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RN VIVE AUMENTO DE CASOS, MAS NÃO DE ÓBITOS POR COVID, DIZ SESAP

 

Nesta sexta-feira(04), em meio a uma semana que voltou a ligar o sinal de alerta da população com o novo coronavírus, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) confirmou que o Rio Grande do Norte vive um aumento na quantidade de casos de Covid-19, mas que esta situação ainda não se repete no número de óbitos.

“Vivenciamos no Estado do Rio Grande do Norte uma situação de aumento de casos, o que se repercute já na rede assistencial do ponto de vista de aumento de taxa de ocupação. Contudo, diante de todo o investimento e esforço, isso não vem impactando em relação aos óbitos”, disse Maura Sobreira, secretária adjunta da Sesap, de acordo com a Tribuna do Norte.

O Rio Grande do Norte totaliza nesta sexta-feira(04) 97.098 casos confirmados de covid, com 2.715 óbitos, sendo que em investigação estão 405. Casos suspeitos somam 44.842 e descartados são 234.874. Recuperados são 48.821.

 

 

 

#Fonte: Grande Ponto e Tribuna do Norte

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RN: Natal em Natal presencial, Réveillon, Carnaval 2021 e Queima de Fogos estão cancelados em Natal

Prefeitura de Natal adota medida que acelera licenciamentos durante a  pandemia - Agora RN  

A Prefeitura de Natal editou novo decreto nesta sexta-feira (04), atualizando regras de segurança sanitária e restrições para o enfrentamento à Covid-19 na cidade.

O objetivo é fortalecer a política de prevenção à doença.

As principais medidas são o cancelamento da edição deste ano do “Natal em Natal” (que terá uma programação limitada a apresentações transmitidas por ferramentas digitais), do show pirotécnico programado para o Réveillon na orla urbana e do Carnaval de 2021.

Também serão suspensas atividades em geral que propiciem reunião de grandes grupos de pessoas em área pública.

RN: Natal em Natal presencial, Réveillon, Carnaval 2021 e Queima de Fogos estão cancelados em Natal RN: Natal em Natal presencial, Réveillon, Carnaval 2021 e Queima de Fogos estão cancelados em Natal Reviewed by Canguaretama De Fato on 5.12.20 Rating: 5

COMEÇOU A VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA COVID-19 NESTE SÁBADO (5) EM MOSCOU

No primeiro dia de vacinação contra coronavírus na Rússia, enfermeira aplica a Sputnik V em uma mulher em Moscou Foto: Kirill Kudryavtsev / AFP

Em seu primeiro dia de vacinação em massa contra a Covid-19, Moscou começou a inocular trabalhadores com alto risco de contaminação por coronavírus neste sábado, em 70 novos centros de vacinação abertos em toda a cidade, inicialmente para atender assistentes sociais, pessoal médico e professores.

“Os cidadãos dos principais grupos de risco que, devido às suas atividades profissionais, estão em contacto com muitas pessoas podem ser vacinados”, afirmaram as autoridades.

A Rússia foi um dos primeiros países a anunciar o desenvolvimento de uma vacina — chamada Sputnik V devido ao satélite soviético — em agosto, antes mesmo do início dos ensaios clínicos em larga escala.

A vacina está atualmente na terceira e última fase de testes clínicos envolvendo 40 mil voluntários.

Seus criadores anunciaram no mês passado uma taxa de eficácia de 95%, de acordo com resultados provisórios, e que a vacina seria mais barata e mais fácil de armazenar e transportar do que as outras.

Administrada em duas doses com 21 dias de intervalo, A Sputnik V é do tipo “vetor viral” e utiliza dois adenovírus humanos. Sua distribuição será gratuita para cidadãos russos, e sua administraçao será voluntária.

Neste sábado, autoridades de saúde disseram que durante esta primeira fase de vacinação em Moscou, a vacina não seria administrada a trabalhadores com mais de 60 anos, pessoas com doenças crônicas, mulheres grávidas ou lactantes. Eles não indicaram quando o tratamento estaria disponível para o público em geral.

Na sexta-feira, o prefeito de Moscou, Sergei Sobianin, anunciou que 5 mil pessoas se inscreveram cinco horas após a abertura das inscrições online.

A Rússia registrou 28.782 novas infecções em 24 horas no sábado, um recorde diário, elevando o total para 2.431.731 casos desde o início da pandemia.

O país é o quarto do mundo em número de casos.

 

 

 

#Fonte: O Globo

COMEÇOU A VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA COVID-19 NESTE SÁBADO (5) EM MOSCOU COMEÇOU A VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA COVID-19 NESTE SÁBADO (5) EM MOSCOU Reviewed by Canguaretama De Fato on 5.12.20 Rating: 5

RN: Princípio de Incêndio na Manhã Desta Sexta-feira no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim; VEJA FOTOS

 Fotos: Cedidas

Um princípio de incêndio na manhã desta sexta-feira(04) no Hospital Regional Deoclécio Marques, em Parnamirim, foi registrado na extensão do setor de politrauma.

Segundo informações locais, o fogo iniciado após um curto-circuito em um ar-condicionado foi rapidamente controlado. O Corpo de Bombeiros foi enviado ao local, mas não precisou agir. Ocorrência felizmente sem vítimas.

RN: Princípio de Incêndio na Manhã Desta Sexta-feira no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim; VEJA FOTOS RN: Princípio de Incêndio na Manhã Desta Sexta-feira no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim; VEJA FOTOS Reviewed by Canguaretama De Fato on 4.12.20 Rating: 5

AUMENTO DE CASOS DE COVID NO RN: Governadora Fátima Bezerra Anuncia Nesta sexta-feira Novas Ações de Enfrentamento à Pandemia do Novo coronavírus


Governadora Fátima Bezerra vai anunciar nesta sexta-feira (4) um conjunto de medidas relacionadas à contenção do novo coronavírus devido ao aumento de casos no Rio Grande do Norte.

