A expectativa é que durante a manhã de hoje (15) os dois sentidos da rodovia BR-101, na altura de Parnamirim, sejam liberados para o tráfego de veículos. Ontem, a chuva atrapalhou o trabalho do Corpo de Bombeiros Militar e do Exército brasileiro que tentavam remover a estrutura da passarela que caiu sobre a pista. A estrutura foi ao chão durante o final da manhã de ontem. Uma carreta que trafegava no sentido Natal-São José de Mipibu atingiu a estrutura metálica, que já apresentava avarias leves. A passarela foi derrubada e deixou um ferido leve, que passava pelo local no momento do acidente. Durante toda a tarde de ontem, o Corpo de Bombeiros Militar e o Exército brasileiro trabalhavam na remoção da estrutura para a desobstrução da pista. As autoridades reclamaram do projeto e construção da passarela, que já havia sido atingida outras três vezes e estava com a sua retirada programada.
Trabalho de remoção da passarelas foi prejudicado pela chuva
Por volta das 12h de ontem, os moradores de Parnamirim se assustaram com o estrondo decorrente da destruição da estrutura metálica da passarela. Blocos de concreto foram ao chão, causando mais risco a quem passavam pelo local. De acordo com informações repassadas pelo Exército, uma carreta que carregava uma retroescavadeira atingiu a passarela. Logo depois, o que se viu foi ferro e aço retorcidos na estrada e comprometendo o trânsito nas quatro faixas dos dois sentidos.
Uma carreta de placas KJZ-6105, que estava estacionada sob a passarela, foi atingida. A carga do veículo acabou por amortecer a queda da estrutura, impedindo que o eixo lateral desabasse sobre casas vizinhas. Mesmo assim, blocos de concreto chegaram a atingir um outro veículo. O proprietário reclamou. "Essa passarela está errada desde a sua construção. Desde novembro que um caminhão bateu aqui e nada foi feito no sentido de impedir a queda da passarela", disse o motorista Jackson Luiz Dantas.
De acordo com relato dos moradores, em três oportunidades houve colisões de veículos com a passarela, sendo duas delas com carregamento de equipamentos para usinas eólicas. "A primeira ocorreu em novembro, quando a carreta bateu. Já naquela oportunidade percebemos o deslocamento da passarela para fora do seu eixo. Dava para perceber que a coluna não ia segurar", informou a estudante Lucicleide da Silva, 29 anos. Ela é vizinha da estrutura e acompanhou quando homens do Exército brasileiro deram início a um trabalho de prevenção de acidentes.
"No mês de novembro, os homens do Exército vieram para cá com o objetivo de orientar esses grandes veículos. Propunham desvios para que não houvesse a colisão", relatou Lucicleide. Ontem, segundo o Exército, soldados alertavam os motoristas para a altura máxima de passagem sob o local: 4,80 metros. "Os homens informaram o motorista da carreta sobre o risco de colisão, mas ele não atendeu ao pedido de parada", disse o coronel Dantas.
O oficial do Exército fez uma série de críticas quanto a estrutura do local. "A altura daqui não é o que normalmente se vê nesses tipos de estrutura. O mínimo aceitável são 5,50 metros de altura. Houve um erro no projeto". Segundo ele, a orientação do trânsito era uma medida paliativa. "O desvios dos caminhões e carretas era uma medida paliativa, enquanto não ocorria a desmontagem da passarela", declarou.
Segundo o informado, o Exército aguardava a autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para dar início à desmontagem, o que poderia ocorre durante esta semana. Equipamentos dos militares, tais como retroescavadeiras, guindastes e maçaricos, foram deslocados para o local com intuito de auxiliar na desobstrução da pista.
A TRIBUNA DO NORTE entrevistou o motorista que conduziu a carreta, apontada como causa da queda da passarela. Gil Santos aguardava no posto da Polícia Rodoviária Federal em São José de Mipibu a presença de representantes da empresa para a qual trabalha. Deitado no banco da frente do veículo, o homem estava calmo. "Nem percebi que havia batido, como estão dizendo. Quando estava lá na frente já, fui alertado por um motoqueiro do que havia ocorrido", disse.
#Fonte: Tribuna do Norte
Por volta das 12h de ontem, os moradores de Parnamirim se assustaram com o estrondo decorrente da destruição da estrutura metálica da passarela. Blocos de concreto foram ao chão, causando mais risco a quem passavam pelo local. De acordo com informações repassadas pelo Exército, uma carreta que carregava uma retroescavadeira atingiu a passarela. Logo depois, o que se viu foi ferro e aço retorcidos na estrada e comprometendo o trânsito nas quatro faixas dos dois sentidos.
Uma carreta de placas KJZ-6105, que estava estacionada sob a passarela, foi atingida. A carga do veículo acabou por amortecer a queda da estrutura, impedindo que o eixo lateral desabasse sobre casas vizinhas. Mesmo assim, blocos de concreto chegaram a atingir um outro veículo. O proprietário reclamou. "Essa passarela está errada desde a sua construção. Desde novembro que um caminhão bateu aqui e nada foi feito no sentido de impedir a queda da passarela", disse o motorista Jackson Luiz Dantas.
De acordo com relato dos moradores, em três oportunidades houve colisões de veículos com a passarela, sendo duas delas com carregamento de equipamentos para usinas eólicas. "A primeira ocorreu em novembro, quando a carreta bateu. Já naquela oportunidade percebemos o deslocamento da passarela para fora do seu eixo. Dava para perceber que a coluna não ia segurar", informou a estudante Lucicleide da Silva, 29 anos. Ela é vizinha da estrutura e acompanhou quando homens do Exército brasileiro deram início a um trabalho de prevenção de acidentes.
"No mês de novembro, os homens do Exército vieram para cá com o objetivo de orientar esses grandes veículos. Propunham desvios para que não houvesse a colisão", relatou Lucicleide. Ontem, segundo o Exército, soldados alertavam os motoristas para a altura máxima de passagem sob o local: 4,80 metros. "Os homens informaram o motorista da carreta sobre o risco de colisão, mas ele não atendeu ao pedido de parada", disse o coronel Dantas.
O oficial do Exército fez uma série de críticas quanto a estrutura do local. "A altura daqui não é o que normalmente se vê nesses tipos de estrutura. O mínimo aceitável são 5,50 metros de altura. Houve um erro no projeto". Segundo ele, a orientação do trânsito era uma medida paliativa. "O desvios dos caminhões e carretas era uma medida paliativa, enquanto não ocorria a desmontagem da passarela", declarou.
Segundo o informado, o Exército aguardava a autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para dar início à desmontagem, o que poderia ocorre durante esta semana. Equipamentos dos militares, tais como retroescavadeiras, guindastes e maçaricos, foram deslocados para o local com intuito de auxiliar na desobstrução da pista.
A TRIBUNA DO NORTE entrevistou o motorista que conduziu a carreta, apontada como causa da queda da passarela. Gil Santos aguardava no posto da Polícia Rodoviária Federal em São José de Mipibu a presença de representantes da empresa para a qual trabalha. Deitado no banco da frente do veículo, o homem estava calmo. "Nem percebi que havia batido, como estão dizendo. Quando estava lá na frente já, fui alertado por um motoqueiro do que havia ocorrido", disse.
#Fonte: Tribuna do Norte
Passarela Cai e Interdita BR-101 em Parnamirim
Reviewed by CanguaretamaDeFato
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