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Estudo Russo Mostra Efetividade de 97,6% da Sputnik V Contra a Covid-19

 Foto: ROBERT ATANASOVSKI / AFP

O cientista russo Denis Logunov, um dos principais desenvolvedores da vacina contra a Covid-19 Sputnik V, disse nesta segunda-feira que o imunizante mostrou uma efetividade de 97,6% contra a doença em uma avaliação de dados do mundo real, com base na análise de 3,8 milhões de pessoas.

Usando um banco de dados de pessoas que receberam as duas doses da vacina, os cientistas do Instituto Gamaleya de Moscou, que a desenvolveu, calcularam a taxa de efetividade no mundo real, disse Logunov durante uma apresentação para a Academia Russa de Ciências.

A nova taxa é maior do que a eficácia de 91,6% descrita nos resultados de um ensaio clínico em grande escala da Sputnik V, publicado na revista científica Lancet no início deste ano.

Enquanto os dados de eficácia de uma vacina se referem ao seu desempenho dentro de um ensaio clínico, os de efetividade se referem ao desempenho em condições reais de uso.

Segundo comunicado do Instituto Gamaleya e do Fundo de Investimento Direto Russo, responsável pelo financiamento do desenvolvimento do imunizante, os novos dados serão publicados em uma revista científica revisada por pares no próximo mês.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não aprovou o uso emergencial da vacina russa. Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a Anvisa tem até o dia 28 de abril para decidir sobre a importação excepcional e temporária do imunizante.

A decisão ocorre no âmbito de uma ação movida pelo Maranhão para solicitar a autorização para importar e distribuir 4,5 milhões de doses da Sputnik V. O Consórcio Nordeste, que reúne governadores da região, tem um contrato para compra de cerca de 37 milhões de doses da vacina russa.

Na terça-feira, dia 13, o consórcio Conectar, que reúne prefeitos de cerca de 2 mil municípios brasileiros, manifestou ao Fundo Soberano Russo a intenção de compra de 30 milhões de doses da Sputnik V. Além disso, em março, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 10 milhões de doses da vacina.

Na semana passada, Anvisa relatou ao STF dificuldade para ter acesso aos dados do imunizante e demora dos fabricantes em responder questionamentos.

 

 

 

 

 

#Fonte: O Globo

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TEM GOVERNANÇA! Sem Uso de Máscaras, Mas Com Rastreamento de Contatos, Austrália Volta à Rotina Pré-Covid

 Foto: WILLIAM WEST / AFP

O brasileiro Henrique Barbosa Macedo trabalha no Melbourne Cricket Ground (MCG), estádio esportivo da capital do estado australiano de Victoria. Quando vai à arena, ele passa por uma série de máquinas de escaneamento. Por meio de um código QR que contém seu nome e telefone, cada área que atravessa fica registrada.

Esses escaneamentos não são exclusividade de Macedo ou do seu local de trabalho. São parte do protocolo vigente nacionalmente na Austrália, para permitir rastrear o caminho do coronavírus se um novo caso surgir, algo fundamental para tentar conter o contágio comunitário. A cada caso confirmado, um novo período curto de isolamento é imposto a todos os residentes da região atingida e aos que transitaram pelos locais rastreados.

Foi graças a mecanismos como esse que, no dia 25 de março, o MCG pôde receber 70 mil pessoas, 70% de sua capacidade, para a partida entre os times de futebol australiano Carlton Blues e Collingwood Magpies. Os torcedores não usaram máscaras.

— Parece que você vive em um sonho, em uma bolha. A sensação que dá quando você está dentro do estádio é de que nada aconteceu. Parece que a Covid ocorreu há muito tempo — conta Macedo, um agente educacional de 31 anos que há quatro mora na Austrália.

Sem registrar mortes causadas pela Covid-19 desde dezembro de 2020, o país passou por quarentenas severas, em que até as fronteiras entre os seis estados foram fechadas. Depois de registrar um pico da doença em agosto do ano passado, quando havia uma média diária de pouco mais de 500 casos e 20 mortes, o país de 25,4 milhões de habitantes passou na última semana para uma média móvel de menos de oito casos diários. No total, foram pouco mais de 29 mil casos com 909 mortes, segundo o site Our World In Data, da Universidade de Oxford — uma média de 1.151 casos por milhão de habitantes, contra 60,9 mil no Brasil.

O sucesso no controle da pandemia permitiu que a Austrália relaxasse as restrições a ponto de já poder liberar grandes eventos, como os jogos e shows — em 20 de março, a banda de rock Midnight Oil se apresentou diante de um público de 13 mil pessoas em Geelong.

Escritórios também já voltaram a receber os funcionários, desde que estejam trabalhando a uma distância mínima de dois metros quadrados. O uso de máscaras não é mais obrigatório em lugares fechados, como restaurantes, casas noturnas, shoppings, supermercados, mas há restrições de densidade por local. Cinemas e estádios estão liberados, com até 75% da capacidade.

Além dos escaneamentos e testagens em massa, que facilitam o controle sobre novos casos, uma série de outras medidas foram adotadas, sob coordenação do governo central.

— Não há times azuis ou vermelhos. Não há sindicatos ou patrões. Agora são apenas australianos — declarou, em 2 de abril de 2020, o primeiro-ministro Scott Morrison, em uma entrevista coletiva sobre as medidas que o governo federal viria a tomar para combater a pandemia.

A trégua política permitiu que o Gabinete do premier trabalhasse com os governos estaduais contra a Covid.

— A opinião da ciência esteve sempre à frente de cada passo dos governantes e dos servidores do sistema de saúde público. Não ouvi falar de cloroquina ou ivermectina, nenhuma vez sequer — relata a estudante brasileira Dora Antunes, de 21 anos, moradora de Brisbane. — Sem governantes autoritários e negacionistas, a Austrália conseguiu manter o assunto Covid acima de rivalidades políticas.

A quarentena, adotada em muitas regiões do país para conter a alta dos casos, foi severa. Em alguns estados, como Victoria, durou meses e afetou fortemente a economia. Para conter os danos, o governo australiano injetou cerca de 320 bilhões de dólares australianos (R$ 1,4 trilhão) na economia, o equivalente a 16,4% do PIB. O plano emergencial incluiu um esquema de subsídios às famílias, além de projetos como o Job Seeker, para aqueles que ficaram desempregados durante o período, e o Job Keeper, que ajudava as empresas a continuarem pagando os salários dos funcionários.

Também se provou eficaz a implementação de programas obrigatórios de isolamento em hotéis para cidadãos australianos que retornam ao país. O programa continua em vigor, com um número restrito de regressos por semana, de forma que o sistema de saúde não fique sobrecarregado. As fronteiras do país, contudo, seguem fechadas para estrangeiros, sendo permitida a entrada apenas de cidadãos australianos, residentes permanentes ou pessoas autorizadas pelo governo. De acordo com o Ministério da Saúde local, a maioria dos casos registrados recentemente no país é de pessoas que regressaram à Austrália.

De acordo com os moradores do país, a eficácia das medidas de contenção foi facilitada pela resposta positiva da população.

— Grande parte se mobilizou muito para evitar o agravamento da situação e não quebrou regras de lockdown, uso de máscaras, distanciamento social e higiene — conta a brasileira Maisa Machado, de 30 anos, moradora de Sydney. — Mesmo com a vida voltando ao normal, as pessoas não estão viajando tanto. No Brasil, vejo amigos e parentes que estão isolados desde o ano passado enquanto outros seguem como se nada tivesse acontecido.