A governadora destacou que há um “repique” na pandemia e atribuiu a situação, em parte, ao não cumprimento de medidas sanitárias por parte dos potiguares. “Parte da população relaxou em relação ao cumprimento dos protocolos sanitários, infelizmente”, disse a governadora.

AUMENTO DE CASOS DE COVID NO RN: Governadora Fátima Bezerra Anuncia Nesta sexta-feira Novas Ações de Enfrentamento à Pandemia do Novo coronavírus AUMENTO DE CASOS DE COVID NO RN: Governadora Fátima Bezerra Anuncia Nesta sexta-feira Novas Ações de Enfrentamento à Pandemia do Novo coronavírus Reviewed by Canguaretama De Fato on 4.12.20 Rating: 5

Diretor do Butantan diz que CoronaVac Deve Estar Disponível para vacinação já em janeiro de 2021

 

 O governo de São Paulo firmou acordo para a compra de 46 milhões de doses e para a transferência de tecnologia para o Instituto Butantan.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse nesta quinta-feira (3) que a CoronaVac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, deve estar disponível para ser aplicada na população em janeiro do próximo ano.

“A vacina estará disponível e o registro na Anvisa, acredito eu, também estará disponível. Então, poderemos iniciar um programa em janeiro, acredito, de vacinação. E espero [que] com o apoio do Ministério [da Saúde], apesar de todas essas declarações que não citam nominalmente a vacina do Butantan. A nossa expectativa é a de que a vacina seja incorporada, inclusive atendendo ao que o próprio ministro fala, sem citar a vacina, de que a vacina que estiver disponível e registrada, será incorporada”, afirmou.

Na terça (1°), o governo federal divulgou a estratégia “preliminar” para a vacinação dos brasileiros. No calendário apresentado, a CoronaVac não é citada pelo Ministério da Saúde.

A vacina está na fase final de testes e já tem previsão de distribuição no Brasil. O governo de São Paulo firmou acordo para a compra de 46 milhões de doses e para a transferência de tecnologia para o Instituto Butantan.

Em outubro, o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, chegou a anunciar em uma reunião virtual com mais de 23 governadores, a compra do imunizante, mas, menos de 24 horas depois, a aquisição foi desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista à GloboNews nesta manhã, Dimas Covas também afirmou que a vacina está muito próxima de obter o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e descartou a necessidade de solicitação para uso emergencial.

Em setembro, Dimas Covas chegou a dizer que pediria a liberação para uso emergencial caso a vacina demonstrasse eficácia de pelo menos 50% em análise preliminar.

“Nós estamos muito próximos de solicitar o registro. Nós não teremos a necessidade de solicitar esse registro emergencial, vamos solicitar já o registro da vacina. Estamos muito próximos de que isso aconteça. O registro e a vacina estando disponíveis, nós temos que iniciar a vacinação. É tudo o que nós queremos”, defendeu Dimas Covas.

Nesta quarta (2), a Anvisa disse que irá aceitar que empresas desenvolvedoras de vacinas contra a Covid-19 solicitem o “uso emergencial” no Brasil e divulgou os requisitos para o pedido.

O “uso emergencial” é diferente do “registro sanitário”, que é a aprovação completa para uso de um imunizante. O registro definitivo depende de mais dados e da conclusão de todas as etapas de teste da vacina.

Ainda de acordo com o diretor do Instituto, o governo de São Paulo trabalha com planos alternativos para vacinar a população, caso a vacina não seja incorporada ao Programa Nacional de Imunização.

Diretor do Butantan diz que CoronaVac Deve Estar Disponível para vacinação já em janeiro de 2021 Diretor do Butantan diz que CoronaVac Deve Estar Disponível para vacinação já em janeiro de 2021 Reviewed by Canguaretama De Fato on 4.12.20 Rating: 5

ATENÇÃO!! Taxa de ocupação de leitos para covid no RN Nesta Quinta-feira (3) é de 62,2%; Grande Natal tem 54,8% e Oeste 83,1%

 (Foto: Reprodução/Regula/Sesap)

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (03). Quanto à taxa de ocupação geral das unidades de saúde, os números no fim da manhã mostram 62,2%. Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 217.

Segundo a Sesap, o Seridó registra 44% dos leitos ocupados, seguido da Região Metropolitana(54,8%); e a região Oeste tem (83,1%) – em destaque como o índice mais alto.

ATENÇÃO!! Taxa de ocupação de leitos para covid no RN Nesta Quinta-feira (3) é de 62,2%; Grande Natal tem 54,8% e Oeste 83,1% ATENÇÃO!! Taxa de ocupação de leitos para covid no RN Nesta Quinta-feira (3) é de 62,2%; Grande Natal tem 54,8% e Oeste 83,1% Reviewed by Canguaretama De Fato on 3.12.20 Rating: 5

Obama, Bush e Clinton se oferecem para tomar vacina contra Covid-19 e provar que ela é segura

 Foto: Reuters; Casa Branca; Jason DeCrow/Hult Prize Foundation via AP Images

Com exceção de Donald Trump, os três últimos ex-presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton, anunciaram que estão dispostos a serem vacinados contra a Covid-19 publicamente para promover a confiança no imunizante, assim que ele estiver disponível e for considerado seguro pelo FDA, órgão americano responsável pela regulação de medicamentos.

