Programa de governo
“O
programa de governo da campanha tem uma proposta nacional de
continuidade da transformação que ocorreu no país nos últimos 12 anos. O
objetivo maior do governo é garantir que a educação esteja no centro
das atenções e oriente, assim, um novo ciclo de mudanças assentadas em
três pilares básicos: solidez econômica, amplitude das políticas sociais
e a competitividade produtiva. Todas as diretrizes listadas no Programa
de Governo são direcionadas para todas as regiões do país, adequando-se
às suas peculiaridades”.
Inflação
“A nossa concepção de desenvolvimento é a ideia do social como eixo estruturante do desenvolvimento econômico. O emprego para nós não é uma variável de ajuste como é para a oposição. Temos uma política econômica onde o social é estratégico para as nossas decisões. A oposição não consegue ter uma visão que não seja economicista de manual. PIB para o povo é emprego e renda. Em relação à inflação, durante os dois anos dos últimos quatro anos da gestão do Armínio Fraga, durante a gestão de FHC, eles não cumpriram o teto da meta. Um ano foi 7,7% e no outro, 12,5%, que é o que eles entregaram. Nós cumprimos o teto da meta em todo o governo Dilma e em quase todo o governo Lula”.
Reforma política
“O Brasil precisa da reforma política, tanto para poder avançar institucionalmente, quanto até para combater a corrupção. O que é mais relevante é o fato de que não será possível uma reforma política sem a participação popular. É pré-condição para haver uma reforma política que haja uma manifestação popular, um plebiscito sobre as principais matérias, que a população seja informada dessas questões, que a população vote e se manifeste, e que isso seja avaliado. A partir daí todas as lideranças serão obrigadas por uma questão da legitimidade que o voto popular empresta, não só a pessoas, mas empresta também a propostas”.
Corrupção
“A política de combate a corrupção foi ampliada, um esforço que já vinhamos fazendo desde o governo Lula, fortalecendo a polícia federal e todos os órgãos de controle e fiscalização. Respeitamos a autonomia da procuradoria-geral da República, sempre nomeando, como procurador chefe, o primeiro nome da lista enviada pelo Ministério Público. Demos status de ministério à Controladoria Geral da União. Criamos o Portal da Transparência e a Comissão de Combate à Lavagem de Dinheiro. Aprovamos a Lei da Ficha Limpa e a Lei de Acesso à Informação. Ou seja, estamos combatendo a corrupção não com palavras vazias, como tantos outros, mas com medidas concretas”.
Oposição
“Em um ambiente eleitoral como o que estamos vivendo agora, alguns candidatos tentam passar a ideia de que acabar com a corrupção depende apenas da vontade de um superhomem ou de uma supermulher que estejam acima do bem e do mal. A experiência prova que isso nunca dá certo, em nenhum país do mundo. A história mostra que só existe uma maneira correta e eficiente de combater a corrupção: o fim da impunidade, com o fortalecimento das instituições. exatamente o que estamos fazendo. Nós acreditamos firmemente que a lei existe para todos, e que ninguém está acima dela. Não há um único país no mundo que não tenha casos de corrupção. O que distingue um país de outro é sua disposição em combater esta praga. Ainda há muito o que se fazer, mas o Brasil já começa a se destacar também nesta luta”.
Combate à corrupção
“Adotamos critérios republicanos para indicar quem fiscaliza as ações do governo. Assim, estamos sepultando, de vez, as figuras nefastas do fiscal amigo; do juiz e do policial camarada; e do investigador de conveniência, que desde sempre predominaram no brasil. Estamos estabelecendo uma diferença radical com os governos do passado”.
Saúde
“A área de saúde, juntamente com o Programa Mais Médicos que já levou atendimento a 50 milhões de pessoas, contará com um reforço, que será a implantação do “Mais Especialidades”. Trata-se de uma rede de clínicas com especialistas e exames de apoio diagnóstico para reduzir a espera. Em todas as regiões do país será oferecida uma rede de unidades especializadas integradas, com consultas de pediatria, ginecologia, ortopedia, cardiologia, oftalmologia, oncologia, entre outras áreas, com reabilitação e exames. Outra proposta é a ampliação da rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) destinadas ao atendimento de emergências de baixa e média gravidade”.
