Autora: Professora Telma Lucia
Caros amigos e amigas neste ano teremos eleição para prefeito e vereadores, todavia, por causa de tanto abusos e corrupções que assolam nosso País, voltamos a pensar um pouco sobre o que precisaremos fazer para votar certo. Mas, afinal, o que é votar certo? A pergunta não parece tão simples de ser respondida, pois envolve a história de cada ser e o contexto social, político e econômico em que se encontra. É necessário que cada cidadão dê a máxima importância ao seu voto e seja mais participativo nas questões que o envolvem no dia a dia e nos entraves que ocorrem à sua volta.
Esse momento requer que escolhamos, outra vez, entre todos os candidatos que ai vão está, gente séria e responsável, revestida de sólido caráter ético e moral limpa para nos representar. Devemos aproveitar, sim, essas eleições para, juntos, resgatarmos o valor e a relevância do exercício do voto. Que tenhamos consciência da fundamental importância da ética para escolher cidadãos honestos no trato da coisa pública e, claro, do interesse coletivo.
Tornando imprescindível buscar informações sobre os candidatos, visto que cabe a cada um de nós a responsabilidade da participação e do voto honesto, sem troca. Mais do que usar slogan “vote certo”, precisamos pensar e repensar sobre a atuação de nossos representantes no parlamento e no executivo, sair dos porões de nossa consciência e exigir, renovação no processo político partidário do País, o que demanda seriedade, voluntarismo e participação permanente de cada cidadão. Sendo de extrema necessidade realizar as mudanças e transformações que desejamos alcançar.
Que não paremos para pensar somente no momento da eleição que certamente terá um preço, o de ter exercido ou não a cidadania. E esperamos do eleitor segurança e sabedoria na hora de exercer sua cidadania ativa “votar” e, consequentemente, o acompanhamento e a cobrança àqueles a quem conferimos nossa confiança e a quem credenciamos como nossos legítimos representantes.
Dos nossos pequenos gestos e ações realizadas poderemos fazer emergir um novo significado para nossas vidas e, assim, projetarmos nossa identidade no processo para a re-construção cidadã. Tendo em vista, que o exercício da cidadania no Brasil ainda está engatinhando, por isso é preciso participar e debater sobre questões de interesse do povo como um todo.
Observamos que, com o processo de redemocratização do País, ainda em construção, e a Constituição Federal de 1988(Carta Magna), avançamos um pouco mais, no entanto, ainda temos muito que fazer. Precisamos suprimir a visão reducionista que temos da cidadania. Por exemplo, voto (obrigatório) e simplesmente pagar os impostos, cumprindo situações que nos são impostas.
Evidentemente, nos deparamos ainda, com muitas barreiras culturais e históricas que nos impossibilitam praticar a cidadania em sua plenitude. Compreendamos, contudo, que os direitos que temos hoje não nos foram conferidos, mas conquistados; não se trata de uma concessão nem favor de quem está no poder.
A cidadania, não nos é oferecida gratuitamente; ao contrário, "é re-construída e conquistada, a partir da nossa capacidade, participação e intervenção social."
Professora: Telma Lúcia
Caros amigos e amigas neste ano teremos eleição para prefeito e vereadores, todavia, por causa de tanto abusos e corrupções que assolam nosso País, voltamos a pensar um pouco sobre o que precisaremos fazer para votar certo. Mas, afinal, o que é votar certo? A pergunta não parece tão simples de ser respondida, pois envolve a história de cada ser e o contexto social, político e econômico em que se encontra. É necessário que cada cidadão dê a máxima importância ao seu voto e seja mais participativo nas questões que o envolvem no dia a dia e nos entraves que ocorrem à sua volta.
Esse momento requer que escolhamos, outra vez, entre todos os candidatos que ai vão está, gente séria e responsável, revestida de sólido caráter ético e moral limpa para nos representar. Devemos aproveitar, sim, essas eleições para, juntos, resgatarmos o valor e a relevância do exercício do voto. Que tenhamos consciência da fundamental importância da ética para escolher cidadãos honestos no trato da coisa pública e, claro, do interesse coletivo.
Tornando imprescindível buscar informações sobre os candidatos, visto que cabe a cada um de nós a responsabilidade da participação e do voto honesto, sem troca. Mais do que usar slogan “vote certo”, precisamos pensar e repensar sobre a atuação de nossos representantes no parlamento e no executivo, sair dos porões de nossa consciência e exigir, renovação no processo político partidário do País, o que demanda seriedade, voluntarismo e participação permanente de cada cidadão. Sendo de extrema necessidade realizar as mudanças e transformações que desejamos alcançar.
Que não paremos para pensar somente no momento da eleição que certamente terá um preço, o de ter exercido ou não a cidadania. E esperamos do eleitor segurança e sabedoria na hora de exercer sua cidadania ativa “votar” e, consequentemente, o acompanhamento e a cobrança àqueles a quem conferimos nossa confiança e a quem credenciamos como nossos legítimos representantes.
Dos nossos pequenos gestos e ações realizadas poderemos fazer emergir um novo significado para nossas vidas e, assim, projetarmos nossa identidade no processo para a re-construção cidadã. Tendo em vista, que o exercício da cidadania no Brasil ainda está engatinhando, por isso é preciso participar e debater sobre questões de interesse do povo como um todo.
Observamos que, com o processo de redemocratização do País, ainda em construção, e a Constituição Federal de 1988(Carta Magna), avançamos um pouco mais, no entanto, ainda temos muito que fazer. Precisamos suprimir a visão reducionista que temos da cidadania. Por exemplo, voto (obrigatório) e simplesmente pagar os impostos, cumprindo situações que nos são impostas.
Evidentemente, nos deparamos ainda, com muitas barreiras culturais e históricas que nos impossibilitam praticar a cidadania em sua plenitude. Compreendamos, contudo, que os direitos que temos hoje não nos foram conferidos, mas conquistados; não se trata de uma concessão nem favor de quem está no poder.
A cidadania, não nos é oferecida gratuitamente; ao contrário, "é re-construída e conquistada, a partir da nossa capacidade, participação e intervenção social."
Professora: Telma Lúcia
COMO VOTAR CERTO?
Reviewed by CanguaretamaDeFato
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