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Indústria potiguar gera R$ 12,7 bilhões e emprega mais de 66 mil pessoas, aponta IBGE

Indústria potiguar gera R$ 12,7 bilhões e emprega A indústria do Rio Grande do Norte gerou R$ 12,77 bilhões em valor de transformação industrial (VTI) em 2024, segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria (PIA) Empresa, divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O montante representa 6% do valor gerado pelo setor no Nordeste, que foi de R$ 213,3 bilhões.

Na época do levantamento, o estado tinha 2.057 empresas industriais em atividade. Juntas, elas empregavam 66.548 pessoas e pagavam, em média, dois salários mínimos aos trabalhadores. As remunerações somaram R$ 2,38 bilhões no período.

Já a receita líquida de vendas das indústrias potiguares chegou a R$ 28,32 bilhões, enquanto os custos das operações industriais somaram R$ 15,30 bilhões. As atividades com maior receita líquida de vendas no RN foram fabricação de produtos alimentícios, com R$ 6,74 bilhões; extração de petróleo e gás natural, com R$ 3,09 bilhões; e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos, com R$ 2,34 bilhões.

Empregabilidade e valor

A fabricação de produtos alimentícios foi o segmento com maior presença na indústria potiguar em 2024. A atividade liderou 12 dos 13 critérios analisados pelo IBGE, com 550 unidades locais em atuação no estado. O setor também foi o que mais empregou, com 16.472 pessoas ocupadas. Na sequência, a confecção de artigos do vestuário e acessórios aparece com 15.514 pessoas ocupadas.


Em valor bruto da produção industrial, a fabricação de alimentos também liderou, com mais de R$ 6,70 bilhões, equivalente a 23,89% do total gerado pela indústria potiguar.

Apesar da liderança da indústria alimentícia em número de empresas, empregos e produção, a extração de petróleo e gás natural foi a atividade com maior valor de transformação industrial no estado. O segmento concentrou 19,55% do VTI do RN, com R$ 2,49 bilhões, seguido pela fabricação de produtos alimentícios, com R$ 2,09 bilhões.

Segundo o analista da pesquisa do IBGE, Marcelo Miranda, o VTI representa a riqueza efetivamente gerada pela atividade industrial, calculada a partir do valor bruto da produção menos os custos das operações industriais. “A extração de combustíveis fósseis pode apresentar um VTI elevado sem liderar as demais variáveis. Geralmente, as atividades extrativas possuem um alto valor agregado por unidade produzida, ou seja, mesmo empregando menos trabalhadores, mesmo tendo menor participação em salários totais, entre outras variáveis, a extração gera maior riqueza a partir da exploração de recursos naturais”, explicou Miranda. potiguar gera R$ 12,7 bilhões e emprega mais de 66 mil pessoas, aponta IBGE
Redação Tribuna do Norte•24 de junho de 2026•10h38

Setor alimentício lidera em número de empresas e empregos, enquanto petróleo e gás concentram a maior geração de riqueza industrial no estado.

Foto: Ilustrativa/Freepik


A indústria do Rio Grande do Norte gerou R$ 12,77 bilhões em valor de transformação industrial (VTI) em 2024, segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria (PIA) Empresa, divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O montante representa 6% do valor gerado pelo setor no Nordeste, que foi de R$ 213,3 bilhões.

Na época do levantamento, o estado tinha 2.057 empresas industriais em atividade. Juntas, elas empregavam 66.548 pessoas e pagavam, em média, dois salários mínimos aos trabalhadores. As remunerações somaram R$ 2,38 bilhões no período.


Já a receita líquida de vendas das indústrias potiguares chegou a R$ 28,32 bilhões, enquanto os custos das operações industriais somaram R$ 15,30 bilhões. As atividades com maior receita líquida de vendas no RN foram fabricação de produtos alimentícios, com R$ 6,74 bilhões; extração de petróleo e gás natural, com R$ 3,09 bilhões; e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos, com R$ 2,34 bilhões.

Empregabilidade e valor

A fabricação de produtos alimentícios foi o segmento com maior presença na indústria potiguar em 2024. A atividade liderou 12 dos 13 critérios analisados pelo IBGE, com 550 unidades locais em atuação no estado. O setor também foi o que mais empregou, com 16.472 pessoas ocupadas. Na sequência, a confecção de artigos do vestuário e acessórios aparece com 15.514 pessoas ocupadas.


Em valor bruto da produção industrial, a fabricação de alimentos também liderou, com mais de R$ 6,70 bilhões, equivalente a 23,89% do total gerado pela indústria potiguar.

Apesar da liderança da indústria alimentícia em número de empresas, empregos e produção, a extração de petróleo e gás natural foi a atividade com maior valor de transformação industrial no estado. O segmento concentrou 19,55% do VTI do RN, com R$ 2,49 bilhões, seguido pela fabricação de produtos alimentícios, com R$ 2,09 bilhões.

Segundo o analista da pesquisa do IBGE, Marcelo Miranda, o VTI representa a riqueza efetivamente gerada pela atividade industrial, calculada a partir do valor bruto da produção menos os custos das operações industriais. “A extração de combustíveis fósseis pode apresentar um VTI elevado sem liderar as demais variáveis. Geralmente, as atividades extrativas possuem um alto valor agregado por unidade produzida, ou seja, mesmo empregando menos trabalhadores, mesmo tendo menor participação em salários totais, entre outras variáveis, a extração gera maior riqueza a partir da exploração de recursos naturais”, explicou Miranda.





#Fonte; Tribuna do Norte 
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RN dá salto nas exportações de ouro e alcança 6º lugar no ranking nacional

 Foto: Alex Régis


Entre 2020 e 2024, o Rio Grande do Norte exportou apenas US$ 5,5 milhões em ouro. Em 2026, apenas no acumulado de janeiro a junho, o valor saltou para US$ 157,5 milhões, impulsionado pela entrada em operação do projeto da Aura Minerals, em Currais Novos, a partir do ano passado. O resultado fez o ouro responder por 24,6% de toda a pauta exportadora potiguar no período. Além disso, o estado já figura como o sexto maior exportador de ouro do Brasil, com 3,4% do total nacional entre as unidades da federação declaradas — embora ainda distante dos gigantes Minas Gerais (49,7%) e Bahia (15,0%).

Os dados constam na Análise da Balança Comercial do RN – 2020 a 2026 (1º semestre), um levantamento elaborado pelo Sebrae-RN. O documento aponta que a partir de 2025, com a entrada em operação da Aura Minerals e o início do ramp-up do projeto Borborema, as exportações do metal saltaram para US$ 248,7 milhões no ano passado, enquanto a média mensal passou de US$ 0,12 milhão para US$ 13,8 milhões.

O avanço também pode ser observado no volume físico exportado. Em quatro anos, entre 2020 e 2024, foram pouco mais de 99 quilos de ouro exportados pelo Estado. Em apenas 18 meses, o volume ultrapassou 3 toneladas.

