME/IDEIA Aprovação de Bolsonaro Despenca de 37% para 26% e Atinge o Mesmo Nível de Junho de 2020, diz pesquisa EXAME/IDEIA Reviewed by Canguaretama De Fato on 22.1.21 Rating: 5

APLICATIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE QUE RECOMENDAVA CLOROQUINA ATÉ PARA BEBÊS É RETIRADO DO AR

 


Após receber críticas por recomendar medicamentos sem eficácia comprovada e que podem até agravar o quadro clínico de pacientes com suspeita de covid-19, a plataforma TrateCOV foi retirada do ar. O sistema foi lançado pelo Ministério da Saúde na semana passada, em Manaus, e era destinado à orientação de profissionais de saúde sobre possíveis tratamentos do novo coronavírus.

Em nota, o ministério alegou que o aplicativo havia sido “invadido e ativado indevidamente” e disse que a retirada foi “momentânea”. “Informamos que a plataforma TrateCOV foi lançada como um projeto-piloto e não estava funcionando oficialmente, apenas como um simulador”, reiterou.

O app foi criticado nos últimos dias por insistir em recomendar medicamentos cuja ineficácia para o tratamento do novo coronavírus já foi comprovada em estudos, caso da cloroquina e a hidroxicloroquina, por exemplo. Isso motivou uma recomendação e um pedido de retirada da plataforma do ar, abertos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo deputado federal Marcelo Freixo (PSOL).

 

 

 

#Fonte: Estadão

APLICATIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE QUE RECOMENDAVA CLOROQUINA ATÉ PARA BEBÊS É RETIRADO DO AR APLICATIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE QUE RECOMENDAVA CLOROQUINA ATÉ PARA BEBÊS É RETIRADO DO AR Reviewed by Canguaretama De Fato on 21.1.21 Rating: 5

Ministro Pazuello Mente ao Dizer que Saúde Nunca Indicou Remédios Contra a Covid-19


O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, mentiu hoje ao dizer que a pasta nunca indicou nenhum medicamento para o tratamento da covid-19. Logo depois de sua posse, em 20 de maio, o ministério lançou um protocolo que sugeria a prescrição de hidroxicloroquina e cloroquina aos infectados, ainda que não haja nenhuma comprovação da eficácia desses remédios contra o coronavírus.

"A senhora nunca me viu receitar, dizer, colocar para as pessoas tomarem este ou aquele remédio. Nunca. Não aceito a sua posição. Eu nunca indiquei medicamentos a ninguém, nunca autorizei o Ministério da Saúde a fazer protocolos indicando medicamentos", disse o ministro a uma jornalista durante coletiva no Palácio do Planalto.


Assim como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Pazuello já defendeu o uso de cloroquina contra a covid-19 em diversas oportunidades. Em 21 de julho, por exemplo, o ministro citou o antimalárico e a ivermectina, que também não tem eficácia comprovada contra a doença, quando falava sobre "tratamento precoce".

À época, apesar da existência do protocolo, Pazuello disse que era apenas uma "orientação", não uma diretriz. Segundo ele, o Ministério da Saúde apenas apresentou quais medicamentos estão sendo usados, quais estão dando resultados e qual a melhor dosagem e momento de uso.

"Temos a hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina listadas, e cabe ao médico prescrever qual é o medicamento adequado naquela fase e para aquele paciente", afirmou ele durante visita ao Rio Grande do Sul.

Depois, ao lado de Bolsonaro, ele voltou a recomendar o uso de cloroquina no tratamento da covid-19. A declaração foi feita em transmissão ao vivo em 22 de outubro (assista abaixo), um dia depois de Pazuello ser diagnosticado com a doença. Tanto ele como o presidente, que também já foi infectado, apareceram sem máscara.