No período de restrições mais severas, qualquer pessoa que violasse as regras estaria sujeita a multas. Em Victoria, a multa para quem fosse pego sem máscara poderia chegar ao equivalente a R$ 870. No caso de empresas que descumprissem os protocolos de proteção, as multas chegavam a R$ 435 mil, caso o episódio fosse levado à Justiça, segundo informações do portal oficial do governo do estado.

A fiscalização do cumprimento das medidas cabia às polícias estaduais, mas a população podia denunciar irregularidades por meio de uma linha telefônica: a “Coronavirus Hotline”.

— Sinto que aqui as pessoas são mais conscientes por grande influência do governo, que sempre tratou a doença como calamidade pública — diz a brasileira Luiza Leoi, de 28 anos, que vive em Perth desde 2014. — A pandemia nunca foi motivo de piada dos políticos daqui, que têm adotado medidas rápidas e efetivas de acordo com a progressão no número de casos.

A onda negacionista em relação à pandemia, no entanto, também chegou à Austrália. Embora o país conte com um sistema de saúde universal, o Medicare, e de ter sido um dos primeiros a adotar os testes drive-thru de Covid-19, ainda assim houve certa resistência às quarentenas.

— Teve gente que negava, gente que não queria obedecer às regras, mas a maior parte da população de Victoria, durante os três lockdowns que houve aqui, respeitou as regras e atendeu o governo, pois sabiam que era para um bem coletivo — diz Henrique Macedo. — Como a gente ficou trancado por muito tempo, a gente sabe, hoje em dia, que se a gente precisar de um lockdown, é melhor que seja feito o quanto antes.

A vacinação no país, no entanto, está atrasada quando comparada a outros países ricos. Até agora, apenas 0,6% da população tomou a primeira dose. O governo encomendou vacinas da AstraZeneca e da Pfizer e atribui a imunização lenta ao atraso na entrega.

 

 

 

#Fonte: O Globo

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EM MENSAGEM DE PÁSCOA, PAPA PEDE DISTRIBUIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19 AOS PAÍSES POBRES

 

Fotos: Vatican News

Em um pronunciamento antes da bênção de Páscoa (Urbi et Orbi) deste domingo (4), o Papa Francisco pediu que as vacinas contra a Covid-19 sejam compartilhadas com os países pobres.

“No espírito de um ‘internacionalismo das vacinas’, convoco toda a comunidade internacional ao compromisso de superar as desigualdades na distribuição [das doses] e a de promover a partilha [delas], especialmente às nações mais pobres“, afirmou o pontífice, na basílica de São Pedro, no Vaticano.

Ele pediu que Deus conforte os doentes, os que perderam pessoas amadas e os desempregados. Também clamou às autoridades que proporcionem às famílias necessitadas um “sustento decente”.

Em seguida, o papa orou pelos médicos e falou sobre as crianças e jovens que não podem ir à escola, por causa da pandemia. Todos devem combater a Covid-19, disse.

 Guerra e violência

O papa Francisco também criticou a continuidade das guerras e das disputas armamentistas mesmo durante a pandemia.

“A crise social e econômica é muito grave, especialmente para os mais pobres, e, apesar de tudo (e isso é escandaloso), os conflitos armados não cessam, e os arsenais militares são reforçados”, declarou.

“Há ainda muitas guerras e muita violência no mundo! Que Deus, que é a nossa paz, ajude-nos a superar a mentalidade da guerra.”

 Sem a presença de fiéis

Pelo segundo ano seguido, o Papa Francisco faz seu pronunciamento de Páscoa sem a presença de fiéis. Por causa da pandemia, apenas poucos policiais assistiram presencialmente ao ritual.

O Vaticano está no terceiro dia seguido de lockdown.

EM MENSAGEM DE PÁSCOA, PAPA PEDE DISTRIBUIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19 AOS PAÍSES POBRES EM MENSAGEM DE PÁSCOA, PAPA PEDE DISTRIBUIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19 AOS PAÍSES POBRES Reviewed by Canguaretama De Fato on 4.4.21 Rating: 5

Papa Francisco Celebra Domingo de Ramos em Basílica Quase Vazia Pelo Segundo Ano

 
Foto: Giuseppe Lami/AFP

O papa Francisco, 84, celebrou a missa do Domingo de Ramos em uma Basílica de São Pedro quase vazia pelo segundo ano consecutivo, fruto das restrições impostas pela pandemia de coronavírus, e afirmou que o diabo está se aproveitando da pandemia.

“O diabo está aproveitando a crise para semear desconfiança, desespero e discórdia”, disse ele neste domingo (28), acrescentando que a crise sanitária trouxe sofrimento físico, psicológico e espiritual.

Desde que foi escolhido, em 2013, líder da Igreja Católica, Francisco deixou claro que acredita na existência do diabo. Em um documento de 2018, ele afirma que foi um erro considerá-lo um mito.

Tradicionalmente, no Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa e leva à Páscoa, dezenas de milhares de pessoas enchem a Praça de São Pedro com ramos de oliveira e folhas de palmeira em uma cerimônia ao ar livre. Neste domingo, no entanto, apenas cerca de 120 fiéis participaram da missa, juntando-se ao papa e a 30 cardeais em uma ala secundária da enorme basílica.

“No ano passado, ficamos chocados. Neste ano estamos sob mais pressão, e a crise econômica se tornou pesada”, discursou Francisco. A Itália está em meio a outro lockdown nacional, previsto para terminar após a Páscoa. Na quarta-feira (24), o pontífice ordenou que cardeais e alguns clérigos reduzissem seus salários para salvar os empregos de outros funcionários.

Tanto em sua homilia durante a missa quanto em seus comentários posteriores, Francisco afirmou que a pandemia tornou mais importante do que nunca cuidar das pessoas em dificuldade, especialmente pobres e sofredores. Quase todos os que participaram da missa, exceto o papa e o coro, usavam máscaras.

Em uma versão em pequena escala de um culto tradicional do Domingo de Ramos, o líder da Igreja Católica e os cardeais avançaram para o altar segurando folhas de palmeira.

O Domingo de Ramos comemora o dia em que os evangelhos dizem que Jesus entrou em Jerusalém e foi saudado pelo povo, apenas para ser crucificado cinco dias depois. Os outros cultos da Semana Santa também acontecerão com número limitado de participantes.

 

 

 

 

#Fonte: FolhaPress

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Estudo Revela que Vacina da Gripe é Associada a Redução de 24% no Risco de Covid-19, e Ainda Quem Testou Positivo Teve Menor Probabilidade de Hospitalização

 Foto: Mauro Pimentel/AFP

A vacina contra gripe não previne contra a Covid-19, apenas contra infecções respiratórias causadas pelo influenza, vírus causador da gripe. No entanto, um novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, sugere que o imunizante pode conferir algum nível de proteção contra o coronavírus também.

No estudo, publicado recentemente no periódico científico American Journal of Infection Control, pessoas que tomaram a vacina contra gripe apresentaram um risco 24% menor de serem infectadas pelo novo coronavírus. Para chegar a essa conclusão os pesquisadores analisaram registros médicos de mais de 27.000 pacientes no Michigan submetidos a testes para diagnóstico de Covid-19 em julho de 2020.

Os resultados mostraram que aqueles que receberam a vacina contra a gripe no ano anterior tinham uma probabilidade significativamente menor de testar positivo, em comparação com pessoas que não foram vacinadas. Além disso, mesmo quando infectadas, pessoas vacinadas contra a gripe tiveram menor probabilidade de hospitalização e de intubação.