Freddy Ford, porta-voz de Bush, disse em entrevista à CNN que o republicano, que governou os EUA de 2001 a 2009, entrou em contato com Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, e com Deborah Birx, coordenadora da resposta da Casa Branca ao coronavírus, para saber como ele poderia ajudar a promover a vacina.

“Quando for a hora certa, ele [Bush] quer fazer o que puder para ajudar a encorajar os cidadãos a serem vacinados”, disse Ford. “Primeiro, as vacinas precisam ser consideradas seguras e administradas aos grupos prioritários. Então, o presidente Bush entrará na fila para receber a sua, e ficará feliz em fazê-lo diante das câmeras.”

Clinton, democrata que esteve na Presidência de 1993 a 2001, também disse estar disposto a ser imunizado publicamente para apoiar a campanha americana de vacinação.

“O presidente Clinton certamente tomará a vacina assim que ela estiver disponível para ele, baseado nas prioridades determinadas pelas autoridades de saúde pública”, disse sua assessora de imprensa, Angel Urena. “E ele o fará em um ambiente público se isso ajudar a incentivar todos os americanos a fazerem o mesmo.”

Obama, que governou os EUA de 2009 a 2017, falou sobre o tema durante uma entrevista à rádio SiriusXM e reforçou a confiança nos especialistas americanos, além de prometer tomar a vacina assim que ela for disponibilizada para grupos de menor risco.

“Em pessoas como Anthony Fauci, que eu conheço e com quem trabalhei, eu confio completamente. Então, se Anthony Fauci disser que a vacina é segura, eu com certeza vou tomá-la”, disse o democrata.

“Eu posso acabar mostrando na TV ou filmando [a vacinação], apenas para que as pessoas saibam que eu confio na ciência. Eu não confio é em pegar Covid.”

Durante a entrevista, o apresentador Joe Madison perguntou a Obama sobre a aceitação da vacina pelos afro-americanos, citando o “histórico de experimentos médicos” com os negros do país.

Em um episódio internacionalmente reconhecido como um exemplo de má conduta científica, pesquisadores levaram cerca de 400 pessoas negras infectadas com sífilis a passar anos sem tratamento para que a doença pudesse ser mais bem analisada.

O caso, que aconteceu entre 1932 e 1972, ficou conhecido como “Experiência Tuskegee”, em referência ao nome da cidade, no estado do Alabama, onde os experimentos foram conduzidos. Em 1997, o então presidente Bill Clinton pediu desculpas públicas aos sobreviventes em nome do governo americano.

“Eu entendo por quê, historicamente, com tudo que remonta aos experimentos de Tuskegee, a comunidade afro-americana possa ter algum ceticismo [em relação à vacina contra a Covid-19]”, disse Obama, o primeiro presidente negro dos EUA.

“Mas o fato é que as vacinas são o motivo pelo qual nós não temos mais poliomielite, a razão pela qual não temos um monte de crianças morrendo de sarampo, varíola e de outras doenças que dizimavam populações e comunidades inteiras”, acrescentou o ex-presidente.

Embora Trump tenha reiteradamente assumido a postura de negacionismo científico no enfrentamento à pandemia e minimizado a gravidade da Covid-19 mesmo quando ele próprio foi infectado, o atual presidente americano parece usar outra abordagem em relação às vacinas.

Em agosto, em plena campanha eleitoral por sua reeleição, o republicano chegou a afirmar que os americanos teriam uma vacina antes do fim do ano, e seu governo considerou contornar padrões regulatórios para aprovar o imunizante produzido pela empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford antes da votação marcada para 3 de novembro.

Derrotado nas urnas, Trump se recusou a admitir a vitória do democrata Joe Biden. Sua postura intransigente de falta de cooperação com a equipe de transição, segundo o presidente eleito, pode atrasar em semanas ou até meses a distribuição da vacina contra a Covid-19.

Apesar disso, o republicano tem tentado reinvindicar para si a maior parte do crédito pela rapidez sem precedentes no processo de aprovação de um imunizante para os americanos, enquanto o país volta a bater recordes de casos e mortes e os principais especialistas alertam para um período sombrio nos próximos meses.

“A realidade é que dezembro, janeiro e fevereiro serão tempos difíceis. Eu realmente acredito que eles serão os mais difíceis na história da saúde pública desta nação”, disse, nesta quarta (2), o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), Robert Redfield.

Também nesta quarta, o país bateu o recorde de óbitos em um único dia, superando os piores números registrados desde o início da pandemia.

Foram ao menos 2.804 mortes em um período de 24 horas, de acordo com dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. A marca anterior era de 2.607 óbitos registrados em 15 de abril.

No total, o país acumula 13,9 milhões de casos e mais de 273 mil mortes pelo coronavírus. Para Redfield, o número de óbitos pode subir para a faixa dos 450 mil já no primeiro trimestre de 2021.

 

 

 

 

#Fonte: Folha de São Paulo

Obama, Bush e Clinton se oferecem para tomar vacina contra Covid-19 e provar que ela é segura Obama, Bush e Clinton se oferecem para tomar vacina contra Covid-19 e provar que ela é segura Reviewed by Canguaretama De Fato on 3.12.20 Rating: 5

OMS Desaconselha Uso de Máscaras com Válvula

 Foto: Reprodução/Pixabay

A OMS (Organização Mundial de Saúde) emitiu nesta quarta-feira (2) novas recomendações sobre o uso de máscaras durante a pandemia da covid-19, que entre outras coisas, desaconselham o uso daquelas que contam com válvulas.

De acordo com o nova guia sobre a utilização do item, o usuário, seja funcionário da saúde ou integrante da população em geral, poderia exalar um ar não suficientemente filtrado.