"Atendimento" precoce

Durante a coletiva de hoje, Pazuello também negou que o Ministério da Saúde tenha defendido o "tratamento precoce" contra a covid-19, ainda que no sábado (16) o Twitter tenha ocultado uma publicação da pasta que falava justamente sobre isso por considerá-la "enganosa" e "potencialmente prejudicial".

"Não confundam o atendimento precoce com definição de que remédio tomar. Por favor, compreendam isso e não coloquem mais errado. Nós defendemos e incentivamos e orientamos que a pessoa doente procure imediatamente o posto de saúde, procure o médico. O médico faz o diagnóstico clínico desse paciente, esse é o atendimento precoce", disse o ministro.

Tratamento é uma coisa, atendimento é outra. Como leigos, às vezes nós falamos o nome errado. Mas nós temos que saber exatamente o que nós estamos querendo dizer. Atendimento precoce, é esse o nosso objetivo.Eduardo Pazuello, ministro da Saúde

Segundo Pazuello, cabe ao médico definir os medicamentos que vai prescrever ao paciente, e a Saúde "não tem protocolos sobre isso" — o que não é verdade. O protocolo lançado em 20 de maio foi atualizado em 15 de junho e continua disponível no site da pasta.




#Fonte: Do UOL, em São Paulo
Ministro Pazuello Mente ao Dizer que Saúde Nunca Indicou Remédios Contra a Covid-19 Ministro Pazuello Mente ao Dizer que Saúde Nunca Indicou Remédios Contra a Covid-19 Reviewed by CanguaretamaDeFato on 19.1.21 Rating: 5

Veja quem será vacinado a partir desta segunda-feira contra a Covid-19 no Brasil

 Foto: HVesna/Pixabay

O Ministério da Saúde fez nesta segunda-feira (18) a entrega simbólica de mais de 4,6 milhões de doses da Coronavac aos estados para iniciar a vacinação contra o novo coronavírus em todo o país.

Dessa forma, a vacinação no país será adiantada pelo governo federal e pelos governos estaduais.

Além disso, a pasta aguarda a chegada de 2 milhões de doses da vacina de Oxford, também já aprovadas para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser incorporada nessa primeira fase de vacinação.

Quando começa a vacinação?

A previsão inicial era que a imunização nos estados começasse na quarta-feira (20). Na manhã desta segunda, os governadores chegaram a um acordo para adiantar esse prazo para terça-feira (19), às 14h.

Na cerimônia de entrega das vacinas, porém, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mudou novamente o prazo e disse que com a chegada das vacinas nos estados até 14h a imunização poderá começar já nesta segunda-feira (18) a partir das 17h.

“Fica combinado que a gente distribui tudo hoje e começa [a vacinação] ao final do dia, em princípio, às 17h. A gente marca não antes das 17h, mas se alguém tiver delongas, faz parte da missão”, disse o ministro, na cerimônia.

“Quem puder, começa às 18h, mas o importante é que comece hoje, ao final do dia. Esse é nosso combinado”, continuou Pazuello.

E quem serão os primeiros vacinados?

De acordo com informações divulgadas pela Saúde no domingo (17), os primeiros vacinados serão trabalhadores da Saúde (34% deles), população indígena em seus territórios, pessoas com deficiência institucionalizadas e pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas.

Dentre esses grupos, os que receberão a maior quantidade das vacinas neste primeiro momento serão os profissionais da saúde – com mais de 2,2 milhões de imunizados em todo o país –, seguido pelos indígenas – 431 mil –, pelos idosos – cerca de 156 mil – e, por fim, pelos deficientes – pouco mais de 6 mil imunizados.

Já o plano nacional de imunização divulgado pelo governo federal em dezembro informava que o grupo prioritário de brasileiros para receber a vacina contra a Covid-19 inclui, ao todo, 54 milhões de pessoas.

O primeiro grupo, segundo o plano, é formado pelos trabalhadores de saúde (quase 5,9 milhões de pessoas), seguidos pelas pessoas com 80 anos de idade ou mais (4,2 milhões).