Como esse foi apenas um estudo retrospectivo observacional, não é possível confirmar uma relação de causa e consequência entre a vacina da gripe e a redução do risco de Covid-19. De acordo com os pesquisadores, a associação identificada pode não estar associada diretamente ao imunizante. “É possível que os pacientes que recebem a vacina contra a gripe também estejam praticando mais distanciamento social e seguindo as diretrizes do CDC”, disse a cardiologista Marion Hofmann Bowman, da Universidade de Michigan, ao site especializado Science Alert.

Por outro lado, os cientistas não descartam a possibilidade de haver um efeito biológico direto da vacina contra a gripe no sistema imunológico, que também ajuda na prevenção de infecções causadas pelo SARS-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus.

Estudos anteriores já associaram a vacina contra gripe a potencialização da imunidade contra o coronavírus e até mesmo à redução da mortalidade pela doença. Um mecanismo plausível para esse efeito benéfico cruzado estaria no processo chamado imunidade treinada, em que a exposição a um invasor também prepara o sistema imunológico para responder a outras ameaças.

“Enquanto o maior benefício para a saúde da vacina contra influenza vem da prevenção da influenza, o benefício potencial auxiliar da proteção contra Covid-19 pode fornecer ímpeto suficiente para pacientes hesitantes se vacinarem”, escrevem os autores.

Neste ano, a campanha de vacinação contra gripe está prevista para acontecer entre 12 de abril e 9 de julho. O Ministério da Saúde pretende vacinar pelo menos 90% do público-alvo, que totaliza mais de 79,7 milhões de pessoas, composto por idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, povos indígenas, profissionais de saúde, professores, pessoas com deficiência, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Em 2020, a ação atingiu 95,7% do grupo prioritário. No ano passado, o governo federal também incluiu adultos de 55 a 59 anos no público-alvo. Mas este ano, a faixa etária não foi contemplada.

Devido à falta de estudos sobre possíveis interações entre a vacina da gripe e a da Covid-19, o Ministério da Saúde recomenda os imunizantes não sejam aplicados simultaneamente. A orientação é que haja um intervalo mínimo de duas semanas entre as injeções. Se houver necessidade de priorizar, o governo recomenda tomar a vacina contra o novo coronavírus antes.

 

 

 

#Fonte: Veja

Estudo Revela que Vacina da Gripe é Associada a Redução de 24% no Risco de Covid-19, e Ainda Quem Testou Positivo Teve Menor Probabilidade de Hospitalização Estudo Revela que Vacina da Gripe é Associada a Redução de 24% no Risco de Covid-19, e Ainda Quem Testou Positivo Teve Menor Probabilidade de Hospitalização Reviewed by Canguaretama De Fato on 26.3.21 Rating: 5

Israel e Nova Zelândia Aprovam Venda de Spray Nasal Que Pode Prevenir e Diminuir Gravidade da Covid-19l

 Foto: Reprodução / CNN

Israel e Nova Zelândia deram aprovação temporária à venda do spray nasal de óxido nítrico (Nons, na sigla em inglês) da empresa de biotecnologia SaNOtize, que pode ajudar na prevenção da transmissão do vírus causador da Covid-19, anunciou a companhia nesta segunda-feira (22).

A produção do Nons, sob o nome comercial Enovid, começou em Israel com a parceira da SaNOtize Nextar Chempharma Solutions e é previsto que o produto comece a ser vendido no país a partir de junho.

Na Nova Zelândia, a SaNOtize obteve o registro do spray nasal junto à agência reguladora do país, o que permite que a empresa distribua e venda o Nons nas farmácias imediatamente, disse a empresa.

O Nons protege os usuários de vírus que entram no corpo através das vias nasais superiores.

Na semana passada, a SaNOtize e o Fundo dos Hospitais Ashford e St Peter’s do NHS (sistema de saúde inglês), de Surrey, no Reino Unido, anunciaram os resultados dos testes clínicos do Nons, que mostraram que ele é um tratamento antiviral efetivo e que pode ajudar a prevenir a transmissão da Covid-19, diminuir os dias de infecção e reduzir a severidade dos sintomas e danos em pessoas que já estão com a doença.

Chris Miller, diretor científico da SaNOtize, disse que a formulação de óxido nítrico para uso em humanos deve “matar os vírus nas vias aéreas superiores, prevenindo que eles fiquem em incubação e se espalhem pelos pulmões”.

 

 

#Fonte: CNN Brasil

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REINFECÇÃO PELO CORONAVÍRUS É RARA, MAS AFETA MAIS OS IDOSOS, MOSTRA ESTUDO

 

 Foto: Sérgio Lima

Um estudo publicado nessa 4ª feira (17.mar.2021) na revista científica The Lancet mostra que a maioria das pessoas infectadas pelos Sars-CoV-2, coronavírus responsável pela covid-19, está protegida contra reinfecções por pelo menos 6 meses. Os idosos, no entanto, estão mais propensos a contraírem novamente a doença.

A pesquisa foi conduzida por cientistas do Statens Serum Institut, de Copenhagen, na Dinamarca. Eis a íntegra, em inglês (560 KB).

O estudo concluiu que apenas 0,65% dos pacientes tiveram covid-19 pela 2ª vez no período analisado. Apesar da taxa ser baixa, um dado chamou a atenção dos pesquisadores: a diferença do nível de proteção entre os idosos.

As pessoas acima dos 65 anos tiveram 47,1% de proteção contra novas infecções. O percentual verificado nos mais jovens é de 80,5%.

Os números foram obtidos por meio de dados coletados do programa nacional de testes da Dinamarca em 2020. Quatro milhões de pessoas (69% da população do país) foram testadas no ano passado. No total, o país realizou 10,6 milhões de testes.

Os pesquisadores compararam os resultados dos testes realizados ao longo das duas ondas de infecção: de março a maio e de setembro a dezembro. Foram excluídos aqueles que tiveram o 1º resultado positivo entre os 2 períodos e os que morreram depois do 1º teste.

Eles afirmam que a proteção verificada não é uma medida confiável para controlar a pandemia. A vacinação e o distanciamento social, segundo os pesquisadores, continuam sendo fundamentais.

 

 

 

 

#Fonter: Poder 360

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Coronavírus: Imunidade Após Primeira Infecção de Covid-19 Pode Durar ‘Meses’, indica estudo

 Pessoas de máscara na plataforma do metrô; em primeiro plano uma mulher loira de máscara segura um café na mão

 
A maioria das pessoas que tiveram covid-19 uma vez está protegida de contrair a doença novamente por pelo menos cinco meses, segundo um estudo liderado pela agência governamental de Saúde Pública da Inglaterra, a Public Health England.

Os cientistas verificaram que quem já contraiu o coronavírus uma vez tem um risco cerca de 83% menor de desenvolver covid-19 novamente em comparação com quem nunca teve a doença.

No entanto, embora traga uma boa notícia, o estudo mostra que a primeira infecção não gera 100% de imunização, ou seja, algumas pessoas podem pegar a covid-19 novamente e espalhar a infecção. 

As autoridades de saúde do Reino Unido enfatizam que as pessoas devem seguir as regras de isolamento social mesmo que já tenham contraído o vírus no passado.

Salvar vidas
A epidemiologista Susan Hopkins, que liderou o estudo, diz que os resultados foram encorajadores e sugerem que a imunidade dura mais do que se esperava, mas a proteção não é absoluta. 

Segundo ela, o mais preocupante é que algumas das pessoas que foram infectadas novamente tinham níveis elevados do vírus mesmo sem ter sintomas — e podiam transmiti-lo a outras pessoas.