A OMS, dessa forma, mantém a recomendação para que médicos, enfermeiros, entre outros, sigam usando as máscaras específicas, com maior capacidade de proteção e risco de contágio aéreo, como N95, FFP2, FFP3, por exemplo, em áreas de atendimento a pacientes com sintomas da covid-19.

Para o público em geral, em áreas de transmissão comunitária do novo coronavírus, a agência recomenda o uso de máscaras não médicas (por exemplo, máscaras de pano) em áreas internas como lojas, escritórios ou escolas, se uma distância física de pelo menos um metro entre os presentes não puder ser garantida.

As máscaras médicas são recomendadas, principalmente, para grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças pulmonares crônicas, câncer, diabetes ou problemas cardiovasculares, em contextos onde a distância física de pelo menos um metro não possa ser garantida.

Finalmente, a OMS não recomenda o uso de máscaras para crianças menores de cinco anos de idade, enquanto para aquelas entre seis e 11, as decisões devem ser tomadas levando em conta diferentes fatores, como a transmissão do vírus na comunidade, capacidade das crianças de usar o aparato, ambiente social e cultural.

As mesmas recomendações são aplicadas para crianças acima de 12 anos de idade e a adultos, conclui a OMS.

Nas máscaras de pano, a organização mantém a orientação de que, idealmente, sejam feitas com três camadas: uma exterior impermeável, uma interior que permita a passagem de umidade e uma camada filtrante intermediária.

 

 

Fonte: R7

OMS Desaconselha Uso de Máscaras com Válvula OMS Desaconselha Uso de Máscaras com Válvula Reviewed by Canguaretama De Fato on 2.12.20 Rating: 5

RN: PREFEITURA DO NATAL PRORROGA SUSPENSÃO DAS AULAS ATÉ O DIA 31 DE DEZEMBRO

 

Foto: Manoel Barbosa

A Prefeitura do Natal prorrogou em mais 30 dias a suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino de Natal, indo agora até o dia 31 de dezembro de 2020. O decreto nº 12.111 de 26 de novembro de 2020 foi publicado na edição desta terça-feira (01/12) do Diário Oficial do Município, podendo ser revisto a qualquer tempo, antecipado ou prorrogado.

A necessidade de se manter a suspensão das aulas dá-se em razão da grave crise de saúde pública decorrente da pandemia da Covid-19 (novo coronavírus), reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  Considerando o decreto municipal nº. 11.923, de 20 de março de 2020, que declarou estado de calamidade pública no Município de Natal, e o decreto de nº 12.040, de 31 de agosto de 2020, que tratou da suspensão das aulas, é necessário manter novamente o adiamento das atividades escolares.

Atualmente, a rede municipal de ensino de Natal conta com 146 unidades de ensino, sendo 74 Centros Municipais de Educação Infantil e 72 Escolas de Ensino Fundamental, atendendo no total 58.516 estudantes matriculados. Neste momento, a Prefeitura do Natal está distribuindo uma cesta básica para cada aluno matriculado na Rede Municipal de Ensino.

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Ministério da Saúde Define Grupos Prioritários para Vacinação Contra covid

 
Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters 12.10.2020

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (1º) as primeiras informações de como deve ser o plano de vacinação contra a covid-19 no Brasil.

As primeiras doses, segundo comunicado da pasta emitido após reunião hoje, serão usadas para imunizar profissionais de saúde, idosos e indígenas.

No entanto, ainda não foi apresentado o plano completo.

A coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do ministério, Francieli Fantinato, informou que haverá quatro fases de vacinação.

“Na primeira fase, conforme a chefe do PNI, devem entrar trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena”, diz a nota.

A segunda fase inclui a vacinação de idosos entre 60 e 74 anos. Em seguida, serão imunizadas pessoas com comorbidades, como doenças pulmonares, cardiovasculares, etc.).

A quarta fase é para professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e detentos.

“Ao todo, os quatro momentos da campanha somam 109,5 milhões de pessoas imunizadas, em duas doses, como previsto pelos esquemas vacinais dos imunizantes já garantidos pelo Ministério da Saúde – Fiocruz/AstraZeneca e por meio da aliança Covax Facility”, acrescenta a nota.

O ministério também informa que já negocia compras de seringas e agulhas que serão necessárias para a vacinação contra a covid-19.

“Encontra-se em andamento processo de compra de 300 milhões de seringas e agulhas no mercado nacional para aplicação das doses, e outras 40 milhões no mercado internacional.”

 

 

#Fonte: R7

Ministério da Saúde Define Grupos Prioritários para Vacinação Contra covid Ministério da Saúde Define Grupos Prioritários para Vacinação Contra covid Reviewed by Canguaretama De Fato on 1.12.20 Rating: 5

Governo do Brasil Apresenta Nesta terça-feira (1) versão preliminar de plano de vacinação contra Covid-19

 Foto: JUSTIN TALLIS / AFP

O governo federal vai apresentar numa reunião nesta terça-feira a versão preliminar do plano de operacionalização da vacinação contra a Covid-19. O encontro terá informações mais detalhadas sobre a estratégia que está sendo formulada.

A proposta preliminar de trabalho será atualizada de acordo com a disponibilidade das vacinas, após o licenciamento de imunizantes e a definição dos grupos prioritários. A situação epidemiológica também será levada em consideração.

Além do Ministério da Saúde, participam da reunião: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); o Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde (INCQS); a Fiocruz; o Instituto Butantan; o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); sociedades médicas; conselhos federais da área da Saúde; Médicos Sem Fronteiras; e integrantes dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais de Saúde (Conass e Conasems).

Plano nacional

Conforme o GLOBO mostrou no último dia 25, a estimativa do governo federal é fazer a distribuição das vacinas de forma simultânea em todo o país, embora haja a possibilidade de priorizar áreas que passam por um surto da doença.