Na época da divulgação do plano, no entanto, o governo não previa a inclusão de deficientes já nessa primeira fase de vacinação.

Mas São Paulo já começou a vacinar?

Sim, mas apenas alguns profissionais da saúde. No domingo (17), a primeira enfermeira foi vacinada em São Paulo minutos depois de a Anvisa autorizar o uso emergencial. Além dela, outros 111 profissionais da saúde foram imunizados no estado.

A vacinação, mais ampla para esse público-alvo, no entanto, só deve começar nesta segunda-feira (18), em seis hospitais de referência do estado: os hospitais das Clínicas da USP da capital e de Ribeirão Preto, o de Campinas (Unicamp), o de Botucatu (Unesp), o de Marília (Famema) e o Hospital de Base de São José do Rio Preto (Funfarme).

A orientação do governo paulista é que os municípios priorizem os profissionais da saúde, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à pandemia – que somam, ao todo, cerca de 60 mil pessoas.

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COMEÇOU!! Enfermeira de São Paulo é a Primeira Pessoa Vacinada no Brasil Contra a Covid-19

 I

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, se tornou neste domingo, 17, a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19 no Brasil. Ela foi imunizada com a CoronaVac, desenvolvido pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Com a aprovação pela maioria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste domingo, do uso emergencial do fármaco, Calazans e outros profissionais de saúde indicados por hospitais públicos e que trabalham na linha de frente do combate à Covid-19 estão sendo vacinados pelo governo de São Paulo.

 

 

 

#Fonte: G1

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LABORATÓRIO INDIANO SÓ DEVE ENVIAR VACINAS AO BRASIL EM DUAS SEMANAS, DIZ CEO

 

O diretor-executivo do laboratório indiano Serum Institute, Adar Poonawalla, disse nessa sexta-feira (15) que a Índia só deve enviar ao Brasil as doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford daqui a duas semanas. A informação foi divulgada pelo jornal The Times Of India.

Na entrevista, Poonawalla afirmou que a prioridade do laboratório sempre foi a vacinação da população local. “Nossa primeira prioridade sempre foi nosso próprio país. Assim que cuidarmos disso, podemos começar a exportar as doses da vacina para outros países a todo vapor”, disse.

O governo brasileiro ainda não apresentou esse prazo. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores se furtou a dizer que o recebimento das vacinas, produzidas pelo laboratório indiano, vai demorar mais que o esperado. Isso porque o governo indiano alega “problemas logísticos” para atender à demanda do Brasil ao mesmo tempo em que inicia a campanha nacional de vacinação, agendada para sábado (16.jan).



Fonte: Poder360

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COVID-19: VACINAÇÃO NACIONAL TERÁ CARTEIRA DIGITAL E IDENTIFICAÇÃO PELO CPF

 

A vacinação nacional contra a covid-19, prevista para ter início na quarta-feira (20), conforme anunciado pelo ministro da Saúde Eduardo Pazuello durante reunião com prefeitos na quinta-feira (14), contará com carteira digital, para registro da dose da vacina, e possibilidade de ser imunizado apenas apresentando o CPF.

“Melhorias no aplicativo Conecte SUS Cidadão vão permitir que a pasta monitore as doses da vacina contra o coronavírus e garanta maior segurança à população imunizada”, afirmou o ministério, por meio de nota. O acesso à carteira de vacinação será por meio do aplicativo do Conecte SUS.

As medidas fazem parte de um processo de modernização do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI) e facilitará o controle do Ministério da Saúde, evitando que uma mesma pessoa tome vacinas de laboratórios diferentes.

“É importante que todos contribuam com essas informações. Hoje, nós temos uma, duas, três vacinas possíveis a serem aplicadas. E quando tiver três, quatro ou 10? Se nós não tivermos o controle, o paciente pode tomar a vacina de uma dose tipo A e nós temos que evitar que ele tome uma segunda dose da vacina B”, explicou Jacson Venâncio de Barros, diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).