"Isso significa que mesmo que você acredite que já teve a doença e está protegido, ainda existe o risco de adquirir uma infecção e transmiti-la a outras pessoas, mesmo que seja improvável que você desenvolva uma infecção grave", acrescenta.

"Agora, mais do que nunca, é vital que todos nós mantenhamos o isolamento social para proteger a saúde pública e salvar vidas."

Como foi feito o estudo
De junho a novembro de 2020, quase 21 mil profissionais de saúde do Reino Unido foram testados regularmente para ver se eles tinham coronavírus e se já tinham tido o vírus anteriormente.

Entre os que não tinham anticorpos para o vírus, sugerindo que talvez nunca tenham sido infectados, 318 desenvolveram novas infecções entre junho e novembro.
Mas entre os 6.614 profissionais que tinham anticorpos, o número de pessoas que voltaram a desenvolver covid-19 foi de apenas 44 novas infecções.

Os pesquisadores coletaram várias evidências diferentes sugerindo que essas 44 pessoas foram reinfectadas, e não apenas mantiveram a primeira infecção — incluindo novos sintomas manifestados mais de 90 dias após a primeira infecção e resultados positivos em exames de PCR. 

Alguns exames ainda estão sendo feitos e os pesquisadores dizem que seus resultados serão atualizados à medida que forem chegando.

'Provável aumento'

Os cientistas continuarão monitorando os profissionais de saúde por 12 meses para ver quanto tempo dura a imunidade.

Eles também vão examinar de perto os casos com a nova variante britânica do vírus — que não estava disseminada no momento desta primeira análise — e vão observar a imunidade dos participantes que receberam a vacina.
O virologista Julian Tang, da Universidade de Leicester, diz que os resultados foram tranquilizadores para os profissionais de saúde.

"Tomar a vacina depois de já ter tido covid-19 não é um problema, e provavelmente aumentará a imunidade natural", diz. "Também vemos isso com a vacina sazonal contra a gripe."

"Espero que os resultados deste artigo reduzam a ansiedade de muitos colegas trabalhadores da área de saúde que estão preocupados com a possibilidade de contrair covid-19 duas vezes", afirma.
 
 
#Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55656161
  • Smitha Mundasad
  • Repórter de Saúde da BBC NEWS
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Portugal Fala em “fazer história” Usando Ivermectina contra Covid

 Foto: Ilustrativa

Um medicamento utilizado no combate a parasitas e piolhos, a ivermectina, está sendo estudado como possível tratamento à Covid-19 em Portugal. O uso já é prescrito por diversos médicos portugueses mesmo que não exista comprovação científica da eficácia do fármaco.

A Ordem dos Médicos deve realizar pesquisas a pedido da Direção-Geral de Saúde que deseja “um parecer urgente” sobre os efeitos da ivermectina no tratamento dos pacientes contaminados pelo novo coronavírus. A entidade está animada com a possibilidade de administração do antiparasitário.

“Foi-nos solicitado um parecer logo que possível sobre a utilização da ivermectina, para avaliarmos a evidência clínica. Pedi urgência, embora vá demorar algum tempo, porque é preciso estudar tudo. Queremos dar um parecer cientificamente sustentado, porque podemos estar a fazer história”, afirma o presidente da entidade da classe médica, Miguel Guimarães.

O vermífugo parece ser a aposta da vez, a Infarmed, Autoridade Nacional do Medicamento que funciona como a Anvisa no Brasil, avalia os pedidos de uso do remédio. Assim como o Ministério da Saúde também vem acolhendo requerimentos para a inclusão da ivermectina no rol de tratamento contra a Covid.

Para Miguel Guimarães, o uso do medicamento não vai “contra as boas práticas médicas”. O médico também defende que “a utilização off-label está associada à experiência clínica, é da responsabilidade do médico e do doente e é feita com milhares de medicamentos”, garante.

 

 

 

#Fonte: Diário do Poder, com informações do portal Executive Digest

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Por Cauda da Covid, Conmebol Adia Rodada Dupla das Eliminatórias Agendada para Março

 
Foto: Pilar Olivares/Reuters

O Conselho da Conmebol anunciou, neste sábado (6), que suspendeu a rodada dupla das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar que estava marcada para março. Com a pandemia do novo coronavírus ainda avançando no continente, ficaria complexa a logística para que os jogadores atravessassem as barreiras sanitárias impostas por vários países.

“A decisão obedece a impossibilidade de contar em tempo e forma com todos os jogadores sul-americanos”, diz texto na conta oficial da entidade no Twitter. “A FIFA analisará a reprogramação da rodada, em coordenação com a CONMEBOL e associações membro. Em breve serão estudadas diferentes opções para realização das partidas.”

A seleção brasileira enfrentaria a Colômbia, em Barranquilla, e a Argentina, no Recife.

 

 

 

 

#Fonte: CNN Brasil

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Brasil Deve Sair do Ranking das 10 Maiores Economias do Mundo

 Foto: Poder 360

O Brasil deve sair do ranking das 10 maiores economias do mundo em 2020. Com a queda de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado, em comparação com 2019, o país desce da 9ª para a 12ª colocação. O levantamento foi feito pela Austin Rating.

O ranking considera o PIB nominal do país, ou seja, em valores correntes. O cálculo é feito em dólar. O Brasil deve ser ultrapassado pelo Canadá, pela Coreia do Sul e pela Rússia em 2020. Nem todos os países já divulgaram os dados oficiais da economia em 2020.

A atividade econômica brasileira teve o maior recuo desde 1996, considerando a base de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a maior desde 1990, se levarmos em conta a série histórica do BC (Banco Central), iniciada em 1962.

De acordo com a Austin Rating, a economia brasileira teve o 21º pior resultado em termos de variação do PIB em 2020. Leia a lista completa AQUI em matéria na íntegra.

 

 

 

 

#Fonte: Poder 360

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COVID-19: Tablóide Francês Publica Artigo “O milagre da ivermectina” e Faz uma Geral dos Estudos Recentes

 Foto: Reprodução/FranceSoir

Artigo do tablóide francês FranceSoir, publicado nesse domingo(28 de fevereiro), fala do “milagre” da ivermectina, apresentando os estudos mais recentes do medicamento no tratamento da covid-19; Veja íntegra abaixo:

A ivermectina, sem dúvida, entrará para a história no pódio das três drogas mais úteis para a humanidade, junto com a penicilina e a aspirina. Em que etapa? Não o primeiro se olharmos para a quantidade, mas certamente o primeiro no que diz respeito ao fator benefício / risco, com sua ampla gama de indicações e praticamente nunca ter matado ninguém, apesar de 4 bilhões de prescrições em humanos desde o seu nascimento. dois vizinhos não desprovidos de riscos, alergias e choque anafilático para penicilina, hemorrágico para Aspirina.

Desde o seu nascimento no final dos anos 1970, tem se mostrado um potente agente antiparasitário, contra uma ampla gama de nematóides internos e externos (vermes) e artrópodes em animais. Em humanos, é usado contra doenças que devastam e desfiguram as populações pobres nos trópicos, como a oncocercose cega dos rios e a filariose, esses vermes finos que entram e circulam em seu corpo. É usado gratuitamente como o único medicamento em campanhas de eliminação dessas duas doenças em nível global.