Em princípio, a ideia é seguir o plano logístico já utilizado no Plano Nacional de Imunizações (PNI) referente a todas as campanhas de vacinação promovidas pelo governo federal. Em tese, as vacinas deverão ser distribuídas preferencialmente por via terrestre, mas locais isolados serão atendidos por barcos ou aviões.

Municípios pressionaram para que o encontro do grupo nesta semana fosse o prazo limite para a consolidação do maior número possível de pontos da estratégia de imunização.

A expectativa era elaborar um plano que levasse em consideração diferentes cenários, de acordo com as principais vacinas candidatas. Isso porque o principal entrave era definir uma estratégia sem saber qual será o imunizante usado e se este será aplicado em uma ou mais doses.

O plano do governo federal também prevê, como já havia sido divulgado, que a distribuição da vacina priorize pessoas dos grupos de risco e profissionais da área de saúde.

As principais vacinas em estágio de desenvolvimento avançado no Brasil são: da Universidade de Oxford junto com o laboratório AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz; e a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a fabricante chinesa Sinovac.

As duas vacinas são armazenadas a uma temperatura entre 2° e 8°C, a mesma indicada para a Sputnik V, da Rússia. Já a vacina do laboratório Moderna precisa ser guardada a -20°C, e a da Pfizer, a -70°C, o que encarece o armazenamento e a distribuição.

 

 

#Fonte: O Globo

Governo do Brasil Apresenta Nesta terça-feira (1) versão preliminar de plano de vacinação contra Covid-19 Governo do Brasil Apresenta Nesta terça-feira (1) versão preliminar de plano de vacinação contra Covid-19 Reviewed by Canguaretama De Fato on 30.11.20 Rating: 5

Brasil Precisa Levar o Aumento de Casos de Covid-19 a Sério, alerta OMS

 Foto: JN

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou nesta segunda-feira (30) que o Brasil precisa levar o aumento no número de casos de Covid-19 a sério.

“O Brasil teve seu ápice em julho. O número de casos estava diminuindo, mas em novembro os números voltaram a subir. O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números. É muito, muito preocupante”, disse Tedros.

Na semana passada, dados do Imperial College de Londres apontaram que a taxa de transmissão do novo coronavírus foi a maior desde maio. O índice estava em 1,30 – cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130 pessoas.

A última vez que a taxa de transmissão no Brasil esteve tão alta foi na semana de 24 de maio, quando atingiu 1,31, segundo dados levantados pelo G1. O valor máximo possível naquela data, considerando a margem de erro, foi de 1,34.

“Precisamos controlar os casos e manter os números baixos. Os países precisam atacar os casos que ressurgem para que eles não se propaguem. Essa é a recomendação para todos os países. Uma vez que você reduz o número de casos, você precisa manter esse número baixo”, completou a líder técnica da entidade, Maria van Kerkhove.

Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o Brasil tinha, até as 13h desta segunda-feira (30), 172.866 mortes por coronavírus confirmadas e mais de 6,3 milhões de casos.

Casos de SRAG voltam a crescer

Levantamento da Fiocruz apontou, pela primeira vez desde julho, uma tendência de aumento para todo o país nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), segundo a última atualização do boletim de monitoramento semanal Infogripe, do dia 24 de novembro.

As tendências de aumento nos casos já vinham sendo apontadas pela Fiocruz há várias semanas em um número crescente de capitais, mas esta é a primeira vez que esse aumento é sinalizado para todo o território brasileiro.

A última vez em que uma tendência de crescimento havia sido indicada foi na semana de 28 de junho a 4 de julho.

 

 

#Fonte: Bem Estar – G1

Brasil Precisa Levar o Aumento de Casos de Covid-19 a Sério, alerta OMS Brasil Precisa Levar o Aumento de Casos de Covid-19 a Sério, alerta OMS Reviewed by Canguaretama De Fato on 30.11.20 Rating: 5

COVID-19: MPRN RECOMENDA QUE PREFEITURAS ATENTEM AOS RISCOS DA REALIZAÇÃO DE GRANDES EVENTOS

 

Foto: Ilustrativa/Alex Régis

Casos no Estado pararam de cair e orientação é que evite-se shows e festas nas localidades onde os números indicam alerta

O número de casos de Covid-19 no Estado parou de diminuir desde o final de agosto, conforme dados da Secretaria de Saúde do RN (Sesap). Em algumas cidades, os casos vêm crescendo. Por isso, visando o controle da pandemia e a garantia da assistência aos cidadãos que se contaminarem, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) encaminhou uma recomendação para os gestores municipais.

Assim, prefeitos e secretários municipais de saúde devem fortalecer as ações de prevenção e de monitoramento da Covid-19 e ficar atentos aos riscos da realização de grandes eventos. Até agora, 12 Municípios receberam a recomendação ministerial: São Gonçalo do Amarante, São José do Campestre, Serra de São Bento, Monte das Gameleiras, Caiçara do Norte, Pedra Grande, São Bento do Norte, Poço Branco, São Fernando, Timbaúba dos Batistas, Caicó e Serra Negra do Norte.

A principal medida a ser seguida diz respeito à necessidade de os gestores avaliarem a  possibilidade de não autorizar ou cancelar evento já agendado, quando as condições epidemiológicas do Município não estiverem favoráveis (aumento do número de casos e de óbitos).

