Os dados estão no relatório Justiça em Números 2015 (ano base 2014), divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que traça um diagnóstico da atuação da Justiça brasileira referente ao ano de 2014. O principal indicador, o IPC-Jus, reflete a produtividade e a eficiência relativa dos tribunais brasileiros. Quanto maior o valor do IPC-Jus, melhor o desempenho da unidade, pois significa que ela foi capaz de produzir mais com menos recursos disponíveis.
No universo dos tribunais de pequeno porte, o mais eficiente é o do Amapá, com percentual de 100% e despesa total de aproximadamente R$ 218,4 milhões, seguido do TJRO (92,9%) e custo de R$ 168,8 milhões. A média de eficiência da Justiça Estadual no grupo dos tribunais de pequeno porte ficou em 83,6%.
Uma das análises mostra que o tribunal potiguar ainda está longe de atingir o IPC-Jus de 100%, tanto na produtividade de magistrados, quanto dos servidores. No primeiro cenário o Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM) Realizado é o segundo pior no grupo dos 12 menores tribunais (1.085), quando o índice necessário para atingir um IPC-Jus de 100% seria de 1.602. No caso dos servidores, a situação é ligeiramente melhor. O Índice de Produtividade dos Servidores (IPS) Realizado é o quarto pior (78), quando o índice necessário seria de 115.
Justiça do RN: Maior e Custo e Baixa Eficiência
Reviewed by CanguaretamaDeFato
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17.9.15
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