O sistema ainda permitirá o monitoramento de reações adversas. A identificação, na hora da vacinação, será realizada por meio do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde (CNS). Quem não estiver cadastrado no SUS poderá fazer o resgitro no momento do atendimento, segundo a pasta.

“O DATASUS desenvolve um certificado de vacinação em formato PDF e com QRCode de validação para manter a garantia de segurança do documento emitido”, diz a nota.

 

 

 

 

#Fonte: R7

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OPORTUNIDADE! Polícia Federal Publica Edital de Concurso com 1.500 vagas; Inscrições até 9 de fevereiro

 Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Em sua edição nesta sexta-feira (15), o Diário Oficial da União (DOU) publicou o edital do concurso para a Polícia Federal (PF). No total, serão ofertadas 1,5 mil vagas para os cargos de agente, escrivão, papiloscopista e delegado. Os interessados deverão se inscrever no site.

Os salários iniciais variam de R$ 12 mil a R$ 23 mil. As inscrições terão início em 22 de janeiro e terminam no dia 9 de fevereiro.

Os valores da inscrição variam conforme a carreira: R$ 180 para os cargos de agente, escrivão e papiloscopista e R$ 250,00 para delegado. O pagamento deverá ser efetuado até 3 de março.

Candidatos que desejam solicitar a isenção da taxa de inscrição poderão fazê-lo em link específico no site da banca organizadora, no período das inscrições.

Além das 1,5 mil vagas, o certame ainda vai reservar 500 vagas para a formação de cadastro de reserva.

O concurso será composto por provas objetiva e discursiva, além de demais etapas: teste de aptidão física, avaliação médica, avaliação psicológica e outras.

As provas objetiva e discursiva estão previstas para 21 de março de 2021.

 

 

 

 

#Fonte: Agência Brasil

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...CONTRA O TEMPO! Prefeitos Dizem que Ministro da Saúde, Anunciou Início da vacinação no Brasil para o dia 20 de Janeiro

 

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Após uma reunião com o Ministério da Saúde nesta quinta-feira (14), prefeitos disseram que, de acordo com o ministro Eduardo Pazuello, a vacinação contra a Covid-19 começará em todo o país na quarta-feira (20) da semana que vem.

As mensagens dos prefeitos foram postadas em redes sociais. Procurado pelo G1, o Ministério da Saúde ainda não confirmou a data.

“De acordo com @ministropazuelo, próxima segunda chegam as 2 milhões de doses da Astrazeneca para estados. Há também as 6 milhões da Coronavac. Anvisa liberando domingo, distribuem na terça para iniciar na quarta, dia 20. Ou seja: 8 milhões de doses para janeiro”, escreveu o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), em uma rede social.

As prefeituras de Campinas, de Cuiabá e de Maringá também saíram da reunião informando que o governo marcou a data do dia 20.

Pazuello recebeu mais de 130 prefeitos. A maioria participou virtualmente.

Doses

A Frente Nacional dos Prefeitos disse ainda que, na reunião, Pazuello apresentou a seguinte previsão de quantas doses de vacina o país terá nos próximos meses:

Janeiro: 8 milhões

Fevereiro: 30 milhões

Abril: 80 milhões

Equipamento

O presidente da frente, Jonas Donizete, ex-prefeito de Campinas, disse que a maioria das cidades tem quantidade suficiente de agulhas e seringas para iniciar a vacinação.

“A gente vai passar para o ministro uma ideia de como estão as cidades. E para isso eu fiz uma conversa antes com os prefeitos. A notícia boa para a população é que a maioria das cidades está preparada para a vacinação, com seringas, agulhas”, afirmou.