A ivermectina tem sido amplamente utilizada na medicina veterinária desde 1981, é conhecida por ser ativa contra 183 espécies de nematóides e 129 espécies de insetos e ácaros, listas que aumentam a cada ano. Também é usado em vários vírus, como o pseudo vírus da raiva suína. Assim, a ivermectina trata lombrigas no estômago ou intestino, vermes nos pulmões, ácaros, piolhos, mosca-dos-chifres, carrapatos (que causam enormes danos em bovinos nas regiões tropicais), para piolhos de peixes na aquicultura (mas proibida devido aos efeitos sobre o resto da fauna aquática).

É autorizado em humanos em mais de 100 países, na França é autorizado para anguilulose gastrointestinal, microfilaremia e sarna. Quase 100 milhões de pessoas são tratadas com este produto em todo o mundo a cada ano, e mais de 4 bilhões de doses foram prescritas em 30 anos. Programas estão sendo estabelecidos em alguns países como Nigéria, Burkina Faso e Gana para tratar toda a população, 0,15 mg / kg uma vez por ano sendo suficiente para curar a oncocercose (30 a 40 milhões de casos / ano), mas também a anguilulose intestinal (35 milhões de casos), sarna (300 milhões), leishmaniose, todas as doenças parasitárias da pele, etc.

A ivermectina é uma das poucas moléculas que ganhou o Prêmio Nobel e é o resultado de uma colaboração público-privada internacional. Sua descoberta se deve a Satoshi Ōmura, especialista em antibióticos do Instituto Kitasato de Tóquio, que o confiou a um laboratório privado americano, Merck Sharp e Dohme (MSD), em 1974, para a avaliação in vitro de sua bioatividade. A MSD estava interessada em sua aplicação em humanos já em 1978, antes de ser comercializada em animais. Os primeiros ensaios de fase 1 começaram em 1980, a fase 2 em 1983, e terminaram em 1987 com a primeira autorização mundial, na França, para oncocercose, tendo em vista os resultados em 1.206 pacientes. Hoje, o mesmo órgão que o autorizou, acredita, assim como o Instituto Nacional de Saúde, que mais de 14 mil casos em diferentes estudos não são suficientes para autorizá-lo no caso do Sars-Cov-2. O Prêmio Nobel de Medicina foi concedido em 2015 aos seus descobridores, Satoshi Ömura no Japão e William Campbel nos Estados Unidos.

Além dessa ação sobre os parasitas, a ivermectina tem ação virucida, testada e adotada inicialmente em uma série de infecções virais em animais, como a pseudo-raiva suína causada por um vírus RNA, como o Sars-COV-2. Em humanos, estudos estão em andamento contra diferentes variedades de flavivírus, como dengue, Zika, Chikungunya e o vírus responsável pela infecção do Nilo Ocidental. Os resultados clínicos do Sars-cov-2 são muito promissores.

Inofensividade

Em geral, na medicina, quanto mais eficaz um tratamento, maior a probabilidade de haver efeitos colaterais em outros órgãos, o que faz sentido. Não é para ivermectina, este medicamento é totalmente inofensivo.

Se olharmos para o Vigibase, o banco de dados da OMS que há 30 anos coleta os efeitos colaterais de cada agência de medicamentos em mais de 130 países (incluindo a França), encontramos 175.208 relatórios para Aspirina, 159.824 para Doliprano e 4.614 para Ivermectina. De 4 bilhões de prescrições neste período, isso representa 0,0001% de efeitos colaterais. É difícil atribuir todos esses efeitos apenas à ivermectina, muitos sendo devidos à liberação de resíduos de parasitas mortos e do Covid a medicamentos associados. Desde o início do ano e em 15 de fevereiro, este banco de dados relatou 65.188 notificações para Corminaty (vacina Pfizer), em comparação com 46 para Ivermectina.

Em seu último relatório de 11 de janeiro sobre esses efeitos colaterais no tratamento da Covid, o ANSM relata 0 problemas. Das 15.143 especialidades farmacêuticas reembolsadas na França, certamente é a molécula, ou uma das moléculas que apresenta o menor risco. “A ivermectina é segura e pode ser usada em grande escala”, escreve a OMS. Estudos in vitro e arquivos MA mostram que as doses eficazes são baixas em comparação com as doses potencialmente problemáticas, isso foi testado até mesmo em 10 vezes a dose em humanos, sem reação. Um estudo foi feito até em cães com 30 vezes a dose (10mg / kg), sem problemas.

Só para constar, apenas uma publicação no mundo fala sobre mortalidade por ivermectina, The Lancet, de novo dele. Esta publicação de 1997 descreve 15 mortes em 47 residentes de lares de idosos tratados com ivermectina por um surto de escabiose. The Lancet deve ter notado que um tratamento com lindano e permetrina, inseticidas que matam muitos animais, como gatos, havia sido aplicado como cal antes! Demorou outro post para descobrir. A ivermectina levou anos para se recuperar de um único artigo com conclusões erradas.

Se você tomar 10 comprimidos de Doliprane, recomendados pelas autoridades, você pode morrer de necrose hepática. No entanto, você pode tomar 50 comprimidos de ivermectina 3 dias seguidos e continuar suas atividades diárias sem problemas.

Modo de ação

O primeiro trabalho de MSD focou no bloqueio de neurotransmissores que podem perturbar muito as terminações nervosas de invertebrados, mas também de mamíferos e, portanto, drogas potencialmente perigosas. Posteriormente perceberam que era um erro, e que a ação se dava por meio dos canais de cloreto dependente de glutamato (GluCl), o que abriu perspectivas, pois esses canais, fundamentais em vermes e insetos, estão ausentes em mamíferos, daí a segurança da ivermectina.

A ivermectina causa paralisia e morte em invertebrados pela ativação desses canais nas células nervosas ou musculares. A membrana celular torna-se assim mais permeável aos íons cloreto, causando hiperpolarização da célula nervosa ou muscular, o que leva à paralisia do parasita. Curare de parasitas.

Para os vírus, que não possuem sistema nervoso, o modo de ação é totalmente diferente e vários modos foram descritos. A principal, aceita por todos, é uma ação sobre as proteínas que transportam e penetram o vírus no núcleo, que ele bloqueia, para que o vírus não se reproduza mais. É um inibidor específico do transporte nuclear dependente das importinas α e β, servindo para esse transporte no núcleo.

Para alguns, a ivermectina tem outros benefícios. Esta apresentação do Dr. Paul Marik fornece uma visão geral do estado de conhecimento e hipóteses sobre os modos de ação da Ivermectina. Resumindo, de acordo com Caly L e Druce J, ele se ligaria à proteína Spike. Um estudo de Lehrer S in vivo parece mostrar uma sinergia com macrolídeos para bloquear a entrada do vírus por ação sobre certas proteínas (CL3, RdPd, o nucleocapsídeo e outras), Lenin A e Alvarado Y tendo demonstrado a ligação a CL3. Outras sinergias com macrolídeos também foram observadas no tratamento do lúpus. DiNicolantonio J e McCarty M observam efeitos antiinflamatórios e imunossupressores, e Zhang X e Xinxin Ci mostraram sua ação sobre citocinas inflamatórias, com diminuição significativa na produção de interleucina 1 (proteína utilizada pelo sistema imunológico e leucócitos). Tudo isso explica porque a ivermectina parece ser o único produto ativo em todas as fases da doença, precoce e tardia. Também encontramos um artigo mais recente, no qual a ivermectina inibia a helicase permitindo que o RNA se desenrolasse, impedindo sua replicação.

Contra vermes, insetos e vírus, a ivermectina parece um verdadeiro canivete suíço, com tantas armas diferentes que possui. No entanto, ele nunca foi encontrado para agir sobre as bactérias. Que pena, porque não parece desencadear resistência. Talvez deva ser experimentado em combinação contra germes multirresistentes, visto que suas possibilidades são extensas?