Desde 2025, o Canadá recebeu US$ 204,1 milhões em ouro exportado pelo RN, enquanto a Suíça aparece em segundo lugar, com US$ 44,6 milhões. Os dois países são importantes centros de refino, comercialização e negociação do metal.


Para Mário Tavares, presidente do Sindicato da Indústria da Extração de Minerais Básicos e de Minerais Não-Metálicos do RN (Sindminerais-RN), a chegada da Aura Minerals representa uma mudança no padrão da atividade mineradora no Estado, principalmente pelo uso de novas tecnologias.

Mário Tavares avalia que o projeto ainda tem espaço para ampliar a produção. “A Aura veio com tecnologia. Se você entra na mina da Aura, você vai ver que tudo é bem diferente das outras minas tradicionais. Estão explorando o ouro justamente por causa dessas tecnologias que eles trouxeram para cá. Coisa de inovação mesmo”, considera.

De acordo com ele, considerando as reservas já estudadas pela empresa, a mina tem potencial para aproximadamente 20 anos de atividade.


O presidente do Sindminerais também chama atenção para outras ocorrências de ouro no estado que ainda precisam ser estudadas para determinar se possuem viabilidade econômica. Ele cita áreas em São Fernando e no Alto Oeste como exemplos de regiões com ocorrências conhecidas, mas que ainda não passaram por estudos suficientes.Mário Tavares, presidente do Sindminerais-RN. Foto: Alex Régis

Para o geólogo Alexandre Rocha, o potencial aurífero do Seridó vai além do Projeto Borborema. Ele explica que a região reúne características geológicas favoráveis à formação de depósitos de ouro e que as mineralizações conhecidas fazem parte de um contexto mais amplo da Província Borborema.



#Fonte: Tribuna do Norte 
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Com impulso dos pequenos negócios e alta demanda, confecções do RN crescem 54% em 12 meses

Julia von Bahr, da Arteira Personalizados, ampliou investimentos e elevou a produção de 1,8 mil para 3 mil peças por mês| Foto: Adriano Abreu

Enquanto a produção industrial potiguar registrou recuo de 15,5% de janeiro a maio de 2026, o mais intenso do país, puxado pela cadeia de petróleo e indústrias extrativas, a confecção de artigos do vestuário e acessórios seguiu na contramão e apresentou avanço expressivo. Com 44% de crescimento, o setor de confecções foi o único na indústria do RN com alta acumulada nos cinco primeiros meses do ano. A atividade também teve aumento de 53,8% em maio de 2026, no comparativo com igual período do ano anterior e, considerando o acumulado de 12 meses, o crescimento foi ainda maior, de 54,5%, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Pessoa Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta demanda do mercado é o fator principal de expansão do setor.

De acordo com a Federação das Indústrias do RN (Fiern), a cadeia de confecções é o maior empregador da indústria de transformação do estado, com 20.915 trabalhadores formais (32,9% do total), com PIB pouco maior de R$ 1 bilhão/ano (4,2% do total) e massa salarial de R$ 706 milhões injetados na economia.

Marinho Herculano, presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do Rio Grande do Norte (Sindvest-RN), estima que as confecções potiguares reúnem cerca de 1,5 mil a 2 mil empresas e oficinas, distribuídas principalmente pelos polos do Seridó, Grande Natal e Agreste.

“Os principais polos produtivos estão concentrados em Caicó, Jardim de Piranhas, São José do Seridó, Serra Negra do Norte, Natal, Parnamirim, Macaíba, Currais Novos, Acari e Santa Cruz. Grande parte dessas unidades produtivas é composta por micro e pequenas empresas, além de oficinas de costura e facções que atendem marcas locais e nacionais”, afirma Marinho Herculano.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Lahyre Rosado Neto, aponta que 42 empresas do setor são beneficiadas pelo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Estado (Proedi), as quais somam 13,3 mil empregos diretos e cerca de 3,5 mil indiretos.

Segundo a presidente do Sindicato dos Oficiais Alfaiates, Costureiras e Trabalhadores nas Indústrias de Confecções de Roupas do Estado (Sindconfecções-RN), Maria dos Navegantes dos Santos, existem mais de 100 pequenas fábricas espalhadas pelo RN.

“O desempenho é resultado de um conjunto de fatores que vêm fortalecendo a competitividade do segmento nos últimos anos”, avalia Marinho Herculano, do Sindvest-RN. Segundo ele, destacam-se a retomada da demanda do mercado nacional, os investimentos realizados pelas empresas em modernização e qualificação da mão de obra, além da capacidade de adaptação do setor às novas exigências dos consumidores.

O secretário Lahyre Rosado destaca o Proedi como política de incentivo responsável pela expansão do setor e lembra que o grupo Guararapes, o maior do estado no segmento, encerrou as atividades no Ceará em 2023 para concentrar os investimentos no RN. O secretário destaca ainda o investimento de R$ 1 milhão já aplicado no programa Costura Mais RN, para levar qualificação ao interior do estado.

O montante total previsto para o projeto, lançado no ano passado, é de R$ 10 milhões em crédito, para capacitar 1,8 mil pessoas em 37 municípios. “O RN tem programas de incentivos e de qualificação que beneficiam bastante o setor. Então, a expansão observada está relacionada a esses fatores”, analisa o secretário.


“O que a gente acompanha é que nossa atividade está crescendo, com geração de emprego e alta demanda junto às fábricas”, fala Maria dos Navegantes, presidente do Sindconfecções-RN.

Empresas aumentam produção

O crescimento do setor de confecção de vestuário no RN está ligado, dentre outros fatores, à alta demanda do mercado pelos produtos, considerados de “excelente qualidade”, conforme apontou o economista Fernando Amaral à TRIBUNA DO NORTE. “Temos as facções têxteis e o setor de boné, este último, muito competitivo. Tudo isso atrai demanda para o estado”, diz.

O especialista explica que este é um dos aspectos que colocaram a confecção de vestuários na contramão de setores como o petróleo, que recuou 27,8% no acumulado de janeiro a maio de 2026.


“Obviamente que fatores da própria cadeia de petróleo também nos ajudam a entender essa diferença, porque o coque, usado na indústria intensiva como combustível, está recebendo menos demanda por causa da desaceleração da indústria em geral”, analisa Fernando Amaral.

Verônica Melo, gerente da Unidade de Desenvolvimento Setorial do Sebrae-RN, avalia que os pequenos negócios têm um papel fundamental no desempenho das confecções, pois representam grande parte da indústria do setor no estado.

“Das cerca de 4,8 mil empresas da área registradas no RN, aproximadamente 4,7 mil são microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (MEs) ou empresas de pequeno porte (EPPs), segundo dados recentes da Receita Federal. A expansão da produção reflete a capacidade dessas empresas de atender à demanda com agilidade, flexibilidade e diversificação de produtos”, diz Verônica Melo.

Para além dos dados, o próprio mercado atesta o bom momento. A Del Rayssa, marca de lingerie fundada em 1995, acabou de inaugurar a 13ª loja, em Cerro-Corá. A CEO Fátima Menezes conta que a empresa, com fábrica em Jucurutu, cidade do Seridó potiguar onde o negócio surgiu, tem capacidade para produzir até 180 mil peças por mês, número que será ampliado em breve.