Educação
“Nos últimos doze anos, os governos Lula e Dilma se dedicaram a ampliar o acesso a todos os níveis de ensino, investindo na universalização do acesso à educação básica, na ampliação maciça do acesso à educação superior e na construção das condições mínimas para o funcionamento das escolas públicas por meio do Fundeb, da alimentação escolar, de programas de livro didático, de transporte escolar. O próximo mandato estará focado na melhoria consistente da qualidade da educação, especialmente da educação básica. A política educacional será orientada por quatro eixos centrais: valorização e formação dos professores em caráter universal; criação de uma base nacional comum curricular; produção de conteúdos educacionais; e infraestrutura escolar, com a construção de escolas de ensino médio em tempo integral, projeto que já está sendo desenhado pelo Ministério da Educação. Além disso, na última década, os governos Lula e Dilma construíram uma forte política de combate ao analfabetismo, com o apoio de estados e municípios. O Programa Brasil Alfabetizado garante recursos suplementares para a formação dos alfabetizadores e aquisição e produção de material pedagógico, além de alimentação escolar e transporte dos alunos. O resultado destas e outras ações foi a redução do analfabetismo de jovens e adultos: de 11,5% em 2004 para 8,7% em 2012. Na faixa de 15 a 19 anos, a taxa é de apenas 1,2%, muito inferior à média geral, o que demonstra a eficácia das políticas para a educação básica”.
Distribuição de recursos
“O governo federal também destinou os recursos originários da exploração do pré-sal para a educação, o que representará um trilhão de investimentos na área nos próximos anos. Os recursos irão tornar realidade o PNE, a ampliação de creches para universalizar a educação infantil até 2016, a ampliação da educação em tempo integral, uma mudança curricular e na gestão das escolas, além da valorização do professor, com melhores salários e formação. Com o Pronatec serão mais 12 milhões de vagas e um Pacto Nacional pela Melhoria de Qualidade do Ensino Médio, até 2016. Entre 2015 e 2018, serão oferecidas mais 100 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras”.
Geração de emprego
“Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, o setor privado nordestino foi o que mais realizou contratações com carteira assinada em 2013. No Brasil, o percentual de empregados com carteira assinada passou de 74,6% para 76,1% no setor privado em 2013, crescimento de 3,6% em relação a 2012. São 36,8 milhões de pessoas trabalhando formalmente. No Nordeste, o acréscimo no número de carteiras assinado foi de 6,8%, crescimento de 2,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior. No Sul, o número de empregados com carteira assinada aumentou 5,3%; o Norte, 4%; Sudeste, 2,4%; e Centro-Oeste, 1,3%.
O rendimento médio mensal real dos trabalhadores nordestinos de 15 anos ou mais anos cresceu 5,7% em 2013, saltou de R$ 1.086 para R$ 1.148. O percentual do Nordeste é o mesmo da valorização real dos salários dos trabalhadores em todo o Brasil. O rendimento médio foi de R$ 1.681,00 por mês em 2013, contra R$ 1.590,00 por mês em 2012.
A quantidade de pessoas trabalhando no Nordeste teve aumento de 1,2%, melhor resultado de todo o País, com crescimento em 2013 de 0,6 ponto percentual em relação a 2012. Em toda região, 62,7% das pessoas em idade ativa desenvolveram alguma atividade econômica em 2013. A taxa de atividade (proporção de pessoas em idade ativa que estavam na PEA) do País foi de 65,5% em 2013. No Rio Grande do Norte, em abril de 2014, o contingente total de emprego formal era de 616.871 postos”.
Nordeste
“O programa de governo prevê para o Nordeste que a segurança hídrica será tratada com prioridade na próxima gestão. A ideia é mobilizar ações compartilhadas e concatenadas das três esferas de governo para que as necessidades de uso múltiplas da água – consumo humano, irrigação, hidroelétricas, pecuária e outros – sejam levadas em conta de forma racional e sustentável. O plano tem uma proposta que é de continuidade ao esforço de investimento em segurança hídrica, que somente nos últimos três anos contou com recursos superiores a R$ 32 bilhões, para avançar ainda mais na garantia de oferta de água com qualidade e regularidade em regiões historicamente carentes desse recurso, como o Semiárido”.
Transposição
“Uma importante obra é o Projeto de Integração do Rio São Francisco, num total de R$ 8,2 bilhões em investimento e que beneficiará 12 milhões de pessoas em 390 municípios do semiárido nordestino. A elas se somam, em todo o Nordeste, obras estruturantes, que vão mudar o perfil da oferta de água: o Eixão das Águas e o Cinturão das Águas no Ceará; as Adutoras de Piaus e Bocaina, no Piauí; a Adutora do Alto Oeste e Seridó, no Rio Grande do Norte; o canal da Vertente Litorânea, na Paraíba; o Ramal do Agreste e as Adutoras do Agreste e do Pajeú, em Pernambuco; o Canal do Sertão Alagoano, em Alagoas; a Adutora do S. Francisco, em Sergipe; a Adutora do Algodão e a do Feijão, na Bahia.
Para democratizar o acesso à água, já foram entregues, no Nordeste, cerca de um milhão de cisternas, das quais 607 mil somente no governo da Presidenta Dilma. Desconcentrando os investimentos, valorizando o salário-mínimo e consolidando políticas sociais para quem mais precisa, Lula e Dilma colocaram um ponto final na política que desmantelou, nos anos 1990, os instrumentos de desenvolvimento regional como a Sudene e a Sudam (Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste e da Amazônia, respectivamente)”.