Profilaxia

A ivermectina tem profilaxia notável contra Sars-Cov-2. A baixa taxa de Covid na África, quando no início da epidemia a OMS previa um massacre, talvez não seja alheia ao seu amplo uso (sem falar em todos os tratamentos para malária com Hidroxicloroquina). No International Journal of Antimicrobial Agents, Martin Hellwig et al de Plymouth (EUA), após uma revisão da literatura, descobriram que “os países onde a quimioprofilaxia com ivermectina é administrada em massa têm uma epidemia significativamente menor. “No entanto, se uma ingestão anual é suficiente para muitos parasitas, este não é o caso dos vírus, daí o interesse do trabalho contínuo da empresa Medincell em Montpellier para desenvolver uma forma de ação prolongada.

Atualmente, existem no mundo, apenas no que se refere à profilaxia, 11 estudos sobre o assunto (3ECR), envolvendo mais de 7.000 pacientes, com eficácia média de 89%. Dois exemplos, com 100% de eficiência:

Um estudo na Argentina se concentrou em cerca de 1.200 cuidadores em contato com pacientes Covid, em 4 locais, por 2,5 meses. 788 receberam ivermectina, 407 nada. Resultado: 237 infecções no grupo não tratado, ou 58%, e 0 no grupo tratado. Resultado sem apelo.

Uma segunda publicação, em francês. 121 pessoas de uma casa de repouso (69 residentes, idade média de 90 e 52 funcionários) em Seine et Marne encontraram-se protegidos da Covid, graças ao tratamento de uma epidemia de escabiose no estabelecimento em março de 2020.

Ação terapêutica

Se a ivermectina atue sobre a Covid-19 quando ela ataca, impedindo sua entrada nas células e sua multiplicação, a fortiori, seria totalmente ilógico que o que vemos na profilaxia não se reproduz na terapia. Isso é o que a maioria dos estudos mostra, descrevendo uma melhora muito rápida dos distúrbios, 48 ​​horas, na fase inicial. Também não deixa de ter interesse na fase posterior.

Nenhum estudo no mundo mostra que a ivermectina é ineficaz, nenhum. 2 ou 3 não mostram qualquer diferença, esses estudos (como Chachar em Lahor) cada vez se referem a poucos casos e indivíduos jovens, com menos de 40 anos (23 anos para o mais novo). Como você mostra que um tratamento funciona melhor para uma doença que cura por conta própria nessa idade?

Se é difícil analisar esses estudos, todos diferentes, todos com possíveis imperfeições, é melhor juntá-los, que é o que a OMS está fazendo para avaliar a ivermectina. Existem vários sites que o fazem, e existem estudos de vários médicos, como Drs Marik e Kory nos Estados Unidos e Hill e Lawrie na Inglaterra.

O site c19ivermectin.com lista 41 estudos (incluindo 20 randomizados) feitos por 304 autores em 14.833 pacientes, com resultados de 89% na profilaxia, 83% na fase inicial, mortalidade geral diminuindo em 78%.

Em março de 2020, o professor Paul Marik criou um grupo de especialistas, junto com o Dr. Kory, a Front Line COVID-19 Critical Care Alliance (FLCCC), para reunir e analisar todos os estudos para desenvolver um protocolo de tratamento para COVID-19. Eles descobriram a ivermectina no final do dia. Seu trabalho inclui todos os modos de ação da ivermectina e os resultados de todos os ensaios disponíveis em profilaxia e terapia. Eles detalham cada um dos estudos, sem realizar uma meta-análise, e concluem que a ivermectina é eficaz na profilaxia, terapia e Covids longos. Esses resultados em mais de 7.000 pacientes foram apresentados em 6 de janeiro perante o National Institute of Health.

Andrew Hill, a pedido da OMS / Unitaid, revisou 18 ensaios clínicos randomizados menos questionáveis, envolvendo 2.282 pacientes. Ele notou melhora rápida dos distúrbios, redução da hospitalização e redução de 75% na mortalidade.

Há também o trabalho da Dra. Tess Lawrie. Este médico nascido na África do Sul, pesquisador na Grã-Bretanha, diretor de uma empresa independente de consultoria em medicina baseada em evidências (Evidence-Base Medecine Consultancy Ltd), que rastreia publicações boas e ruins. Seu trabalho com a ivermectina é feito de acordo com os mais altos padrões da Cochrane no campo, como costuma fazer para a OMS em suas recomendações para o mundo. Ele usou as 27 análises do FLCCC, para fazer uma meta-análise incluindo ensaios clínicos randomizados (RCTs) e estudos observacionais controlados (EOC), e excluindo 11 estudos incluindo 5 profiláticos. Os resultados apenas dos estudos menos discutíveis, controlados, relidos e publicados, mostram uma diminuição na mortalidade de 83%. Nos estudos de profilaxia, 88% de eficácia. Tudo está resumido em uma excelente entrevista para ver.

Todos esses estudos, em ambos os lados do Atlântico convergem, todos dão os mesmos resultados, resultados confirmados selecionando apenas os estudos que não podem ser enviesados. Como afirma Tess Lawrie, pode-se argumentar de acordo com estudos sobre o declínio percentual da mortalidade, mas a única coisa que não pode ser discutida é a realidade do declínio indiscutível. A OMS e ANSM, assim como outros países (África do Sul, Inglaterra, ..) estão estudando o dossiê da Ivermectina para rever sua posição. A Índia distribui massivamente (120 milhões de doses vendidas) e tem 3-4 vezes menos mortes do que nós, e a cada mês 2 ou 3 mais países permitem seu uso. Veja o mapa mundial.

COVID-19: Tablóide Francês Publica Artigo “O milagre da ivermectina” e Faz uma Geral dos Estudos Recentes COVID-19: Tablóide Francês Publica Artigo “O milagre da ivermectina” e Faz uma Geral dos Estudos Recentes Reviewed by Canguaretama De Fato on 1.3.21 Rating: 5

NA CONTRA MÃO!! Após crítica de Bolsonaro, OMS Insiste Sobre uso de Máscara e Isolamento


Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Gebreyesus, durante entrevista coletiva em Genebra


A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a defender o uso de máscaras e a adoção de medidas de isolamento social, como forma de frear a pandemia da covid-19. Nesta sexta-feira, a entidade deixou claro que tais medidas funcionam.

Na quinta-feira, enquanto o Brasil registrava um recorde de mortes, com 1.582 casos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) optou por questionar o uso de máscaras e o isolamento social.

Questionado pela coluna sobre qual seria a posição da OMS sobre o uso de tais medidas, o porta-voz da entidade, Tarik Jašarević, confirmou que máscaras e isolamento "ajudam".

"Temos dito de forma consistente que, por si só, usar máscaras não é suficiente. Precisa ser parte de uma série de medidas tomadas", afirmou. "Distanciamento ajuda, reduz os riscos de ser infectado. Máscaras ajudam, especialmente quando o distanciamento não é possível", declarou.


"Cada um de nós pode reduzir os riscos de exposição. Isso não quer dizer que autoridades não devem colocam em práticas suas ações, o que inclui monitorar a transmissão do vírus e quebrar cadeias de transmissão, por meio de rastreabilidade, isolar e testar pessoas", completou.

Para o escritório da OMS para a Europa, foram as medidas de isolamento e o uso de máscaras que permitiram que o número de novos casos no continente fosse reduzido pela metade entre dezembro e fevereiro.