“Temos 153 colaboradores diretos e outros 100 que nos fornecem confecções, mas sem vínculo empregatício. Estamos presentes também na Paraíba, com duas lojas”, conta Fátima.

A meta é ampliar a produção para 200 mil peças ao mês, com a ampliação de um dos galpões da fábrica. “Estamos contratando 10 novos funcionários para dar conta da nossa demanda, que está alta porque, com o nível de desemprego em baixa, mais pessoas estão com dinheiro no bolso e querem consumir nossos produtos”, afirma Fátima Menezes.

“O estado também avança para fronteiras de alto valor agregado como energias renováveis (hidrogênio verde, amônia verde e eólica offshore), petróleo e gás, mineração estratégica (ouro, lítio, terras raras e minério de ferro) e economia do mar, com destaque para a energia offshore e o turismo costeiro premium”, completa o presidente da Fiern.


#Fonte: Tribuna do Norte 

Com impulso dos pequenos negócios e alta demanda, confecções do RN crescem 54% em 12 meses Com impulso dos pequenos negócios e alta demanda, confecções do RN crescem 54% em 12 meses Reviewed by CanguaretamaDeFato on 26.7.26 Rating: 5

Com impulso dos pequenos negócios e alta demanda, confecções do RN crescem 54% em 12 meses

Julia von Bahr, da Arteira Personalizados, ampliou investimentos e elevou a produção de 1,8 mil para 3 mil peças por mês| Foto: Adriano Abreu


Enquanto a produção industrial potiguar registrou recuo de 15,5% de janeiro a maio de 2026, o mais intenso do país, puxado pela cadeia de petróleo e indústrias extrativas, a confecção de artigos do vestuário e acessórios seguiu na contramão e apresentou avanço expressivo. Com 44% de crescimento, o setor de confecções foi o único na indústria do RN com alta acumulada nos cinco primeiros meses do ano. A atividade também teve aumento de 53,8% em maio de 2026, no comparativo com igual período do ano anterior e, considerando o acumulado de 12 meses, o crescimento foi ainda maior, de 54,5%, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Pessoa Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta demanda do mercado é o fator principal de expansão do setor.

De acordo com a Federação das Indústrias do RN (Fiern), a cadeia de confecções é o maior empregador da indústria de transformação do estado, com 20.915 trabalhadores formais (32,9% do total), com PIB pouco maior de R$ 1 bilhão/ano (4,2% do total) e massa salarial de R$ 706 milhões injetados na economia.

Marinho Herculano, presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do Rio Grande do Norte (Sindvest-RN), estima que as confecções potiguares reúnem cerca de 1,5 mil a 2 mil empresas e oficinas, distribuídas principalmente pelos polos do Seridó, Grande Natal e Agreste.

“Os principais polos produtivos estão concentrados em Caicó, Jardim de Piranhas, São José do Seridó, Serra Negra do Norte, Natal, Parnamirim, Macaíba, Currais Novos, Acari e Santa Cruz. Grande parte dessas unidades produtivas é composta por micro e pequenas empresas, além de oficinas de costura e facções que atendem marcas locais e nacionais”, afirma Marinho Herculano.



#Fonte: Tribuna do Norte 




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Indústria do RN gera R$ 12,7 bilhões e emprega mais de 66 mil pessoas, aponta IBGE


Foto: Ilustrativa/Freepik


A indústria do Rio Grande do Norte gerou R$ 12,77 bilhões em valor de transformação industrial (VTI) em 2024, segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria (PIA) Empresa, divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O montante representa 6% do valor gerado pelo setor no Nordeste, que foi de R$ 213,3 bilhões.

Na época do levantamento, o estado tinha 2.057 empresas industriais em atividade. Juntas, elas empregavam 66.548 pessoas e pagavam, em média, dois salários mínimos aos trabalhadores. As remunerações somaram R$ 2,38 bilhões no período.

Já a receita líquida de vendas das indústrias potiguares chegou a R$ 28,32 bilhões, enquanto os custos das operações industriais somaram R$ 15,30 bilhões. As atividades com maior receita líquida de vendas no RN foram fabricação de produtos alimentícios, com R$ 6,74 bilhões; extração de petróleo e gás natural, com R$ 3,09 bilhões; e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos, com R$ 2,34 bilhões.

Empregabilidade e valor

A fabricação de produtos alimentícios foi o segmento com maior presença na indústria potiguar em 2024. A atividade liderou 12 dos 13 critérios analisados pelo IBGE, com 550 unidades locais em atuação no estado. O setor também foi o que mais empregou, com 16.472 pessoas ocupadas. Na sequência, a confecção de artigos do vestuário e acessórios aparece com 15.514 pessoas ocupadas.


Em valor bruto da produção industrial, a fabricação de alimentos também liderou, com mais de R$ 6,70 bilhões, equivalente a 23,89% do total gerado pela indústria potiguar.

Apesar da liderança da indústria alimentícia em número de empresas, empregos e produção, a extração de petróleo e gás natural foi a atividade com maior valor de transformação industrial no estado. O segmento concentrou 19,55% do VTI do RN, com R$ 2,49 bilhões, seguido pela fabricação de produtos alimentícios, com R$ 2,09 bilhões.

Segundo o analista da pesquisa do IBGE, Marcelo Miranda, o VTI representa a riqueza efetivamente gerada pela atividade industrial, calculada a partir do valor bruto da produção menos os custos das operações industriais. “A extração de combustíveis fósseis pode apresentar um VTI elevado sem liderar as demais variáveis. Geralmente, as atividades extrativas possuem um alto valor agregado por unidade produzida, ou seja, mesmo empregando menos trabalhadores, mesmo tendo menor participação em salários totais, entre outras variáveis, a extração gera maior riqueza a partir da exploração de recursos naturais”, explicou Miranda.

A pesquisa aponta ainda que a fabricação de produtos alimentícios teve R$ 4,60 bilhões em custos das operações industriais, enquanto a extração de petróleo e gás natural registrou R$ 577 milhões em custos.




#Fonte: Tribuna do Norte 



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RN: Bandeira amarela é definida para julho; veja como reduzir o impacto na conta de luz

Foto: Freepik

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária para o mês de julho será amarela, o que representa cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A medida foi anunciada na última sexta-feira (26) e, segundo a agência, decorre da redução das chuvas nas regiões dos principais reservatórios hidrelétricos, cenário que exige maior utilização de usinas termelétricas, cuja geração tem custo mais elevado.

Entre janeiro e abril deste ano, permaneceu em vigor a bandeira verde, período em que não houve cobrança extra na conta de energia devido às condições favoráveis de geração elétrica.

Para amenizar os efeitos da tarifa adicional, a Neoenergia Cosern orienta os consumidores a adotarem medidas de uso consciente da energia e lembra que moradores de Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante podem obter descontos na conta por meio do Projeto Vale Luz, iniciativa do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulamentado pela Aneel

Entre janeiro e abril deste ano, permaneceu em vigor a bandeira verde, período em que não houve cobrança extra na conta de energia devido às condições favoráveis de geração elétrica.