Inflação
“A nossa concepção de desenvolvimento é a ideia do social como eixo estruturante do desenvolvimento econômico. O emprego para nós não é uma variável de ajuste como é para a oposição. Temos uma política econômica onde o social é estratégico para as nossas decisões. A oposição não consegue ter uma visão que não seja economicista de manual. PIB para o povo é emprego e renda. Em relação à inflação, durante os dois anos dos últimos quatro anos da gestão do Armínio Fraga, durante a gestão de FHC, eles não cumpriram o teto da meta. Um ano foi 7,7% e no outro, 12,5%, que é o que eles entregaram. Nós cumprimos o teto da meta em todo o governo Dilma e em quase todo o governo Lula”.
Reforma política
“O Brasil precisa da reforma política, tanto para poder avançar institucionalmente, quanto até para combater a corrupção. O que é mais relevante é o fato de que não será possível uma reforma política sem a participação popular. É pré-condição para haver uma reforma política que haja uma manifestação popular, um plebiscito sobre as principais matérias, que a população seja informada dessas questões, que a população vote e se manifeste, e que isso seja avaliado. A partir daí todas as lideranças serão obrigadas por uma questão da legitimidade que o voto popular empresta, não só a pessoas, mas empresta também a propostas”.
Corrupção
“A política de combate a corrupção foi ampliada, um esforço que já vinhamos fazendo desde o governo Lula, fortalecendo a polícia federal e todos os órgãos de controle e fiscalização. Respeitamos a autonomia da procuradoria-geral da República, sempre nomeando, como procurador chefe, o primeiro nome da lista enviada pelo Ministério Público. Demos status de ministério à Controladoria Geral da União. Criamos o Portal da Transparência e a Comissão de Combate à Lavagem de Dinheiro. Aprovamos a Lei da Ficha Limpa e a Lei de Acesso à Informação. Ou seja, estamos combatendo a corrupção não com palavras vazias, como tantos outros, mas com medidas concretas”.
Oposição
“Em um ambiente eleitoral como o que estamos vivendo agora, alguns candidatos tentam passar a ideia de que acabar com a corrupção depende apenas da vontade de um superhomem ou de uma supermulher que estejam acima do bem e do mal. A experiência prova que isso nunca dá certo, em nenhum país do mundo. A história mostra que só existe uma maneira correta e eficiente de combater a corrupção: o fim da impunidade, com o fortalecimento das instituições. exatamente o que estamos fazendo. Nós acreditamos firmemente que a lei existe para todos, e que ninguém está acima dela. Não há um único país no mundo que não tenha casos de corrupção. O que distingue um país de outro é sua disposição em combater esta praga. Ainda há muito o que se fazer, mas o Brasil já começa a se destacar também nesta luta”.
Combate à corrupção
“Adotamos critérios republicanos para indicar quem fiscaliza as ações do governo. Assim, estamos sepultando, de vez, as figuras nefastas do fiscal amigo; do juiz e do policial camarada; e do investigador de conveniência, que desde sempre predominaram no brasil. Estamos estabelecendo uma diferença radical com os governos do passado”.
Saúde
“A área de saúde, juntamente com o Programa Mais Médicos que já levou atendimento a 50 milhões de pessoas, contará com um reforço, que será a implantação do “Mais Especialidades”. Trata-se de uma rede de clínicas com especialistas e exames de apoio diagnóstico para reduzir a espera. Em todas as regiões do país será oferecida uma rede de unidades especializadas integradas, com consultas de pediatria, ginecologia, ortopedia, cardiologia, oftalmologia, oncologia, entre outras áreas, com reabilitação e exames. Outra proposta é a ampliação da rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) destinadas ao atendimento de emergências de baixa e média gravidade”.
Educação
“Nos últimos doze anos, os governos Lula e Dilma se dedicaram a ampliar o acesso a todos os níveis de ensino, investindo na universalização do acesso à educação básica, na ampliação maciça do acesso à educação superior e na construção das condições mínimas para o funcionamento das escolas públicas por meio do Fundeb, da alimentação escolar, de programas de livro didático, de transporte escolar. O próximo mandato estará focado na melhoria consistente da qualidade da educação, especialmente da educação básica. A política educacional será orientada por quatro eixos centrais: valorização e formação dos professores em caráter universal; criação de uma base nacional comum curricular; produção de conteúdos educacionais; e infraestrutura escolar, com a construção de escolas de ensino médio em tempo integral, projeto que já está sendo desenhado pelo Ministério da Educação. Além disso, na última década, os governos Lula e Dilma construíram uma forte política de combate ao analfabetismo, com o apoio de estados e municípios. O Programa Brasil Alfabetizado garante recursos suplementares para a formação dos alfabetizadores e aquisição e produção de material pedagógico, além de alimentação escolar e transporte dos alunos. O resultado destas e outras ações foi a redução do analfabetismo de jovens e adultos: de 11,5% em 2004 para 8,7% em 2012. Na faixa de 15 a 19 anos, a taxa é de apenas 1,2%, muito inferior à média geral, o que demonstra a eficácia das políticas para a educação básica”.