 

 

 

 

#Fonte: G1

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Organização não governamental Human Rights Watch diz que Bolsonaro tentou sabotar combate à covid-19


Foto: Sérgio Lima/Poder360 

A Human Rights Watch divulgou nesta quarta, 13, a nova edição de seu relatório anual sobre a situação dos direitos humanos, analisando mais de cem países. No capítulo sobre o Brasil, a organização afirma que o presidente Jair Bolsonaro tentou sabotar os esforços para desacelerar a disseminação da covid-19 no Brasil em 2020 e tomou medidas que prejudicam diretamente os direitos humanos.

Com 761 páginas, o relatório ressalta que Bolsonaro minimizou a covid-19, chamando-a de “gripezinha” e disseminou informações incorretas, entre outras violações aos direitos humanos. “O governo Bolsonaro promoveu políticas contrárias aos direitos das mulheres e das pessoas com deficiência, enfraqueceu a aplicação da lei ambiental e deu sinal verde às redes criminosas que operam no desmatamento ilegal da Amazônia”, afirma a organização no documento.

De acordo com a Human Rights Watch, o papel das instituições nacionais para conter os retrocessos promovidos pelo presidente foi essencial. “O Supremo Tribunal Federal tomou decisões contra as tentativas da administração de Bolsonaro de retirar dos Estados a autoridade de restringir circulação de pessoas para conter a pandemia, de suspender a Lei de Acesso à Informação e de ocultar dados públicas sobre a pandemia”, diz o relatório.

Na coletiva de apresentação do relatório, a organização destacou momentos em que as instituições democráticas responderam à política de Bolsonaro que a HRS classifica como “anti-direitos”. Entre as respostas, além das decisões do STF, estão medicas como a determinação de obrigatoriedade de máscara em lojas e escolas feita pelo Congresso.

Para Anna Livia Arida, diretora da HRW no Brasil, Bolsonaro colocou a vida e a saúde dos brasileiros em “grande risco”: “O STF e outras instituições ajudaram a proteger os brasileiros e barrar muitas, ainda que não todas, políticas anti-direitos de Bolsonaro. Eles precisam permanecer vigilantes”.

EUA. A futura relação entre Bolsonaro e novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi citada na coletiva de apresentação do relatório da HRW. Diretor executivo da organização, Ken Roth afirmou que a posse de Biden vai impor dificuldades a Bolsonaro, que via o presidente Donald Trump como um aliado e com quem tinha discursos alinhados. “É um novo mundo, um novo ambiente político. Bolsonaro terá dificuldades”, afirmou.

Imprensa. O relatório destacou ainda a atuação da imprensa independente no País durante a pandemia. “A mídia impressa e televisiva desempenhou papel importante ao continuar informando o público, proporcionando um fórum para debate público e checando os poderes do governo, apesar da estigmatização, bullying e ameaças de ação judicial contra jornalistas por parte da administração Bolsonaro”.

Amazônia. Ainda que as instituições democráticas tenham tido um papel fundamental, algumas ações do governo Bolsonaro não puderam ser contidas e trouxeram resultados ruins, de acordo com o relatório, como a destruição, entre agosto de 2019 a julho de 2020, de cerca de 11 mil km² de floresta amazônica e o aumento de 16% nos incêndios na Amazônia em 2020.

“Ele culpa os povos indígenas, organizações não governamentais e moradores locais pela destruição, em vez de agir contra as redes criminosas que são a força motriz da ilegalidade da Amazônia”, disse Arida.





#Fonte: Estadão

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Governo Federal Vai Antecipar 13º do INSS e Abono salarial

 Foto: Inversa Publicações

O governo federal já decidiu que vai antecipar o pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas neste ano. O pagamento do abono salarial também será antecipado.

A medida estava em estudo como forma de compensar o fim do auxílio emergencial, programa por meio do qual o governo injetou R$ 254 bilhões na economia, desembolsando recursos para 66,4 milhões de pessoas.

A ideia é que os pagamentos comecem entre fevereiro e março.

A iniciativa é tida como viável pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, porque não tem custo fiscal: os recursos já estavam previstos no orçamento e serão apenas desembolsados com antecedência.