Para amenizar os efeitos da tarifa adicional, a Neoenergia Cosern orienta os consumidores a adotarem medidas de uso consciente da energia e lembra que moradores de Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante podem obter descontos na conta por meio do Projeto Vale Luz, iniciativa do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulamentado pela Aneel.

Em 2025, o programa ampliou em 49% o número de consumidores beneficiados no Rio Grande do Norte e concedeu aproximadamente R$ 258 mil em descontos nas contas de energia de famílias potiguares. O Vale Luz permite que consumidores troquem resíduos recicláveis por créditos na fatura de energia elétrica. O cronograma mensal de funcionamento dos pontos fixos e itinerantes é divulgado pela Neoenergia.

Orientações de como economizar energia:

Ar-condicionado

A Neoenergia Cosern orienta que o aparelho seja utilizado com temperatura entre 23°C e 25°C, além da programação do desligamento automático durante a madrugada. A limpeza periódica dos filtros também contribui para o bom funcionamento e evita aumento no consumo.

Para quem pretende adquirir um novo equipamento, a recomendação é optar por modelos com tecnologia Inverter, que podem consumir até 60% menos energia do que os aparelhos convencionais. Após resfriar o ambiente, o consumidor pode utilizar ventiladores de teto para manter a circulação do ar e reduzir o tempo de uso do ar-condicionado.

Chuveiro elétrico

No chuveiro, a orientação é utilizar, sempre que possível, a posição "verão", que demanda menos energia. Banhos mais curtos e o fechamento do registro durante o ensaboamento também ajudam a reduzir o consumo. A distribuidora recomenda ainda o uso apenas de resistências originais, evitando desperdício de energia e riscos à instalação elétrica.

Geladeira

Entre as principais recomendações estão evitar abrir a porta com frequência, não guardar alimentos ainda quentes, verificar periodicamente a borracha de vedação e manter o equipamento a pelo menos 10 centímetros da parede, permitindo a dissipação do calor e reduzindo o esforço do compressor.

Iluminação

Aproveitar a luz natural ao longo do dia e apagar as lâmpadas de ambientes desocupados são hábitos que contribuem para a economia. Quando for necessário utilizar iluminação artificial, a preferência deve ser por lâmpadas de LED, que consomem cerca de 40% menos energia, têm maior durabilidade e provocam menor impacto ambiental.

A distribuidora reforça que a adoção de hábitos de consumo consciente é a principal forma de reduzir os efeitos da bandeira amarela na conta de energia. Medidas simples no uso diário dos equipamentos elétricos podem resultar em economia e maior eficiência no consumo.




#Fonte: Tribuna do Norte 
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Banco Central confirma o fim de notas de dinheiro em papel por conta do avanço do PIX

O Banco Central confirmou a retirada gradual das cédulas de dinheiro em papel da primeira família do real (lançadas em 1994), mas as notas continuam válidas enquanto estiverem em circulação: bancos e caixas devem recolhê-las ao receber e substituí-las por séries mais novas, em um processo lento de substituição que não invalida o poder de compra das cédulas antigas.

O dinheiro em papel vai desaparecer do Brasil?

Não, o papel-moeda não vai sumir imediatamente. Apenas as cédulas da primeira família do real (R$2, R$5, R$10, R$20, R$50 e R$100 de 1994) estão sendo retiradas progressivamente de circulação.

As famílias posteriores de notas continuam normais e serão as principais substitutas. O recolhimento é feito pelos bancos quando as notas voltam aos cofres, sem obrigatoriedade de troca imediata para o cidadão.

As minhas notas antigas ainda têm valor?

Sim, as cédulas da primeira família continuam válidas e podem ser usadas em pagamentos enquanto forem aceitas. O BC reforça que não houve declaração de perda de valor econômico imediato.

Bancos podem reter essas notas quando recebê-las e não reintroduzi-las no sistema, mas isso é um processo gradual que leva tempo.

Quais cédulas de dinheiro em papel estão sendo recolhidas?

São as notas da primeira família do real emitidas em 1994, incluindo os valores de R$2 a R$100. Essas cédulas têm mais de 30 anos e estão sendo substituídas por séries posteriores.

O Antagonista/Foto: Eduardo Valente / Agência O Globo

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Novo Desenrola já renegociou quase R$ 1 bilhão em dívidas, diz ministro

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta segunda-feira 11 que a nova edição do programa Desenrola já movimentou quase R$ 1 bilhão em renegociação de dívidas. De acordo com ele, o volume foi registrado a partir de aproximadamente 200 mil pedidos apresentados desde o lançamento da iniciativa.

A nova fase do programa foi anunciada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada com o objetivo de reduzir a inadimplência no país. O prazo para adesão é de 90 dias.
Ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante apresentação das regras do Desenrola - Foto: Washington Costa / MF


“São 200 mil pedidos já em avaliação dos bancos. Desses, 100 mil praticamente fechados e em volume crescente. Cada dia a gente tem visto mais renegociações sendo feitas”, afirmou Durigan em entrevista a jornalistas.

A expectativa do Ministério da Fazenda é que o programa alcance R$ 20 bilhões em dívidas renegociadas e beneficie cerca de 20 milhões de pessoas ao longo de sua execução.

O Desenrola 2.0 prevê descontos de até 90% para consumidores com débitos junto a instituições financeiras. Além disso, permite a quitação de dívidas de até R$ 100 e autoriza o uso de até 20% do saldo do FGTS, ou até R$ 1 mil — prevalecendo o maior valor — para amortizar os débitos.

Durante a entrevista, Durigan também informou que o Desenrola Fies, voltado à renegociação de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil com atraso superior a 90 dias, deverá estar plenamente disponível ainda nesta semana.

Nesse caso, os estudantes poderão quitar o saldo à vista, com exclusão de juros e multas e desconto adicional de 12% sobre o valor devido.

“A medida provisória da semana passada deu as condições, e os bancos têm tirado dúvidas com o MEC e a Fazenda”, declarou o ministro.

A primeira edição do Desenrola foi lançada em julho de 2023, quando o Ministério da Fazenda era comandado por Fernando Haddad. Na ocasião, a Federação Brasileira de Bancos informou que, em cerca de duas semanas, R$ 2,5 bilhões em dívidas haviam sido renegociados pelas instituições financeiras.


#Fontes:Agorarn 
Novo Desenrola já renegociou quase R$ 1 bilhão em dívidas, diz ministro Novo Desenrola já renegociou quase R$ 1 bilhão em dívidas, diz ministro Reviewed by CanguaretamaDeFato on 12.5.26 Rating: 5

Dia das Mães deve injetar R$ 482 milhões na economia do RN


O comércio do RN deve movimentar R$ 482,2 milhões durante o período do Dia das Mães em 2026, segundo levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC). A expectativa representa crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior, mantendo a data como a segunda mais relevante para o varejo. 

