O ABC esteve muito perto de conquistar aquilo que era
classificado como um sonho, mas que no decorrer do jogo se transformou
em milagre, pelo fato de o Cruzeiro ter aberto dois gols de vantagem no
primeiro tempo, com Willian e Henrique. Mas na segunda etapa o ABC foi
melhor e por um gol (3 a 2) não conseguiu a vaga na semifinal contra
Santos ou Botafogo.
O time marcou com Rodrigo Silva, Xuxa e Alvinho e
deixou a Copa do Brasil com um exemplo de superação. Essa foi a primeira
vitória dos potiguares sobre os mineiros na história dos confrontos.
Diante
de um adversário modificado, mas com um padrão de força ofensiva ainda
grande, o ABC foi a campo ciente de que não poderia se dar ao luxo de
errar e nem partir para o confronto aberto diante do Cruzeiro. O time
então buscou se fechar para seguir a receita traçada pelo treinador
Moacir Júnior, buscando sair em velocidade para o ataque atrás de
surpreender e achar um buraco na zaga mineira.
Foi
assim que o jogo transcorreu, o Cruzeiro demonstrando poder de fogo,
mandou uma bola no travessão com Nilton logo no início, o alvinegro
respondeu com chute de longa distância de Rodrigo Silva e a partida
transcorreu assim, com as duas equipes pecando no passe final, até que
aos 30 minutos, após a cobrança de um escanteio, a zaga alvinegra
afastou mal, Willian pegou a sobra e bateu no ângulo para fazer 1 a 0.
Nessa altura a situação abecedista passou a condição de milagre, pois para conseguir a vaga na semifinal, os potiguares teriam de fazer três gols. O desânimo poderia ter sido menor caso João Henrique, que entrou no lugar de João Paulo, não tivesse desperdiçado duas excelentes oportunidades. Na primeira chutando em cima do goleiro Fábio, tendo dominado a bola na pequena área, na segunda, sem o goleiro em baixo das traves, ele chutou fraco. Com quem não faz leva, o castigo veio aos 41, quando Alisson entrou na área e praticamente da linha de fundo bateu com efeito para Henrique escorar e fazer 2 a 0.
Com a vaga praticamente garantida, o Cruzeiro retornou para o segundo tempo disposto a administrar a vantagem e se poupar. O ABC se esforçava para diminuir o placar. O esforço foi recompensado aos 14 minutos, quando Madson desceu pela direita, cruzou e Rodrigo Silva subiu para desviar de cabeça, tirando do alcance de Fábio fazendo 1 a 2 e incendiando a torcida na arquibancada. Aos 19, o árbitro marcou pênalti de Dedé em Samuel, após a cobrança de uma falta. Xuxa bateu e decretou o empate, transformando a Arena das Dunas num verdadeiro caldeirão.
Empolgado o alvinegro buscava a virada, os mineiros tiveram de se esforçar para conter as seguidas investidas dos potiguares. Disposto a matar a velocidade que o ABC procurava dar ao jogo, o time da Raposa procurava valorizar a posse de bola e marcar atrás da linha do meio-campo. Mas o impossível passou para classe do possível aos 40 minutos, quando Alvinho recebeu passe na área e virou, de voleio, marcando um golaço e virando o placar. Depois disso o ABC ainda esteve perto de conquistar o sonho, mas o Cruzeiro segurou o placar.
Ficha técnica
ABC (3): Gilvan, Madson, Sueliton, Marlon e Samuel; Patrick (Alvinho), Fábio Bahia, Patrick, Daniel Amora e Xuxa; Rodrigo Silva e João Paulo (João Henrique/Beto). Técnico: Moacir Júnior.
Cruzeiro (2): Fábio, Ceará, Dedé, Manoel, Egídio (Léo); Henrique, Willian Farias, Nilton e Alisson (Neilton); Willian e Borges (Marlone). Técnico: Marcelo Oliveira.
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Público: 20. 596 torcedores
Renda: R$ 772.565,00
Local: Arena das Dunas (RN)
Nessa altura a situação abecedista passou a condição de milagre, pois para conseguir a vaga na semifinal, os potiguares teriam de fazer três gols. O desânimo poderia ter sido menor caso João Henrique, que entrou no lugar de João Paulo, não tivesse desperdiçado duas excelentes oportunidades. Na primeira chutando em cima do goleiro Fábio, tendo dominado a bola na pequena área, na segunda, sem o goleiro em baixo das traves, ele chutou fraco. Com quem não faz leva, o castigo veio aos 41, quando Alisson entrou na área e praticamente da linha de fundo bateu com efeito para Henrique escorar e fazer 2 a 0.
Com a vaga praticamente garantida, o Cruzeiro retornou para o segundo tempo disposto a administrar a vantagem e se poupar. O ABC se esforçava para diminuir o placar. O esforço foi recompensado aos 14 minutos, quando Madson desceu pela direita, cruzou e Rodrigo Silva subiu para desviar de cabeça, tirando do alcance de Fábio fazendo 1 a 2 e incendiando a torcida na arquibancada. Aos 19, o árbitro marcou pênalti de Dedé em Samuel, após a cobrança de uma falta. Xuxa bateu e decretou o empate, transformando a Arena das Dunas num verdadeiro caldeirão.
Empolgado o alvinegro buscava a virada, os mineiros tiveram de se esforçar para conter as seguidas investidas dos potiguares. Disposto a matar a velocidade que o ABC procurava dar ao jogo, o time da Raposa procurava valorizar a posse de bola e marcar atrás da linha do meio-campo. Mas o impossível passou para classe do possível aos 40 minutos, quando Alvinho recebeu passe na área e virou, de voleio, marcando um golaço e virando o placar. Depois disso o ABC ainda esteve perto de conquistar o sonho, mas o Cruzeiro segurou o placar.
Ficha técnica
ABC (3): Gilvan, Madson, Sueliton, Marlon e Samuel; Patrick (Alvinho), Fábio Bahia, Patrick, Daniel Amora e Xuxa; Rodrigo Silva e João Paulo (João Henrique/Beto). Técnico: Moacir Júnior.
Cruzeiro (2): Fábio, Ceará, Dedé, Manoel, Egídio (Léo); Henrique, Willian Farias, Nilton e Alisson (Neilton); Willian e Borges (Marlone). Técnico: Marcelo Oliveira.
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Público: 20. 596 torcedores
Renda: R$ 772.565,00
Local: Arena das Dunas (RN)
ABC Faz 3 a 2 no Cruzeiro e se Despede da Copa do Brasil Com a Cabeça Erguida
Reviewed by CanguaretamaDeFato
on
16.10.14
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