A equipe econômica acredita que, com isso, será possível observar a reação ao que é definido internamente como “desmame” do auxílio emergencial.

Outras medidas estão em estudo, como a reformulação ou ampliação do Bolsa Família.

Elas não resolvem, no entanto, o problema de milhares de pessoas que estão deixando de receber o auxílio e que podem ter dificuldade para encontrar emprego em uma economia desacelerada.

O Ministério da Economia, por isso, deve insistir com a ideia da aprovação da Carteira Verde e Amarela, que reduz custo de contratação de funcionários jovens.

A proposta, no entanto, é polêmica e a primeira tentativa de aprová-la no Congresso fracassou.

 

 

 

#Fonte: Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

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ANTES TARDE!! Governo Federal Cogita dar 1ª dose ‘em massa’ Para Reduzir Pandemia; Segunda Aplicação Seria Iniciada a Seguir

 Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira que o governo quer priorizar a primeira dose da vacina contra a covid-19 para fazer a imunização em massa da população. Somente depois dessa fase, seria iniciada a segunda aplicação no país.

Durante evento em Manaus, Pazuello deu essa informação quando se referia ao uso da vacina do laboratório AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com ele, a primeira dose da vacina proporciona uma proteção de 71%, enquanto as duas aplicações combinadas levaria a imunização “para cerca de 90%.”

“É uma estratégia que a SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) vai fazer pra reduzir a pandemia. Talvez o foco seja não na imunidade completa, mas na redução da contaminação, e aí a pandemia diminui muito”, afirmou o ministro.

Pazuello fez um novo balanço de todas as vacinas que poderão ser utilizadas no país e voltou a dizer que somente a produção doméstica possibilitará a imunização em massa da população. “Ficou difícil para as importadas”, afirmou.

De acordo com o ministro, a análise de uso emergencial em andamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) corresponde a 6 milhões de doses de Coronavac importadas da China e outras 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca trazidas da Índia.

Pazuello acredita que, se a aplicação de todas essas doses começar ainda em janeiro, o Brasil terá a capacidade de liderar rapidamente o número de imunizações do mundo, considerando a capacidade instalada no Sistema Único de Saúde (SUS).

O ministro informou que, na avaliação do governo, a vacina do laboratório Janssen “é a melhor de todas”, mas que a capacidade de entrega é de apenas 3 milhões de doses em maio. Ele também reclamou do preço da vacina da Moderna (US$ 37 a dose) e das condições exigidas pela Pfizer.

Apesar da campanha contra as vacinas, promovida abertamente pelo presidente Jair Bolsonaro, Pazuello reconheceu que a população quer ser vacinada, mas defendeu que a imunização não seja obrigatória. “Lembrando que existem outros poderes na República”, afirmou.

Ele também voltou a dizer que a vacinação vai começar em todo o país no mesmo dia e horário, em um recado indireto a governadores que têm marcado data para o início da imunização. “Vai começar no ‘dia D’ e na ‘hora H’ em todos os Estados do Brasil.”

 

 

 

#Fonte: Com Valor

ANTES TARDE!! Governo Federal Cogita dar 1ª dose ‘em massa’ Para Reduzir Pandemia; Segunda Aplicação Seria Iniciada a Seguir ANTES TARDE!! Governo Federal Cogita dar 1ª dose ‘em massa’ Para Reduzir Pandemia; Segunda Aplicação Seria Iniciada a Seguir Reviewed by Canguaretama De Fato on 11.1.21 Rating: 5

Revista Veja diz que Bolsonaro culpa Ministro da Saúde, e Deputado Rodrigo Maia Chama Presidente de 'Covarde'



Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em Brasília


A coluna Radar, publicada na revista Veja, afirma que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) culpa o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, pela perda de popularidade e atraso na campanha de vacinação do Brasil.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), compartilhou a notícia no Twitter e criticou diretamente o presidente: "Bolsonaro é covarde". Mais tarde, ele ainda apontou que Bolsonaro é o culpado pelas mais de 200 mil mortes em decorrência do coronavírus no Brasil."