Em Natal, 74,6% dos consumidores pretendem presentear, o que deve gerar movimentação estimada em R$ 201,2 milhões, avanço de 2,7% na comparação anual. Ainda assim, a pesquisa indica aumento na restrição de consumo: 52,9% dos entrevistados afirmaram não ter recursos para compras.


No interior, Mossoró apresenta desempenho mais aquecido. O percentual de consumidores dispostos a comprar atinge 68,4%, com movimentação estimada em R$ 39,9 milhões, crescimento de aproximadamente 5,3%. O avanço supera o registrado na capital e no Estado, indicando maior dinamismo local, associado principalmente ao aumento do gasto médio, que registrou alta superior a 10% em relação ao ano anterior.
Dia das Mães deve injetar R$ 482 milhões na economia do RN - Foto: José Aldenir


O levantamento aponta mudança no comportamento de compra, com concentração na semana que antecede a data: 78,7% dos consumidores em Mossoró e 74,8% em Natal deixam as aquisições para o período mais próximo da comemoração. “O Dia das Mães segue como uma data de forte valor simbólico, ao mesmo tempo em que desempenha papel relevante no aquecimento da economia”, afirmou Marcelo Queiroz, presidente do Sistema Fecomércio RN.

Dia das Mães deve injetar R$ 482 milhões na economia do RN Dia das Mães deve injetar R$ 482 milhões na economia do RN Reviewed by CanguaretamaDeFato on 6.5.26 Rating: 5

Governo Federal prepara Desenrola para trabalhadores informais e adimplentes

 Foto: Reprodução

O governo prepara uma nova fase do programa Desenrola Brasil para pessoas adimplentes, mas que, apesar de manterem as contas em dia, sofrem com as altas taxas de juros do mercado.

De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a linha de crédito deve ser anunciada até início do mês de junho e direcionada para os trabalhadores informais.

Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, nesta quarta-feira (6), Durigan afirmou que o governo tem um olhar cuidadoso para o trabalhador informal no país.


“Ele não tem uma renda fixa por mês, ele não tem um salário recorrente, ele tem que ir lá ganhar o seu dia a dia de maneira muito pontual, de maneira muito errática. E ele é quem mais toma juros caros no país”, explicou o ministro.

Novo Desenrola
Na última segunda-feira (4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população que ganha até cinco salários mínimos, hoje R$ 8.105. Será possível negociar débitos do cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.


O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo.

A nova iniciativa ainda prevê renegociar dívidas de estudantes com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo o ministro, os estudantes adimplentes também devem ser contemplados na próxima fase.


Dario Durigan negou que o Desenrola estimule o não pagamento de dívidas e afirmou que é justo que os adimplentes também recebam algum estímulo.

Para ele, o alto endividamento é consequência do “período duro” que o país viveu com a pandemia e a falta de políticas do governo anterior, com desemprego alto, estagnação da renda das famílias e o não reajuste do salário mínimo.

“O que nós estamos querendo fomentar aqui é a adimplência, é o pagamento das contas. É isso que nos interessa. Então, não dá para ver um programa como o Desenrola, que é um programa de grande sucesso, como algo que vai ser recorrente, não vai.”

“Nós temos que aproveitar esse momento pós-pandemia, pós-governos desastrosos no Brasil, para que a gente dê esperança para as pessoas e renegocie. Então, é o momento de renegociar e pagar a dívida. Por isso, queremos incentivar o bom pagador, tratar num segundo momento desses incentivos, seja o estudante do Fies que está adimplente, seja quem tem uma taxa de juros alta e também segue adimplente”, completou.



#Fonte: Agência Brasil






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Produção de petróleo e gás no Brasil bate recorde em março em meio a crise global

O Brasil registrou recorde histórico na produção de petróleo e gás natural em março, em meio a um cenário internacional de restrição de oferta provocado pela guerra envolvendo o Irã. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira 4, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a produção total alcançou 5,531 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), superando o recorde anterior de fevereiro, de 5,304 milhões de boe/d.

O desempenho ocorre em um momento de alta nos preços internacionais do petróleo, pressionados por interrupções logísticas e tensões geopolíticas. O barril do Brent subiu de cerca de US$ 70 para US$ 114 nos últimos dois meses, refletindo a redução da oferta global.
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro - Foto: Agência Petrobras


A produção de petróleo atingiu 4,247 milhões de barris por dia em março, avanço de 4,6% em relação a fevereiro e de 17,3% na comparação anual. Já a produção de gás natural somou 204,11 milhões de metros cúbicos por dia, com crescimento de 3,3% frente ao mês anterior e de 23,3% ante março de 2025.

O pré-sal manteve papel central na expansão, com produção de 4,421 milhões de boe/d — também recorde — o que representa 79,9% do total nacional. A região, localizada a cerca de 2 mil metros de profundidade sob a lâmina d’água, concentra os principais ativos produtivos do país.

O campo de Búzios, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo do país, com 886,43 mil barris por dia. Já o campo de Mero liderou a produção de gás natural, com 42,06 milhões de metros cúbicos diários.

A Petrobras respondeu por 88,23% da produção nacional, considerando operações próprias ou em consórcio. A plataforma Almirante Tamandaré, em Búzios, foi a unidade com maior contribuição individual, com produção de 186 mil barris por dia.

A produção brasileira deve ganhar novo impulso a partir de maio, com o início das operações da plataforma P-79, também no campo de Búzios. A unidade, cuja entrada em operação foi antecipada em três meses, tem capacidade para produzir até 180 mil barris de petróleo por dia e comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás.

A estratégia de ampliação da produção ocorre em meio à tentativa de reduzir a dependência externa em um contexto de instabilidade global. O conflito no Oriente Médio afetou o transporte de petróleo, especialmente no Estreito de Ormuz, rota por onde transitava cerca de 20% da produção mundial antes da escalada das tensões.

A restrição no fluxo de petróleo elevou os preços internacionais e impactou também o mercado doméstico, já que o petróleo é uma commodity negociada globalmente. Como resposta, o governo brasileiro adotou medidas para conter a alta dos combustíveis, incluindo isenções tributárias e subsídios a produtores e importadores.

O cenário reforça a importância da produção nacional no contexto energético global e amplia o papel do Brasil como fornecedor relevante em um momento de volatilidade no mercado internacional.





#Fonte: Agorarn 

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Público de shoppings centers tem queda enquanto vendas online crescem no Brasil

O público está aos poucos deixando de frequentar os shoppings centers do Brasil. Dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais entre 2019 (antes da pandemia) e 2025. No ano passado, a média de visitas foi de 471 milhões ao mês, ante os 476 milhões de 2024 —trata-se do primeiro recuo desde a retomada de público pós-Covid-19.

A pesquisa mostra que as vendas também diminuíram com o fluxo. Embora o faturamento nominal tenha crescido 4,2% para R$ 200,9 bilhões de 2019 a 2025, descontada a inflação pelo IPCA no período, as vendas reais caíram 25%.

Com isso, o setor debate alternativas como a busca por uma nova “âncora”, que atraia novo público em substituição aos cinemas ou mudanças no horário de funcionamento.

