O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ocorreu no fim de semana
passado e, para a maioria dos que se submeteram às provas, o objetivo é
utilizar a nota para o ingresso em uma universidade. Agora, os
candidatos se deparam com uma das decisões mais importantes da vida: que
curso escolher?
Testes vocacionais, tradição familiar, características
pessoais e interesse pelas matérias são alguns dos fatores que podem
influenciar na escolha do que deverá ser a profissão seguida pelo
estudante. Apesar de todas as informações serem importantes,
profissionais afirmam que não há uma receita capaz de garantir qual a
escolha correta a ser tomada pelo candidato.
De acordo com a psicóloga educacional Ana Cristina
Lopes, vários fatores estão envolvidos no processo de escolha, como o
conteúdo do curso, a qualidade faculdade, o que o estudante tem
interesse, o que saber fazer bem e qual o conteúdo que ele sente prazer
em estudar. Além disso, as expectativas dos familiares, o reconhecimento
social das profissões, o salário médio e a situação do mercado de
trabalho também são pontos que devem ser analisados pelos candidatos
antes da escolha por um curso universitário.
“Faz parte de uma escolha profissional o autoconhecimento, a informação sobre atuação das profissões e o final do processo coincide com a tomada de decisão. É muito importante que cada pessoa pondere todas as suas habilidades, interesses e valores, de modo a estabelecer o que considera importante para realizar uma escolha profissional que seja coerente com seu jeito de ser. O processo não é apenas racional, mas que também envolve reflexão sobre as emoções”, explicou a psicóloga.
O conceito de que pessoas extrovertidas devem buscar certos tipos de cursos, enquanto pessoas centradas devem buscar outras áreas de atuação também não é definitivo atualmente. Com o mundo do trabalho em constante mudanças, seja com o surgimento de novas carreiras e novos campos de atuação, a escolha do curso de graduação é vista como a base sobre a qual a carreira profissional se edificará.
“O ideal seria escolher uma profissão em que pudéssemos unir habilidade natural e um interesse pela área de atuação. Mas, como a habilidade é uma capacidade que pode ser desenvolvida, qualquer pessoa, desde que tenha uma motivação pessoal e interesse, poderá desenvolver aptidões para determinadas profissões e conseguir um bom rendimento, alcançando o tão sonhado sucesso profissional”, disse Ana Cristina Lopes.
“Faz parte de uma escolha profissional o autoconhecimento, a informação sobre atuação das profissões e o final do processo coincide com a tomada de decisão. É muito importante que cada pessoa pondere todas as suas habilidades, interesses e valores, de modo a estabelecer o que considera importante para realizar uma escolha profissional que seja coerente com seu jeito de ser. O processo não é apenas racional, mas que também envolve reflexão sobre as emoções”, explicou a psicóloga.
O conceito de que pessoas extrovertidas devem buscar certos tipos de cursos, enquanto pessoas centradas devem buscar outras áreas de atuação também não é definitivo atualmente. Com o mundo do trabalho em constante mudanças, seja com o surgimento de novas carreiras e novos campos de atuação, a escolha do curso de graduação é vista como a base sobre a qual a carreira profissional se edificará.
“O ideal seria escolher uma profissão em que pudéssemos unir habilidade natural e um interesse pela área de atuação. Mas, como a habilidade é uma capacidade que pode ser desenvolvida, qualquer pessoa, desde que tenha uma motivação pessoal e interesse, poderá desenvolver aptidões para determinadas profissões e conseguir um bom rendimento, alcançando o tão sonhado sucesso profissional”, disse Ana Cristina Lopes.
Como Escolher a Carreira Profissional?
Reviewed by CanguaretamaDeFato
on
2.11.15
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