Bolsonaro é covarde. https://t.co/c0bI9TRma3-- Rodrigo Maia (@RodrigoMaia) January 9, 2021

Bolsonaro: 200 mil vidas perdidas até agora. Você tem culpa.-- Rodrigo Maia (@RodrigoMaia) January 9, 2021

O jornalista Robson Bonin, no texto publicado no Radar, diz que Bolsonaro está irritado com as cobranças nas redes sociais pelo atraso da vacina contra a covid-19.

A coluna afirma que, na reunião ministerial desta semana, Bolsonaro chegou a afirmar — meio brincando, meio à vera — que a pandemia "baqueou Pazuello e ele não dá conta de mais nada".

Segundo a revista, apoiadores do presidente dizem que o discurso que sustentava Pazuello no cargo acabou. A fala inflamada do general na última quinta-feira (7), criticando a imprensa, teria agradado ao chefe do Executivo, mas aliviado só um pouco a impressão.

Pazuello ocupou o cargo interino de ministro da Saúde após a saída de Nelson Teich, em 15 de maio de 2020. Em setembro, o general assumiu como efetivo.
Maia x Bolsonaro

Ontem, Maia já tinha entrado em conflito com Bolsonaro após o presidente falar sobre a união entre ele e deputados do PT em apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara. Nos bastidores, Bolsonaro apoia a candidatura do deputado Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão.

"Não me surpreende que o presidente Bolsonaro critique a união de partidos em apoio à candidatura de Baleia Rossi à presidência da Câmara. Só compreendem o nosso gesto aqueles que defendem a democracia antes de tudo. Aqueles que respeitam diferenças e valorizam o diálogo", escreveu Maia, em seu perfil nas redes sociais.

Mais cedo, Bolsonaro questionou a união entre Rodrigo Maia e deputados do PT em apoio à candidatura de Rossi à presidência da Câmara. N

a ocasião, Bolsonaro citou o voto favorável de Maia ao impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, e caracterizou a suposta mudança de lado do deputado como um "jogo de poder".




#Fonte: UOL, em São Paulo
Revista Veja diz que Bolsonaro culpa Ministro da Saúde, e Deputado Rodrigo Maia Chama Presidente de 'Covarde' Revista Veja diz que Bolsonaro culpa Ministro da Saúde, e Deputado Rodrigo Maia Chama Presidente de 'Covarde' Reviewed by CanguaretamaDeFato on 10.1.21 Rating: 5

APRESENTADOR DATENA REBATE BOLSONARO APÓS CRÍTICAS A BONNER E IMPRENSA: NÃO SOU CANALHA

 

Durante o ‘Brasil Urgente’, José Luiz Datena deu sua opinião sobre alguns posicionamentos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relações aos reflexos das eleições nos Estados Unidos. O presidente Jair Bolsonaro usou esse exemplo nos EUA pra dizer que: ‘olha, se não tiver voto impresso no Brasil em 2022, o que aconteceu lá nos EUA vai acontecer aqui no Brasil’. Isso é um absurdo. Pare de defender esse lunático, se houvesse fraude nas eleições de 2018, você não seria eleito, o senhor era um dos últimos colocados”, disse o apresentador.

Ainda durante o desabafo, o jornalista pediu respeito à democracia e à imprensa. “Pelos erros da esquerda, pela exposição das suas ideias, que muita gente concorda, pela imprensa que divulgou suas ideias, o senhor não pode ficar atacando a imprensa como o senhor ataca, respeite a democracia. Pense bem naquilo que o senhor fala, pois o que o senhor fala hoje tem que ser sustentado amanhã. Não adianta o senhor falar uma bobagem hoje e, no outro dia, colocar na boca da imprensa. Isso não cola mais. O que aconteceu nos Estados Unidos hoje não tem nada a ver com o Brasil”, afirmou.