Ainda é desejável que não sejam realizados eventos que propiciem a aglomeração de pessoas quando a cidade estiver com classificação 3 ou 4 (amarelo) e 5 (vermelho), segundo o indicador composto criado para se ter uma visão global da epidemia no Estado do RN. De acordo com o Comitê Científico da Sesap para o enfrentamento da pandemia, esse indicador tem nove variáveis, relativas à assistência (ocupação de leitos), à situação epidemiológica (tendência de casos e óbitos e taxas populacionais) e à testagem.

Outra orientação refere-se à necessidade de autorização prévia dos eventos de massa como shows e festas com aglomerações, além da intensificação da fiscalização sobre o cumprimento das exigências referentes às normas de saúde pública que tratam sobre o coronavírus.

Esses eventos só podem ocorrer mediante uso obrigatório de máscaras, disponibilidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos trabalhadores do evento, aferição de temperatura, distanciamento mínimo, entre outras providências, assim como seguir um protocolo de biossegurança por evento.

Números acendem alerta sobre controle da pandemia no Estado

De acordo com o Comitê de Especialistas da Sesap, a partir do final de agosto os casos no RN pararam de cair e ao longo do mês de setembro ocorreu um crescimento de 0,5% ao dia. Até 26 de outubro, o crescimento já era de 2% ao dia. O comitê classificou esse cenário de cessação do processo de queda “bastante preocupante”.

Assim, para emitir as recomendações, o MPRN considerou a urgência de cada município observar a sua classificação de acordo com o indicador mencionado. Considerando dados da Sesap até 09/11/2020, grande parte dos municípios estava com classificação 1 e 2. Entretanto ainda existiam 14% deles (que representam 15% da população potiguar) na categoria 3 (amarela), portanto com indicadores que merecem atenção por parte dos gestores.

Já outros dados colhidos pela Sesap, apontam que com relação ao número de casos novos de Covid-19, em 31/10/2020 (a última data para uma estimativa confiável), o RN estava com a mesma média diária de casos de 09/05/2020 (250 casos).

COVID-19: MPRN RECOMENDA QUE PREFEITURAS ATENTEM AOS RISCOS DA REALIZAÇÃO DE GRANDES EVENTOS COVID-19: MPRN RECOMENDA QUE PREFEITURAS ATENTEM AOS RISCOS DA REALIZAÇÃO DE GRANDES EVENTOS Reviewed by Canguaretama De Fato on 28.11.20 Rating: 5

BENÇÃO!! Reino Unido deve começar a vacinar contra covid no dia 7 de dezembro

 Foto: Dado Ruvic/Reuters

O Reino Unido está prestes a se tornar o primeiro país ocidental a aprovar uma vacina para a covid-19. De acordo com o jornal Financial Times, a vacina desenvolvida pela empresa de biotecnologia alemã BioNTech em parceria com a farmacêutica Pfizer deve receber a aprovação da agência regulatória do país nos próximos dias. O governo britânico afirmou que a distribuição do imunizante deve começar horas após a sua liberação, as primeiras injeções podem ocorrer já no dia 7 de dezembro.

O Reino Unido encomendou 40 milhões de doses do produto de duas doses. Na segunda-feira (23), a BioNTech e a Pfizer anunciaram que a sua vacina para o coronavírus apresentou mais de 95% de eficácia na prevenção da doença entre os voluntários.

As vacinas seriam normalmente autorizadas pela Agência Europeia de Medicamentos até o final da transição Brexit, em 31 de dezembro. No entanto, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido tem o poder de autorizar temporariamente os produtos, em casos de necessidade pública urgente.

O mesmo processo poderia ser aplicado à vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. Na sexta-feira (27), o governo escreveu ao regulador, pedindo que revisse a vacina AstraZeneca-Oxford. A Rússia aprovou uma vacina contra o coronavírus em agosto, mas isso não foi baseado em dados de testes em grande escala.

A BioNTech e a Pfizer enviaram no início deste mês dados do estudo de fase 3 em grande escala, que envolveu mais de 43.000 pessoas, ao US Food and Drug Administration (FDA), a agência que regula medicamentos e alimentos nos Estados Unidos. Uma aprovação emergencial dos EUA pode ocorrer entre 8 e 10 de dezembro, com os embarques em todo o país a partir de 24 horas após o anúncio, de acordo com relatos da mídia americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou o FDA por aprovações rápidas para ajudá-lo a garantir a reeleição. Os reguladores, no entanto, mantiveram sua posição.

 

 

 

#Fonte: Estadão

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PESQUISA VAI LEVANTAR PERFIL DA COVID-19 EM TODO O RN

 

Uma nova medida para o enfrentamento e controle da Covid-19 foi anunciada nesta sexta-feira (27) pelo Governo do Estado: a pesquisa Inquérito Sorológico de Base Populacional – Prevalência de infecção por Covid-19 no RN. Serão aplicados 24 mil questionários e testes às famílias em 7 mil domicílios, nas 8 regiões do estado – Pau dos Ferros, Mossoró, Assu, Natal, João Câmara, São José do Mipibu, Santa Cruz e Caicó.

O trabalho inicia na primeira semana de dezembro e será feito em três etapas, com intervalo de uma semana entre elas. A pesquisa tem o apoio do Comitê Científico de assessoramento ao Governo do Estado para a pandemia composto por especialistas e pesquisadores da UFRN, UERN, IFRN e do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. O questionário terá perguntas referentes a sintomas, estado de saúde, idade, comorbidades, entre outras questões importantes. Em cada município serão vinte entrevistadores e pesquisadores que farão a aplicação do questionário. Ao todo serão 160 pesquisadores em campo.

A presença das equipes nas cidades e a visitação às residências será acompanhada por policiais militares, garantindo a segurança de todos.

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PGR defende no STF que estados possam determinar vacinação obrigatória contra a Covid-19

 Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu nesta quarta-feira (25) no Supremo Tribunal Federal (STF) que os governadores possam determinar a vacinação obrigatória para o combate à pandemia de Covid-19.