Em contrapartida, no comércio online, as vendas atingiram R$ 235,5 bilhões no ano passado, alta de 15,3% sobre 2024, segundo a Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e Ecommerce). Em relação a 2019, o crescimento real das vendas online foi de 88%. Desde 2024, as vendas pela internet superaram as vendas dos shoppings.


#Fonte: Via Bnews/ Foto: Ilustrativa/ Augusto César Gomes/g1

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Quatro cidades concentram metade do PIB do RN, aponta IBGE; veja ranking

Foto: Demis Roussos/PMN

Quatro cidades do Rio Grande do Norte concentraram mais de metade de toda a riqueza produzida no estado em 2023, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Juntas, Natal, Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante responderam por 50,8% do PIB potiguar no período. Ao todo, o PIB do Rio Grande do Norte bateu recorde e fechou 2023 em R$ 101,7 bilhões.

Natal foi o município potiguar que mais ampliou participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte entre 2022 e 2023. A capital passou a responder por 30,63% da riqueza produzida no estado, com um PIB calculado em R$ 31,162 bilhões.

O avanço representa um ganho de 1,32 ponto percentual em relação a 2022, quando a participação era de 29,31%, o maior crescimento proporcional registrado no período entre os municípios potiguares. Na sequência aparecem Lajes, Caiçara do Rio do Vento, Pedro Avelino e Macaíba, todos com ganhos menores.

Na outra ponta, Parnamirim teve a maior perda de participação no PIB estadual, com queda de 0,50 ponto percentual. Também registraram retração Guamaré, Serra do Mel, Macau, Areia Branca e Mossoró.

Com os novos dados, houve mudanças no ranking das maiores economias do estado. São Gonçalo do Amarante assumiu a quarta posição, ultrapassando Guamaré, enquanto Macaíba passou à sexta colocação, trocando de lugar com Açu. Macau deixou a lista dos dez maiores PIBs do RN. Juntos, os cinco municípios com maior participação concentraram 53,3% da economia estadual em 2023.


Top 10 - PIB dos municípios do RN
PosiçãoMunicípioPIB (R$ bilhões)Participação no PIB do RN

1º Natal 31,162 30,63%
2º Mossoró 10,323 10,15%
3º Parnamirim 7,608 7,48%
4º São Gonçalo do Amarante 2,588 2,54%
5º Guamaré 2,581 2,54%
6º Macaíba 2,455 2,41%
7º Açu 2,170 2,13%
8º Caicó 1,735 1,71%
9º João Câmara 1,527 1,50%
10º São José de Mipibu 1,457 1,43%


No País, Natal ficou com 44º maior PIB em 2023. No ranking da Região Nordeste, a capital potiguar figurou no 6º lugar e Parnamirim no 30º. O RN também teve dois municípios na lista de menores PIB’s do Nordeste, com Viçosa na 5ª posição e João Dias na 12ª.


PIB per capita

Em 2023, cinco municípios potiguares ficaram com PIB per capita maiores que R$ 100 mil e encabeçaram o ranking dos maiores valores. Foram eles: Guamaré, com R$ 168.808,24; Caiçara do Rio do Vento, com R$ 145.099,23; São Bento do Norte, com R$ 119.507,48; Parazinho, com R$ 109.346,87; e Bodó, com R$ 104.148,52.

Já os menores montantes estavam nos municípios de Rafael Fernandes, com R$ 11.389,04, Espírito Santo, com R$ 11.928,61 e Januário Cicco, com R$ 11.980,50. Entre os municípios mais populosos, o PIB per capita ficou em R$ 41.477,50 em Natal, R$ 39.019,51 em Mossoró e R$ 30.107,02 em Parnamirim.

Para o cálculo do PIB per capita dos municípios, o IBGE utilizou dados populacionais da Relação da População dos Municípios enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU) em 2023.




#Fonte: Tribuna do Norte 



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Cade abre investigação sobre aumento coordenado de combustíveis no RN e outros três estados


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica abriu investigação para apurar possível coordenação e aumento de preços de combustíveis envolvendo dirigentes de sindicatos no Rio Grande do Norte. A apuração também inclui Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Segundo o órgão, já existe investigação semelhante em andamento no Distrito Federal. O procedimento teve início a partir de uma representação encaminhada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Cade abre investigação sobre aumento coordenado de combustíveis no RN e outros três estados - Foto: José Aldenir/Agora RN


De acordo com o documento que embasa a apuração, dirigentes sindicais teriam feito declarações públicas indicando possíveis reajustes nos preços dos combustíveis. Para o Cade, esse tipo de sinalização pode levantar suspeitas de aumento coordenado entre revendedores, prática que pode afetar a concorrência e impactar o consumidor.

Com a abertura do inquérito, o órgão dará início à fase de instrução, que inclui a coleta de novas informações e evidências sobre a conduta investigada.

Após essa etapa, o Cade poderá decidir pela abertura de um Processo Administrativo para aprofundar a apuração do caso.




#Fonte: Agorarn 

Cade abre investigação sobre aumento coordenado de combustíveis no RN e outros três estados Cade abre investigação sobre aumento coordenado de combustíveis no RN e outros três estados Reviewed by CanguaretamaDeFato on 7.4.26 Rating: 5

Declaração do Imposto de Renda 2026 pode ser enviada a partir desta segunda-feira (23)


Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


Os contribuintes podem acertar as contas com o Leão. Começa às 8h desta segunda-feira (23) o envio da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). O prazo de entrega vai até 29 de maio, às 29h59min59s. Neste ano, o Fisco espera receber cerca de 44 milhões de declarações.u

O Programa Gerador da Declaração pode ser baixado desde as 18h de quinta-feira (19). A partir desta segunda, o contribuinte também pode usar o site Meu Imposto de Renda, que permite o preenchimento online da declaração.

Neste ano, o prazo de entrega será mais curto que nos anos anteriores. Tradicionalmente, o envio das declarações começa em 15 de março ou no primeiro dia útil seguinte. Em 2026, no entanto, o Fisco adiou o início em uma semana.

Novidades

Entre as novidades da declaração deste ano estão mudanças na restituição, novas exigências para ganhos com apostas online e a possibilidade de uso de nome social na declaração.


Também haverá um cashback para pequenos contribuintes, com restituições automáticas a quem teve imposto retido na fonte no ano passado, mas ficou isento da declaração.

Principais mudançasNome social: contribuintes poderão informar nome social na declaração.

Dados de diversidade: formulário terá campo para informar raça e cor do titular e dos dependentes.

Declaração pré-preenchida: ficará disponível desde o primeiro dia do prazo, com mais informações automáticas.


Restituição em quatro lotes: pagamento ocorrerá em quatro etapas, e não mais em cinco.

Prioridade digital: quem usar declaração pré-preenchida e Pix terá prioridade no recebimento.

Cashback do IR

Uma das principais novidades é a criação de um “cashback” de restituição. A medida permitirá que contribuintes isentos de declarar, mas que tiveram imposto retido na fonte, recebam automaticamente valores a que têm direito.


