Lula reage a vídeo de criança com arma em ato político no RN: 'fiquei perplexo'
Foto: Ricardo StuckertO presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), repercutiu nesta sexta-feira (9) o vídeo em que uma criança aparece em um ato político segurando uma suposta arma. O caso ocorreu no último fim de semana em Parnamirim, na Grande Natal, e é investigado pela Polícia Civil. No posicionamento, em publicação nas redes sociais, Lula disse que ficou perplexo com a ação
"Eu fiquei perplexo ao ver uma criança em cima do carro, receber uma arma do pai e ficar levantando a arma", disse o presidente. A criança estava sob a guarda do pai, que divide a guarda do filho após se separar da mãe dele. Segundo o Conselho Tutelar de Parnamirim, a mulher disse que só soube do caso por publicações nas redes sociais e que iria requerer a guarda unilateral do filho após o ocorrido.Polícia apura caso de criança com suposta arma em comemoração política no RN
No vídeo sobre o caso, Lula ainda criticou a política de armas do governo Jair Bolsonaro. "Vocês se lembram que no Governo Bolsonaro eles venderam mais de um milhão de armas e mais de um milhão de balas. Onde foram parar essas armas? Elas foram parar nas mãos dos bandidos, na mão do crime organizado. O povo honesto e trabalhador não precisa de arma, precisa de segurança pública. Por isso nós vamos cuidar disso", disse ele.
O presidente também afirmou que Flávio Bolsonaro, rival na disputa de 2º turno pela Presidência da República, "quer voltar para vender mais armas". Já ele disse que a revolução do seu governo será feita distribuindo livro didático nas universidades, nos institutos federais e nas escolas. "Porque a nossa revolução significa leitura, cultura e educação. É esse mundo que nós vamos prometer para o povo brasileiro. E é esse mundo que nós estamos construindo", finalizou.






A presença de sete mulheres entre as 24 cadeiras representa 29,2% da composição da Assembleia do RN, sendo o maior número da história da Casa. Foto: ALRN
A próxima legislatura contará com sete deputadas, número recorde na história da Assembleia. Fotos: ALRN e TSE
Os dados consideram os valores arrecadados na assistência hospitalar e ambulatorial| Foto: Arquivo TN

Cabo Deyvison saiu do MDB, por onde se elegeu, e se filiou ao PL | Foto: Divulgação