Em parecer enviado ao Supremo, Aras afirmou que essa competência pode se definir:

– caso o Ministério da Saúde não aja para garantir a imunização da população ou eventualmente adote critérios (técnicos e científicos) para a imunização que não sejam adequados; e

– levando em conta a realidade local, fixando a obrigatoriedade apenas no território estadual.

O chefe da PGR disse ainda que não há possibilidade de prefeitos determinarem as medidas.

“Não há, todavia, interesse predominantemente local que autorize os municípios, por lei, a determinar a obrigatoriedade de vacinação, nem mesmo em caso de eventual inação do Ministério da Saúde”, afirmou.

Augusto Aras se manifestou em uma ação protocolada no STF pelo PDT e que busca assegurar a competência de Estados e municípios para determinar a vacinação obrigatória e outras medidas profiláticas no combate à pandemia de Covid-19.

O partido argumenta que essa atribuição deve ser reconhecida a governadores e prefeitos desde que as medidas sejam amparadas em evidências científicas e proporcionem maior proteção.

Além desse caso, outros três processos discutem no STF a vacinação contra a Covid-19. Todos os casos estão sob a relatoria do ministro Ricardo Lewandowski.

Duas ações que tratam sobre a obrigatoriedade de o governo apresentar um plano de vacinação para a pandemia estão marcadas para serem julgadas no plenário virtual a partir do próximo dia 4.

Segundo Aras, a definição das vacinações obrigatórias é atribuição do Ministério da Saúde, mas em caso de inação do órgão federal em meio a um cenário de calamidade pública sem precedentes, os estados poderão estabelecer a obrigatoriedade da imunização como forma de melhor realizar o direito fundamental à saúde.

A PGR afirma que, para fixar a imunização, os estados precisam demonstrar que os fundamentos adotados pelo órgão federal não atendem à realidade do Estado.

“É preciso que se busque o necessário equilíbrio na atuação dos entes federativos, em uma união de esforços e colaboração mútua, para lidar com o desafio da epidemia de Covid-19 “, escreveu o PGR.

Ainda de acordo com Aras, “apenas nos casos em que os critérios (técnicos e científicos pautados na prevenção e precaução) adotados pelo Ministério da Saúde para dispensa da obrigatoriedade da vacinação não correspondam à realidade local ou no caso de manifesta inação do Ministério da Saúde, podem os estados-membros estabelecer a compulsoriedade da imunização por lei que obrigue a população no âmbito dos seus territórios”.

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Com uso de meia dose, vacina de Oxford vai ‘render’ mais e pode imunizar mais 3 milhões em primeiro lote no Brasil

 Foto: Divulgação/Oxford University

A descoberta de que uma dose e meia da vacina de Oxford garante uma proteção de 90% contra a covid-19 significa também uma economia para os países que vão utilizar o imunizante, como é o caso do Brasil.

A mudança no esquema de vacinação pode garantir que o Brasil imunize 3 milhões a mais do que o inicialmente previsto. Com isso, cerca de 20,2 milhões poderão ser imunizados com o primeiro lote a ser recebido pelo país.

Por um acaso, os pesquisadores da ChAdOx1, nome dado à vacina, vacinaram erroneamente uma parte dos voluntários com apenas meia dose na primeira aplicação.

Os coordenadores do estudo decidiram continuar com esse protocolo de vacinação no grupo, mas mantiveram a segunda dose completa.

Quando os dados foram analisados, perceberam que esse esquema era o que garantia a proteção em torno de 90%, contra 62% de quem recebeu as duas doses completas.

Os resultados são positivos também para políticas públicas de imunização e diminuição dos custos.

Com o esquema de duas doses completas, seriam necessárias 20 doses para imunizar dez pessoas.

A aplicação de 1,5 dose por pessoa garante que as mesmas 20 doses sejam usadas para vacinar 13 indivíduos.

O governo brasileiro, por meio da Fiocruz, fechou um acordo com a farmacêutica AstraZeneca, detentora dos direitos comerciais da ChAdOx1, para a produção de mais de 100 milhões de doses até o segundo semestre do ano que vem.

As primeiras 30,4 milhões de doses devem estar disponíveis para uso no SUS já no começo de 2021, segundo anúncio feito pelo governo em agosto.

Sendo assim, o que poderia imunizar 17,2 milhões de brasileiros em um primeiro momento servirá para 20,2 milhões.

O professor Andrew Pollard, investigador chefe do estudo da vacina de Oxford, comemorou os resultados.

“Como podemos usar meia dose e obter maior proteção, temos mais doses disponíveis para vacinar as pessoas e seremos capazes de fazer a cobertura [vacinal] mais cedo.”

Parte dos resultados da pesquisa de Oxford já está sendo analisada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por meio de um processo criado para agilizar os pedidos de registro de vacinas contra a covid-19.

Os dados finais serão encaminhados para o órgão regulador nas próximas semanas para que a agência possa deferir o registro.

 

 

 

#Fonte: R7

Com uso de meia dose, vacina de Oxford vai ‘render’ mais e pode imunizar mais 3 milhões em primeiro lote no Brasil Com uso de meia dose, vacina de Oxford vai ‘render’ mais e pode imunizar mais 3 milhões em primeiro lote no Brasil Reviewed by Canguaretama De Fato on 24.11.20 Rating: 5

Oxford e AstraZeneca pedirão à Anvisa Autorização para Uso Emergencial da Vacina da Covid-19 no Brasil para Janeiro

 A cientista Sue Ann Costa Clemens é a chefe dos estudos da vacina de Oxford no Brasil Foto: Fabio Rossi / Agência O Globo

Após a análise preliminar que comprovou até 90% de eficácia contra o novo coronavírus, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford (Reino Unido) em parceria com a farmacêutica AstraZeneca submeterá os resultados à Anvisa e pedirá autorização para o uso emergencial do imunizante no Brasil.