Citando um suposto estudo feito na Alemanha, Bolsonaro afirmou que as máscaras são "prejudiciais" às crianças, causando irritabilidade, dor de cabeça e dificuldade de concentração.

"Começam a aparecer os efeitos colaterais das máscaras", disse, depois de listar uma série de problemas supostamente causados pelas máscaras. "Eu tenho minha opinião sobre as máscaras, cada um tem a sua, mas a gente aguarda um estudo sobre isso feito por pessoas competentes", afirmou.

O presidente também criticou o isolamento social. "Quem quer auxílio emergencial e a cidade está fechada... Vão cobrar do prefeito, vão cobrar do governador, já que ele quer que você fique em casa eternamente e quer mandar a conta para nós [governo federal] pagarmos. Eu teria o maior prazer de pagar eternamente um salário para todo mundo viver numa boa, sem trabalhar, mas isso não existe", declarou.

Nesta semana, o chanceler Ernesto Araújo também criticou as medidas de confinamento. Num discurso na ONU, ele alertou que "as liberdades fundamentais são hoje ameaçadas por desafios crescentes e a crise da covid-19 apenas contribuiu para exacerbar essas tendências".

"Sociedades inteiras estão se habituando à ideia de que é preciso sacrificar a liberdade em nome da saúde. Não critico as medidas de "lockdown" e semelhantes que tantos países aplicam, mas não se pode aceitar um "lockdown" do espírito humano, o qual depende fundamentalmente da liberdade e dos direitos humanos para exercer-se em sua plenitude", disse.





#Fonte: Uol, Jamil Chade

NA CONTRA MÃO!! Após crítica de Bolsonaro, OMS Insiste Sobre uso de Máscara e Isolamento NA CONTRA MÃO!! Após crítica de Bolsonaro, OMS Insiste Sobre uso de Máscara e Isolamento Reviewed by CanguaretamaDeFato on 26.2.21 Rating: 5

Casos de Covid-19 e Mortes Caem no Mundo, mas Ritmo é Diferente em Cada País

 Voluntária desinfeta a entrada de um abrigo do Exército da Salvação no Texas; os EUA são um dos países que vêm apresentando queda de casos na comparação com final do ano passado Foto: SHELBY TAUBER / REUTERS

O número de novos casos da Covid-19 no mundo vem caindo nas últimas semanas. De acordo com o boletim semanal mais recente da Organização Mundial da Saúde, do dia 16 deste mês, houve uma redução de 16% nas infecções em relação à semana anterior. A queda, segundo afirmam especialistas, é resultado do endurecimento das medidas restritivas implementadas no fim do ano passado e do início da campanha de vacinação contra o vírus, além de imunidade coletiva — embora este último, segundo apontam estudos, seja um fator transitório.

Desde que os primeiros casos do novo coronavírus foram confirmados, em janeiro do ano passado, o mundo já registrou mais de 111 milhões de infecções e quase 2,5 milhões de mortes provocadas pela doença altamente contagiosa. Segundo o relatório da OMS, a semana encerrada no dia 16 também registrou uma queda de 10% nos novos óbitos. Essa tendência aparece desde meados de janeiro, pelo menos. No entanto, apesar de ser uma boa notícia a respeito da crise sanitária, há muitas ressalvas.

Sem uniformidade

A redução de casos e mortes não é um fenômeno homogêneo. Das seis regiões examinadas pela OMS, uma apresentou aumento do número de novos casos: o Mediterrâneo Oriental, que engloba países do Oriente Médio, Norte da África e Ásia Central, e registrou um crescimento de 7% nas infecções. Além disso, embora a Europa e o continente americano tenham apresentado queda em seus números, essas regiões continuam a registrar um alto índice de casos diariamente, que ainda é maior do que os números de setembro do ano passado. Na sexta-feira, as médias móveis nas duas regiões eram, respectivamente, de 170 e 310 novos casos por milhão de habitantes.

— Quando falamos de valores globais, eles precisam ser quebrados em regiões e países para entendermos o que significam. Um número único não nos diz muita coisa — ressalta Natalia Pasternak, presidente do Instituto Questão Ciência (IQC) e pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Segundo Gabriel Maisonnave, professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, ao analisar a curva da pandemia desde o início, o mundo já teve três “degraus” de contaminação, isto é, o número de casos já teve um aumento expressivo três vezes, sinalizando o início de cada onda. Desta vez, a redução de infecções é mais significativa, apesar de seu número absoluto ser maior do que nas ondas anteriores. No entanto, a tendência não reflete o real cenário nos países.

—Vemos que há surtos muito fortes do coronavírus nas Américas e na Europa, enquanto na Ásia e na África os casos são mais controlados. O que temos na verdade são epidemias locais com ritmos diferentes — explica o professor.

Os Estados Unidos, que de longe são o país mais afetado em números absolutos, com 28 milhões de casos e mais de 498 mil mortes, também vivem uma queda nas infecções e óbitos. Isso se deu principalmente após a posse do novo presidente americano, Joe Biden, em 20 de janeiro. Desde então, como uma nova orientação federal no combate à pandemia, o país passou a adotar mais medidas restritivas obrigatórias, como o uso de máscaras e o distanciamento físico, e acelerou a campanha de imunização.

— A troca de Presidência teve um efeito muito positivo no combate à pandemia. Saiu uma pessoa que era negacionista e entrou alguém mais favorável à ciência — afirma Pasternak, referindo-se ao presidente Donald Trump.

Brasil na contramão

Por diversas vezes, o republicano adotou uma postura errática em relação à crise sanitária, menosprezando a gravidade do vírus. A conduta levou a mortes que poderiam ter sido evitadas, apontou um relatório da revista científica Lancet.

Enquanto alguns países acompanham a tendência global de queda nos casos e mortes, outros seguem na direção contrária. É o caso do Brasil, que desde o dia 21 de janeiro registra uma média de mortes acima de mil por dia. O Brasil é o segundo país no mundo com mais mortes pela Covid-19 — 244 mil ao todo — e o terceiro com mais casos, tendo registrado mais de 10 milhões de infecções.

Com os gargalos na produção e distribuição da vacina contra a Covid-19, o país só conseguiu imunizar com uma dose 2,74% da população, segundo dados do consórcio de veículos do qual O GLOBO faz parte. Aqueles que receberam a segunda dose somam 0,53%, muito longe da proporção necessária para a volta da normalidade.

— Estimamos que é preciso ter 30% da população vacinados para começar a ver os efeitos da imunização. E 70% para podermos voltar à normalidade — explica Gabriel Maisonnave.

Casos de Covid-19 e Mortes Caem no Mundo, mas Ritmo é Diferente em Cada País Casos de Covid-19 e Mortes Caem no Mundo, mas Ritmo é Diferente em Cada País Reviewed by Canguaretama De Fato on 22.2.21 Rating: 5

Vacina de Oxford é Mais Eficaz com Intervalo Maior Entre Doses, diz estudo

 
Foto: Justin Tallis/AFP

A vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca tem maior eficácia quando as duas doses são aplicadas com um intervalo de 12 semanas.

É o que aponta estudo (veja aqui) publicado na revista científica britânica The Lancet na sexta-feira (19).

De acordo com a pesquisa, a eficácia do imunizante pode chegar a 82% caso a 2ª dose seja aplicada 12 semanas depois da 1ª. O estudo indica que, como após a 1ª dose, a vacina tem 76% de eficácia, a aplicação da 2ª em 6 semanas ou menos pode reduzir a potência de imunização.

