Quando se caminha pelos bairros, nas cercanias de Canguaretama, você sente a necessidade que o nosso povo tem de uma saúde melhor. São pais e mães de famílias com filhos barrigudos, provenientes de vermicidas. Localidades como: Conjunto Abel Viera (projeto crescer) com uma “lagoa” de água de esgoto a céu aberto, Vila Gomes não pode chover que as casas são invadidas por águas da chuva e água servidas, o porto - porcos soltos no meio da rua, e crianças brincando ao lado, na Barra de Cunhaú faltando água, Piquiri ruas enlamaçadas e moradias em condições precárias, no Jiqui - várias ruas, também, enlamaçadas onde crianças caminham. Tudo isto aos olhos do poder público, que assiste estas coisas sem fazer realmente o que é necessário, apenas tomando medidas paliativas.
Em alguns postos de Saúde (falta energia elétrica, falta medico, faltam medicamentos, paciente retornam sem atendimento).
A saúde nesta precariedade e a nossa cidade, conforme portal do banco do Brasil, recebeu em média nos últimos meses do Fundo de Saúde - FUS, mais de 200 mil reais por mês.
Temos o Programa Saúde da Família ou PSF – programa do governo federal aos municípios para implementar a atenção primária, que é tido como uma das principais estratégias de reorganização dos serviços e de reorientação das práticas profissionais neste nível de assistência, promoção da saúde, prevenção de doenças e reabilitação. Mas, em nossa cidade observamos vários postos sem as condições necessárias.
| Caramujo na "lagoa" de água de esgoto - Projeto Crescer |
Portanto, mais uma vez, frisamos que é preciso prioridade e trabalhar na cidade um plano de ação com metas bem definidas, e utilizar bem os recursos recebidos pelo município.
Podemos citar como forma de ajudar a prevenir as doenças à implantação da saúde preventiva, mas para isto é necessário, pelo governante, um esforço concentrado com o governo estadual e federal, buscando dar ao nosso povo, principalmente os mais carentes, que não tem condições de recorrer a hospitais particulares, uma vida digna e com saúde.
A gestão pública na saúde deve centrar sua ação a partir da ótica da responsabilidade governamental, com os interesses eminentes da população. Aplicando conhecimentos médicos, com o objetivo de organizar sistemas e serviços de saúde, atuar em fatores condicionantes e determinantes do processo saúde-doença, controlando a incidência de doenças nas populações através de ações de vigilância e intervenções governamentais.
É através da dedicação dos administradores da cidade com seu povo, que programas podem ser implementados, mas para isso é preciso ter visão e compromisso com a população, pois saúde é prioridade para todos nós.
Erivan Souza Lima – TATÁ
Economista
EIS A QUESTÃO: Saúde e a Gestão Pública
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