O apresentador também defendeu os jornalistas e em especial William Bonner, que foi chamado de “canalha” por Bolsonaro. “Não aceito o termo ‘canalha’ pra mim. E não aceito o termo ‘canalha’ para a história da imprensa brasileira. Se não fosse a imprensa brasileira, hoje não viveríamos num país democrático. Respeito minha profissão, respeito meus colegas de trabalho. Não sou canalha. Nenhum de nós pode chegar em casa e ser questionado por nossos filhos: ‘o senhor é canalha, papai?’ Eu não sou canalha, não aceito esse termo”, comentou Datena.

 

 

#Fonte: UOL

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58% dos Brasileiros Rejeitam a Liberação da Prática do Aborto

 
Foto: Pixabay

Pesquisa PoderData mostra que 58% dos brasileiros são contra a legalização da prática do aborto no Brasil. Os que são a favor da legalização somam 31%. Outros 11% não sabem ou não responderam.

Os dados foram coletados de 4 a 6 de janeiro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 518 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Quem mais apoia a liberação do aborto:

– homens (38%);

– pessoas de 16 a 24 anos (41%);

– os que têm ensino superior (46%);

– moradores do Nordeste (37%);

– os que recebem até 2 salários mínimos (38%).

Quem é mais contra a interrupção de uma gestação:

– mulheres (65%);

– pessoas com 60 anos ou mais (71%);

– os que têm só o ensino fundamental (66%);

– moradores da região Sul (86%);

– os que recebem de 2 a 5 salários mínimos (66%).

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Governo do RN lança Operação Verão 2021 com efetivo extra de 735 agentes de segurança

 

Foto: Robson Araújo/ASSECOM/RN

O Governo do Estado lançou, nesta sexta-feira (8), a Operação Verão 2021. A ação integrada de segurança pública terá um efetivo extra de 735 agentes, entre policiais militares e civis, bombeiros e servidores do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), que vão se somar ao efetivo regular em um trabalho diário até dia 17 de fevereiro, que marca a data do fim do Carnaval. O investimento total do Governo em diárias operacionais para a Operação Verão 2021 será de aproximadamente R$ 7 milhões.

Durante o evento, o Governo também entregou equipamentos e 30 novos veículos para as forças de segurança que já serão utilizados na Operação Verão. Os investimentos superam os R$ 8,6 milhões, totalizando mais de R$ 15 milhões para a segurança pública em duas ações simultâneas.

Os números da Operação Verão foram apresentados em evento chefiado pela governadora Fátima Bezerra, com a participação dos líderes de cada órgão de segurança do Rio Grande do Norte. “A Operação Verão é uma ação de Governo, realizada de forma integrada entre as nossas forças de segurança e que visa garantir mais tranquilidade e segurança para o povo do Rio Grande do Norte e para os turistas”, afirmou a governadora durante a solenidade.

Para reforçar o efetivo, o secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, Francisco Araújo, destacou que o efetivo extra atuará permanentemente com mais de 560 policiais militares, 75 membros da Polícia Civil, 70 guarda-vidas e 27 servidores do Itep. “A Operação Verão é uma ação de todos os órgãos da segurança pública do RN e que cobrirá toda a extensão da orla potiguar, indo de Sagi até Tibau”, destacou Araújo.

A governadora destacou que a Operação Verão 2021 seguirá a política de esforço coordenado e integrado que dá o tom do trabalho do Governo. “Todos têm papéis fundamentais na operação, desde a segurança com a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, a Seap e o Itep, até o Detran, o DER/RN, o Idema e até Secretaria de Turismo”, atestou a chefe do Executivo potiguar.

A formatação do plano da Operação Verão contou ainda com a participação do vice-governador, Antenor Roberto, que também é coordenador da Política Estadual de Segurança Pública do RN.

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