A vacina é a quarta no mundo a apresentar resultados preliminares de eficácia, mas é a única delas que já tem acordo fechado com o governo federal para compra e distribuição no Brasil. Representantes de Oxford e da AstraZeneca devem ter uma reunião hoje à tarde com Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz e Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Caso seja aprovada pela Anvisa, a vacina deve chegar à população brasileira já em janeiro de 2021. Segundo a coordenadora nacional dos ensaios clínicos da vacina de Oxford, Sue Ann Costa Clemens, além da autorização do órgão federal é preciso que as 30 milhões de doses esperadas para janeiro cheguem ao país. A partir do ano que vem, com a transferência de tecnologia acordada entre Oxford/AstraZeneca e o governo brasileiro, a Fiocruz deve começar a produzir o imunizante.

Também professora visitante da Universidade de Oxford e pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), parceira do estudo, Costa Clemens diz que a dosagem a ser aplicada na população será a mesma que demonstrou a mais alta eficácia constatada nos estudos: meia dose na primeira aplicação, e uma dose inteira na segunda.

Isso, ressalta a cientista carioca, fará com que 30% a mais de doses sejam distribuídas à população, tornando a vacinação em massa mais barata. Segundo ela, o preço do imunizante de Oxford também é o mais baixo de todas as vacinas eficazes conhecidas até agora — US$ 3 (pouco mais de R$ 16) cada dose.

Além disso, a vacina ChAdOx1 nCoV-19 é uma versão enfraquecida de um vírus do resfriado comum (adenovírus), técnica já utilizada em outros imunizantes e que não requer refrigeração em freezers. Ela pode ser armazenada a temperaturas que vão de 2 a 8 graus Celsius, o que torna a logística de distribuição e armazenamento mais acessível.

— Em qualquer sistema de saúde no mundo você tem essas geladeiras. É uma notícia muito boa, porque se trata de uma vacina de fácil acesso — diz Costa Clemens. — A outra coisa superimportante é que temos uma indicação precoce, já que os dados são preliminares, de que a vacina poderia reduzir a transmissão do vírus, não só protegendo contra a doença, mas impedindo a infecção. Aí você está ajudando realmente a parar a pandemia.

A cientista, responsável pela vacinação de 10,3 mil voluntários brasileiros, afirma ainda que não houve casos graves nem de hospitalizações dentre as pessoas que tomaram o imunizante de Oxford. No mundo inteiro, já há mais de 30 mil voluntários envolvidos nos ensaios clínicos da ChAdOx1 nCoV-19. Além de Brasil e Reino Unido, participam das pesquisas Estados Unidos, África do Sul, Quênia, Japão, Índia e Rússia.

 

 

 

#Fonte: O Globo

Oxford e AstraZeneca pedirão à Anvisa Autorização para Uso Emergencial da Vacina da Covid-19 no Brasil para Janeiro Oxford e AstraZeneca pedirão à Anvisa Autorização para Uso Emergencial da Vacina da Covid-19 no Brasil para Janeiro Reviewed by Canguaretama De Fato on 23.11.20 Rating: 5

Butantan Anuncia que Testes da CoronaVac Chegaram à Fase Final

 Foto: © REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

Chegou à fase final o estudo clínico da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com biofarmacêutica Sinovac Life Science. De acordo com informações do governo de São Paulo e do Instituto Butantan, os resultados sairão na primeira semana de dezembro e a previsão é a de que, até janeiro de 2021, 46 milhões de doses estejam disponíveis no Brasil.

Os resultados serão enviados pelo Comitê Internacional independente na primeira semana de dezembro para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise o relatório para verificação da vacina. Os testes no Brasil estão sendo coordenados desde julho pelo Butantan em 16 centros de pesquisa científica espalhados em sete estados brasileiros e no Distrito Federal, com 13 mil voluntários envolvidos. Na última semana, o primeiro lote com 120 mil doses chegou a São Paulo.

Na última terça-feira (17), os resultados da fase anterior de estudos clínicos da CoronaVac foram publicados pela revista científica Lancet, uma das mais importantes do mundo. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Outras vacinas

Nesta segunda-feira (23) a farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou a vacina que o laboratório está desenvolvendo contra o novo coronavírus pode ter 90% de eficácia, sem nenhum efeito colateral grave. Desenvolvida pela Universidade de Oxford, atingiu esse percentual na prevenção da doença quando administrada em meia dose e, pelo menos um mês depois, uma dose integral, de acordo com dados do estudo clínico em estágio avançado realizado no Reino Unido e no Brasil. A farmacêutica terá 200 milhões de doses da vacina até o final deste ano, com 700 milhões de doses prontas globalmente até o fim do primeiro trimestre de 2021.

A americana Pfizer informou na última quarta-feira (18) que os resultados finais do teste de estágio avançado de sua vacina mostram que o imunizante é 95% eficaz, tem todos os dados de segurança exigidos referentes a dois meses e que solicitaria autorização para uso emergencial nos Estados Unidos em alguns dias. Segundo a Pfizer, a eficácia da vacina desenvolvida em parceria com alemã BioNTech foi consistente em dados demográficos de idade e etnia, e que não houve efeitos colaterais importantes.

A concorrente Moderna divulgou na segunda-feira (16) dados preliminares para sua vacina, mostrando eficácia semelhante.

 

 

 

#Fonte: Agência Brasil

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