“Isto sugere que o intervalo entre doses pode ser seguramente prolongado para três meses, dada a proteção oferecida por uma única dose, o que permitiria aos países vacinarem uma proporção maior da população mais rapidamente”, afirmaram os autores.

Segundo Andrew Pollard, pesquisador-chefe da equipe de vacinas da Universidade de Oxford, a informação deve influenciar a definição dos cronogramas de imunização dos governos que adquiriram a vacina.

“Quando os fornecimentos são apertados, a decisão de vacinar primeiro mais pessoas com uma única dose pode oferecer imediatamente mais proteção à população, em vez de vacinar metade do número de pessoas com duas doses”, disse.

 

 

 

#Fonte: Poder 360

Vacina de Oxford é Mais Eficaz com Intervalo Maior Entre Doses, diz estudo Vacina de Oxford é Mais Eficaz com Intervalo Maior Entre Doses, diz estudo Reviewed by Canguaretama De Fato on 21.2.21 Rating: 5

Em estudo inédito, Reino Unido Vai Infectar Pessoas com Covid-19

 (Foto: Alex Robinson Photography via Getty Images)

O primeiro estudo sobre formas de contágio do novo coronavírus em humanos deve começar dentro de um mês no Reino Unido. A pesquisa, aprovada pelo departamento britânico de ética em estudos clínicos, irá envolver 90 adultos saudáveis com idades entre 18 e 30 anos. Essas pessoas serão expostas à covid-19 em um ambiente controlado.

O estudo visa estabelecer a quantidade mínima de vírus necessária para causar uma infecção e desencadear uma resposta imune, além de explorar como o coronavírus passa de pessoa para pessoa.

Os participantes serão monitorados por médicos e cientistas após a exposição ao vírus. A cepa usada será a variante que circulava no Reino Unido no ano passado, e não as que surgiram mais recentemente.

A expectativa é de que a pesquisa traga mais entendimento sobre o Sars-CoV-2 e ajude na resposta à pandemia, colaborando com o desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra a covid-19.

“Tivemos progressos muito positivos no desenvolvimento da vacina, mas queremos descobrir vacinas melhores e mais eficazes para usar no longo prazo”, afirmou Kwasi Kwarteng, um dos responsáveis pelo estudo.

 

 

 

 

#Fonte: Época

Em estudo inédito, Reino Unido Vai Infectar Pessoas com Covid-19 Em estudo inédito, Reino Unido Vai Infectar Pessoas com Covid-19 Reviewed by Canguaretama De Fato on 17.2.21 Rating: 5

OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford


Foto: Ben Stansall/AFP

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou, nesta segunda-feira (15), o uso emergencial da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19. Duas versões da vacina entraram na lista de uso emergencial da entidade: a produzida pela própria AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul, e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

Com a entrada na lista, as vacinas poderão ser oferecidas por meio da plataforma Covax, iniciativa da OMS para garantir o acesso equitativo às vacinas da Covid a países mais pobres.

Apenas uma outra vacina, a da Pfizer, já havia entrado na lista de uso emergencial da OMS.

“Países sem acesso a vacinas até agora finalmente vão conseguir começar a vacinar seus profissionais de saúde e populações de risco, contribuindo para o objetivo da Covax Facility de distribuição equitativa de vacinas”, declarou Mariângela Simão, diretora-geral assistente da OMS para Acesso a Medicamentos e Produtos de Saúde.

“Mas precisamos continuar a pressão para atender às necessidades de populações prioritárias em todos os lugares e facilitar o acesso global”, continuou Simão.

“Para fazer isso, precisamos de duas coisas – um aumento da capacidade de produção e o envio precoce, pelos desenvolvedores, de suas vacinas para avaliação da OMS”, disse.

O grupo de especialistas da OMS para imunização (SAGE, na sigla em inglês) já havia divulgado, na semana passada, as orientações de uso da vacina de Oxford.

Aplicação no Brasil

A vacina de Oxford é uma das duas que já estão sendo aplicadas no Brasil – a outra é a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac –, depois de obterem autorização de uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Instituto Serum, um dos fabricantes com versões da vacina autorizadas pela OMS, é o laboratório do qual o Brasil comprou as doses prontas do imunizante. A versão produzida na Índia e comprada do laboratório chega em território brasileiro com o nome de “Covishield”.

Na semana passada, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da OMS nas Américas, disse que as primeiras doses das vacinas distribuídas por meio da Covax devem chegar aos países americanos no fim deste mês.

G1

OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford Reviewed by CanguaretamaDeFato on 15.2.21 Rating: 5

Estudo aponta 3 fatores que fazem alguém ser um superpropagador de Covid-19

 


Foto: Lisanto/Unsplash

Um novo estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences indica quais fatores podem fazer alguém com Covid-19 transmitir o novo coronavírus com mais facilidade do que outras pessoas diagnosticadas com a doença.

De acordo com os pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, do Hospital Geral de Massachusetts e das universidades de Tulane e de Harvard, nos Estados Unidos, a idade, a obesidade e a gravidade da infecção pelo Sars-CoV-2 são condições que estão associadas ao fato de alguns indivíduos serem “superpropagadores” durante a pandemia.

Ao examinarem dados de um estudo observacional de 194 pessoas saudáveis e de uma pesquisa experimental com oito macacos de duas espécies diferentes com Covid-19, os cientistas perceberam que indivíduos mais velhos que têm um grau crescente de infecção pelo Sars-CoV-2 e que apresentam índices de massa corporal (IMC) maiores exalam três vezes mais partículas do que outros grupos. Além disso, os pesquisadores notaram que 18% dos humanos acompanhados no estudo foram responsáveis por 80% das partículas exaladas pelo grupo todo – um dado que segue o padrão de outras epidemias, nas quais 20% dos infectados são responsáveis por 80% das transmissões do vírus.

A resposta para esses números está tanto na quantidade quanto no tamanho das partículas que são expelidas no ar. Os cientistas perceberam que os macacos disparavam mais gotículas conforme a infecção por Covid-19 progredia, apresentando picos uma semana após contraírem a doença. E, com o avanço da enfermidade, essas partículas ficavam mais pequenas, o que permite que elas sejam expelidas muito mais facilmente durante a respiração, a tosse e a fala, que fiquem mais tempo flutuando no ar, que voem para mais longe e que penetrem nos pulmões mais profundamente quando inaladas.

De acordo com Chad Roy, coautor do estudo e diretor da área de aerobiologia de doenças infecciosas na Universidade de Tulane, o aumento das partículas expelidas foi verificado mesmo nos casos assintomáticos de Covid-19. “Vimos um aumento semelhante nas gotículas durante o estágio de infecção aguda com outras doenças infecciosas, como a tuberculose”, ele observou em um comunicado. “Parece provável que infecções virais e bacterianas das vias aéreas podem enfraquecer o muco dessa parte do corpo, o que promove o movimento de partículas infecciosas para o ambiente.”

David Edwards, professor de prática de engenharia biomédica na Universidade de Harvard, também apontou que a composição corporal tem papel importante na geração de partículas respiratórias. “Embora nossos resultados mostrem que pessoas jovens e saudáveis ​​tendem a gerar muito menos gotículas do que os mais velhos e menos saudáveis, os dados também mostram que qualquer um de nós, quando infectado por Covid-19, pode estar em risco de produzir um grande número de gotículas respiratórias”, alertou.

Galileu

Estudo aponta 3 fatores que fazem alguém ser um superpropagador de Covid-19 Estudo aponta 3 fatores que fazem alguém ser um superpropagador de Covid-19 Reviewed by CanguaretamaDeFato on 14.2.21 Rating: 5
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