Principais pontos:
– pagamento em lote especial em 15 de julho;
– estimativa de 4 milhões de beneficiados;
– restituição média de R$ 125;
– valor máximo de R$ 1 mil;
– previsão de R$ 500 milhões em pagamentos.

Quem terá direito:
– não estava obrigado a declarar em 2025;
– tem restituição de até R$ 1 mil;
– possui CPF regular e baixo risco fiscal;
– em chave Pix vinculada ao CPF.


Bets e apostas

A Receita também passou a exigir a declaração de ganhos com apostas online.

Devem informar os valores os contribuintes que:
– tiveram ganhos acima de R$ 28.467,20 em bets ou loterias de quota fixa em 2025;
– possuíam saldo superior a R$ 5 mil em contas de apostas em 31 de dezembro de 2025.

Esses valores devem ser informados na declaração e podem gerar cobrança de imposto, dependendo da situação do contribuinte.


Quem deve declarar

Deve enviar a declaração quem, em 2025:
– recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584;
– recebeu rendimentos isentos ou tributados na fonte acima de R$ 200 mil;
– teve ganho de capital na venda de bens ou direitos;
– realizou operações em bolsa acima de R$ 40 mil ou com lucro tributável;
– teve receita rural acima de R$ 177.920;
– possuía bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;
– passou à condição de residente no Brasil em 2025;
– possui investimentos ou estruturas financeiras no exterior, como trusts ou offshores.


Quem está dispensado

Ficam dispensados da declaração os contribuintes que:
– não se enquadram nos critérios de obrigatoriedade;
– tiveram rendimentos declarados pelo cônjuge ou companheiro, com bens próprios abaixo de R$ 800 mil;
– constam como dependentes em declaração de outra pessoa.

Calendário da restituição


Com um lote a menos neste ano, a restituição será paga nas seguintes datas:
– 1º lote: 29 de maio de 2026;
– 2º lote: 30 de junho de 2026;
– 3º lote: 31 de julho de 2026;
– 4º lote: 28 de agosto de 2026.

A ordem de pagamento segue a data de entrega da declaração, respeitando prioridades legais.

Prioridade no pagamento

A ordem de prioridade definida pela legislação é:
idosos acima de 80 anos;
idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave;
contribuintes cuja principal renda seja magistério;
quem usar declaração pré-preenchida e Pix simultaneamente;
quem usar apenas um desses recursos (pré-preenchida ou Pix);
demais contribuintes.


Quem entregar a declaração após 29 de maio terá que pagar multa de pelo menos R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.


#Fonte: Agência Brasil








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PIB do RN cresceu acima da média nacional e do Nordeste nos últimos 30 anos

O Rio Grande do Norte teve o 3º maior crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre os estados do Nordeste entre 1995 e 2025, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas três décadas, a expansão do PIB no RN foi de 298%, ficando atrás apenas de Maranhão (+351%) e Piauí (+335%) na região Nordeste.

Segundo o IBGE, o crescimento do RN também ficou acima da média de crescimento da região Nordeste, que registrou avanço de 266%, e também acima do desempenho nacional. No mesmo intervalo, o PIB real do Brasil cresceu 222%.
PIB do RN cresceu acima da média nacional e do Nordeste nos últimos 30 anos - Foto: Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Em todo o Brasil, o maior avanço aconteceu em Mato Grosso (+661%) e no Tocantins (+594%). Os menores avanços aconteceram no Distrito Federal (+127%) e São Paulo (+150%). Nenhum estado teve retração da economia no período, de acordo com o IBGE.

O setor de serviços representa o principal motor da economia estadual, com destaque para as atividades de turismo e comércio, que contribuem para dinamizar a geração de renda e oportunidades em diferentes regiões do Estado.

Na indústria, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) indica que o avanço tem sido impulsionado por políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor produtivo, como o Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proedi), que tem incentivado novos investimentos e ampliado a competitividade do parque industrial potiguar.

O Estado também se destaca nacionalmente em segmentos estratégicos, como a geração de energia eólica, na qual ocupa posição de liderança no país, além da extração de petróleo em terra e da produção de sal marinho, atividades historicamente relevantes para a economia local.

Já o setor agropecuário mantém papel importante no dinamismo econômico do Estado, especialmente por meio da fruticultura irrigada voltada à exportação e da pecuária.


#Fonte: Agorarn 


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RN: Procon autua postos de combustíveis após identificar ‘aumento arbitrário’ nos preços em Natal




O órgão de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio Grande do Norte (Procon RN) autuou todos os postos que fiscalizou em Natal, em ações nas últimas semanas, por aplicarem aumentos superiores aos percentuais observados na compra do combustível, “caracterizando elevação arbitrária da margem de lucro”.
Turismo Rio Grande


Segundo o Procon RN, em alguns casos, foi verificada margem de lucro bruto no etanol que chegou a 86%, sem justificativa proporcional ao custo de aquisição. O número de postos autuados não foi divulgado.

De acordo com o Procon, a prática identificada infringe o artigo 36, inciso III, da Lei nº 12.529/2011, que proíbe o aumento arbitrário de lucros por agentes econômicos.

Na semana passada, o Ministério da Justiça pediu para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) investigar os recentes aumentos nos preços dos combustíveis registrados no RN, que ocorreram mesmo sem alterações nos valores praticados pela Petrobras, principal fornecedora nacional.

Em algumas bombas em Natal, o preço chegou a R$ 7,49, quase R$ 1 a mais do que a média de fevereiro.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos-RN) alegou, na semana passada, que o aumento se deu como consequência do conflito entre Estados Unidos e Irã, iniciado em 28 de fevereiro, já que os combustíveis vendidos no Rio Grande do Norte são oriundos de refinarias que seguem preços praticados no mercado internacional.

Procon chegou aos postos após denúncias

Os postos autuados, segundo o Procon, receberam aplicação de multa administrativa por conta das irregularidades identificadas.

Os estabelecimentos, que não foram revelados, tem prazo de 20 dias para apresentar defesa, conforme prevê o processo administrativo e o direito ao contraditório.

O Procon informou que tem realizado nas últimas semanas uma operação de fiscalização em postos de combustíveis na capital potiguar após receber diversas denúncias de consumidores sobre aumento repentino no preço da gasolina.

“As reclamações chegaram por meio dos canais oficiais de atendimento do órgão e também pelas redes sociais, onde consumidores relataram elevação nos valores praticados nos postos”, informou o órgão.

Durante as diligências, os fiscais analisaram a formação de preços dos combustíveis com base nas últimas notas fiscais de compra dos postos, comparando os valores adquiridos junto às distribuidoras ou refinarias com os preços praticados ao consumidor final.

“O procedimento permite identificar se os reajustes realizados possuem justificativa compatível com o custo de aquisição ou se configuram prática abusiva”, informou o órgão.

#Fonte: g1/Foto: Divulgação






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Páscoa deve abrir cerca de quatro mil vagas temporárias no RN, diz Assurn


Contratações extras ocorrem devido à alta na venda de chocolates | Foto: Magnus Nascimento

A Páscoa deve estimular a criação de postos de trabalho temporários no Rio Grande do Norte. Segundo projeção da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), o período pode gerar cerca de 4 mil vagas, principalmente no comércio varejista. A remuneração deve variar em média entre um salário mínimo e cerca de R$ 1.700, podendo incluir benefícios.

