O PT está pronto para intervir nos Estados, caso as alianças a serem fechadas com vistas a 2014, não atendam aos interesses de reeleição da presidente Dilma Rousseff , prioridade já definida pelo diretório nacional. O partido vem analisando caso a caso e traçando estratégias para driblar conflitos. Mas, de antemão, já prevê que enfrentará dificuldades, principalmente no Rio de Janeiro, em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul.
“A orientação é de que todas as decisões de disputa nos Estados terão que ser fechadas na esfera nacional. Vamos acompanhar as decisões Estado por Estado. Se precisar, o diretório nacional vai intervir”, informou o secretário de Comunicação do partido, Paulo Frateschi.
Prioridade do PT é a reeleição de Dilma em 2014 e, para tanto, o partido traça estratégias para driblar conflitos.
Ainda não há pesquisas formais de popularidade, mas o PT considera que a avaliação da presidente é positiva. Outro ponto positivo identificado pelo partido em análises internas é que a proximidade de Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é bem vista pela população. No programa do partido, que vai ao ar no dia 9 de maio sob a batuta do publicitário João Santana, Lula e Dilma serão as estrelas.
Recado
O grande nó das conversas está no Rio de Janeiro. O partido terá que resolver o conflito gerado pela já colocada candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) ao governo do Estado. Embora o senador insista em não retirar seu nome da disputa, ainda não há uma posição tão firme por parte do PT nacional, de Dilma e de Lula que, de fato, têm dado as cartas na condução do processo eleitoral.
Há um mês, ao participar de um dos seminários do partido em Fortaleza, Lula frisou que o “fundamental” era a reeleição de Dilma. O recado foi lido como indireta e imediatamente repassado ao senador, por telefone, por um dos presentes ao encontro.
Nesse contexto, não há por parte da direção do partido resistência em apoiar, em nome da aliança prioritária com o PMDB, a candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão, lançado pelo governador Sérgio Cabral , tão logo se definiu a eleição municipal no ano passado.
Além disso, o PT considera que Lindbergh assumiu um compromisso com o PMDB, na campanha em 2010, de estar com Cabral em 2014, após sua eleição para o Senado.
Uma solução para esse impasse seria oferecer a Lindbergh a garantia de que será o candidato à prefeitura da capital fluminense em 2016, costurando o apoio do PMDB. Até porque já existe um entendimento de que em 2018, o candidato natural desse campo político, caso a aliança persista, seria a do atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB).
#Fonte: Portal JH
Por Dilma, PT nacional vai intervir nas alianças estaduais
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