Distribuição de recursos
“O governo federal também destinou os recursos originários da exploração do pré-sal para a educação, o que representará um trilhão de investimentos na área nos próximos anos. Os recursos irão tornar realidade o PNE, a ampliação de creches para universalizar a educação infantil até 2016, a ampliação da educação em tempo integral, uma mudança curricular e na gestão das escolas, além da valorização do professor, com melhores salários e formação. Com o Pronatec serão mais 12 milhões de vagas e um Pacto Nacional pela Melhoria de Qualidade do Ensino Médio, até 2016. Entre 2015 e 2018, serão oferecidas mais 100 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras”.
Geração de emprego
“Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, o setor privado nordestino foi o que mais realizou contratações com carteira assinada em 2013. No Brasil, o percentual de empregados com carteira assinada passou de 74,6% para 76,1% no setor privado em 2013, crescimento de 3,6% em relação a 2012. São 36,8 milhões de pessoas trabalhando formalmente. No Nordeste, o acréscimo no número de carteiras assinado foi de 6,8%, crescimento de 2,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior. No Sul, o número de empregados com carteira assinada aumentou 5,3%; o Norte, 4%; Sudeste, 2,4%; e Centro-Oeste, 1,3%.
O rendimento médio mensal real dos trabalhadores nordestinos de 15 anos ou mais anos cresceu 5,7% em 2013, saltou de R$ 1.086 para R$ 1.148. O percentual do Nordeste é o mesmo da valorização real dos salários dos trabalhadores em todo o Brasil. O rendimento médio foi de R$ 1.681,00 por mês em 2013, contra R$ 1.590,00 por mês em 2012.
A quantidade de pessoas trabalhando no Nordeste teve aumento de 1,2%, melhor resultado de todo o País, com crescimento em 2013 de 0,6 ponto percentual em relação a 2012. Em toda região, 62,7% das pessoas em idade ativa desenvolveram alguma atividade econômica em 2013. A taxa de atividade (proporção de pessoas em idade ativa que estavam na PEA) do País foi de 65,5% em 2013. No Rio Grande do Norte, em abril de 2014, o contingente total de emprego formal era de 616.871 postos”.
Nordeste
“O programa de governo prevê para o Nordeste que a segurança hídrica será tratada com prioridade na próxima gestão. A ideia é mobilizar ações compartilhadas e concatenadas das três esferas de governo para que as necessidades de uso múltiplas da água – consumo humano, irrigação, hidroelétricas, pecuária e outros – sejam levadas em conta de forma racional e sustentável. O plano tem uma proposta que é de continuidade ao esforço de investimento em segurança hídrica, que somente nos últimos três anos contou com recursos superiores a R$ 32 bilhões, para avançar ainda mais na garantia de oferta de água com qualidade e regularidade em regiões historicamente carentes desse recurso, como o Semiárido”.
Transposição
“Uma importante obra é o Projeto de Integração do Rio São Francisco, num total de R$ 8,2 bilhões em investimento e que beneficiará 12 milhões de pessoas em 390 municípios do semiárido nordestino. A elas se somam, em todo o Nordeste, obras estruturantes, que vão mudar o perfil da oferta de água: o Eixão das Águas e o Cinturão das Águas no Ceará; as Adutoras de Piaus e Bocaina, no Piauí; a Adutora do Alto Oeste e Seridó, no Rio Grande do Norte; o canal da Vertente Litorânea, na Paraíba; o Ramal do Agreste e as Adutoras do Agreste e do Pajeú, em Pernambuco; o Canal do Sertão Alagoano, em Alagoas; a Adutora do S. Francisco, em Sergipe; a Adutora do Algodão e a do Feijão, na Bahia.
Para democratizar o acesso à água, já foram entregues, no Nordeste, cerca de um milhão de cisternas, das quais 607 mil somente no governo da Presidenta Dilma. Desconcentrando os investimentos, valorizando o salário-mínimo e consolidando políticas sociais para quem mais precisa, Lula e Dilma colocaram um ponto final na política que desmantelou, nos anos 1990, os instrumentos de desenvolvimento regional como a Sudene e a Sudam (Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste e da Amazônia, respectivamente)”.
#Fonte: Tribuna do Norte
ENTREVISTA COM A PRESISDENTE DILMA
Reviewed by CanguaretamaDeFato
on
19.10.14
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