Para Gilvan Mikelyson, presidente da Assurn, as contratações temporárias ocorrem devido ao aumento da produção e das vendas de chocolates e produtos típicos da época. “O comércio, especialmente supermercados e lojas especializadas, precisa ampliar as equipes para atender ao maior fluxo de clientes, organizar produtos e garantir agilidade no atendimento”, explica Mikelyson.

Ele destaca que parte dessas vagas podem se converter em cargos efetivos após o período. Para tanto, Gilvan Mikelyson recomenda que o profissional demonstre proatividade e disposição para aprender, atenda bem ao cliente, cumpra horários e metas com responsabilidade, trabalhe bem em equipe e mostre interesse em permanecer na empresa.


Thales Medeiros, gerente da Agência Sebrae Grande Natal, observa que historicamente os meses de março a maio registram aumento nas contratações, sendo a Páscoa um “catalizador econômico” desse movimento. Ele destaca admissões nos setores de serviços, comércio e produção artesanal de alimentos.

“Esse aquecimento sazonal gera um fluxo de demanda e exige que os negócios ampliem sua agilidade operacional. É aí onde a contratação temporária se torna estratégica. É importante notar que a Páscoa não fica restrita à produção e comércio de chocolate. Ela afeta as cadeias fornecedoras de insumos, de produção, logística e atendimento final ao consumidor”, diz Medeiros.


De acordo com a Assurn, os principais cargos temporários para a Páscoa são promotor de vendas, repositor de mercadorias, operador de caixa, atendente de loja e auxiliar de logística ou estoque. A maior parte dessas oportunidades se concentra no varejo e em supermercados.

Segundo o gerente do Sebrae, esses cargos temporários geralmente têm baixa exigência técnica, o que torna as competências comportamentais ainda mais relevantes para quem quer permanecer na empresa depois da Páscoa. “Competências como proatividade e inteligência interpessoal ganham um peso enorme na decisão do empreendedor quanto à contratação definitiva”, afirma.


Para transformar a oportunidade em emprego definitivo, Medeiros diz que é importante se posicionar como um “agente de valor para a manutenção e crescimento do negócio”. “Um novo colaborador vem com a expectativa de que some aos esforços do negócio, promova o seu desenvolvimento com boas sugestões e competências comportamentais que facilitem as atividades no dia a dia”, conclui.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Natal) reforça que a Páscoa gera oportunidades pontuais de trabalho, principalmente para aumentar as equipes de vendas e atendimento.


“Também observamos a contratação de promotores de vendas para atuação direta nos pontos de venda, impulsionando a comercialização dos produtos típicos da data.

Esse movimento é um reflexo direto do aquecimento do comércio em datas sazonais. O aumento da mão de obra indica que o varejo está se preparando para atender uma demanda maior do consumidor. Além disso, representa uma oportunidade importante de geração de renda temporária para muitas pessoas e, em alguns casos, pode abrir portas para efetivações”, diz o presidente da CDL, José Lucena.










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Empreendedorismo feminino cresce no RN e impulsiona economia local


Del Rayssa: rede de moda íntima conta com 8 mil consultoras | Foto: Adriano Abreu

O empreendedorismo feminino vive um avanço expressivo no Rio Grande do Norte. Dados do Sebrae-RN mostram que, entre 2021 e 2024, o número de novos cadastros de Microempreendedor Individual (MEI) feitos por mulheres saltou de 10.298 para 15.793, um aumento de 53%. Somado a isso, outras 4.061 empreendedoras já formalizaram suas atividades apenas nos primeiros meses de 2025.

Em um universo de cerca de 118 mil negócios ativos no estado, 42% das empresas potiguares têm mulheres como sócias majoritárias. O avanço do gênero, visível nas estatísticas, está presente tanto na capital quanto no interior do RN. Em Serra Caiada, por exemplo, a trajetória de Luciana Lins ilustra como o empreendedorismo pode transformar vidas.

No caso dela, tudo começou há uma década, como integrante de uma rede de vendas direta de uma marca de lingerie potiguar. O que parecia um caminho modesto, comercializando peças de porta em porta, se tornou base para sua independência financeira e para a consolidação de um negócio próprio, que hoje é uma das maiores lojas de moda íntima da cidade. “Ao longo da minha trajetória, fui entendendo que o meu trabalho não se resume a vender lingerie. A cada atendimento, percebia como minha atuação podia transformar a autoestima de outras mulheres. Além disso, fazer parte de uma rede que acolhe, incentiva e abre portas fez a diferença na minha caminhada, impulsionando meu crescimento pessoal e profissional”, relata.


Luciana conseguiu pagar faculdade e pós-graduação vendendo Del Rayssa e também abriu uma loja e atende diversas cidades do RN com vendas online.

Zezé Varela é outro exemplo de superação. Cnseguiu sair de um relacionamento abusivo e conquistou independência financeira com as vendas de Del Rayssa. “Hoje me sinto bem, empoderada, tenho minha liberdade e faço o que eu quero “.

Ivanilda Medeiros começou a vender por um caminho diferente da maioria das vendedoras. Ela fez o cadastro para um consumo inteligente, quando é feito para consumo próprio. A partir disso, sobraram peças, ela vendeu as restantes para amigas e nunca mais parou.

Geração de empregos

No total, os pequenos empreendimentos representam aproximadamente 36,6% do PIB estadual e geram a maior parte das vagas formais de trabalho, sendo esponsáveis por 71,4% dos novos empregos criados em 2024, de acordo com o Sebrae-RN. Na loja de Luciana, são duas funcionárias diretas e ela pretende contratar mais, de acordo com a necessidade. Para a fundadora, Fátima Menezes, essas histórias confirmam o papel do empreendedorismo feminino no desenvolvimento econômico.


É possível começar a vender Del Rayssa com apenas R$700,00. Para se tornar consultora é preciso entrar em contato por meio do site oficial ou visitar uma das lojas para mais informações sobre benefícios e processo de cadastro.



#Fonte: Tribuna do Norte 





Empreendedorismo feminino cresce no RN e impulsiona economia local Empreendedorismo feminino cresce no RN e impulsiona economia local Reviewed by CanguaretamaDeFato on 1.2.26 Rating: 5

Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para as distribuidoras


Foto: Magnus Nascimento


A Petrobras informou nesta segunda-feira, 26, que vai reduzir seus preços de venda de gasolina A para as distribuidoras em 5,2%. O preço médio de venda da estatal passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.


Os preços valem a partir da terça-feira, 27. Esse é o primeiro anúncio do tipo da estatal em 2026.

Para o diesel, neste momento, companhia manterá seus preços de venda.

De acordo com o comunicado, desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 por litro.

Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%. No mesmo período, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 36,3%.





#Fonte: Estadão Conteúdo










Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para as distribuidoras Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para as distribuidoras Reviewed by CanguaretamaDeFato on 26.1.26 Rating: 5
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