Cerca de 20 mil trabalhadores aguardam a realização de perícia
médica para terem acesso a benefícios do Instituto Nacional de
Seguridade Social (INSS), na área de abrangência de sua Gerência
Executiva em Natal, a qual estão subordinadas 20 Agências da Previdência
Social (APS), das 38 que existem hoje no Rio Grande do Norte.
Dados
da GEX Natal mostram que entre janeiro e 16 de novembro deste ano,
houve o agendamento de 50.779 perícias médicas, das quais 30.157 foram
realizadas. Ou seja, 20.622 ou 40,61% dos trabalhadores, autônomos com
carteira do trabalho assinada, estão na fila da perícia médica.
O chefe do Setor de Perícia Médica e também da Sessão de Saúde do Trabalhador na GEXNat , Marcos Klemig, explicou que essa demora no atendimento de pessoas, que momentaneamente estão incapacidades para o trabalho por alguma doença ou enfermidade não é decorrência, por exemplo, somente da greve dos servidores administrativos, que perdurou por 80 dias, ou da paralisação dos médicos, que entrou pra 75 dias.
O chefe do Setor de Perícia Médica e também da Sessão de Saúde do Trabalhador na GEXNat , Marcos Klemig, explicou que essa demora no atendimento de pessoas, que momentaneamente estão incapacidades para o trabalho por alguma doença ou enfermidade não é decorrência, por exemplo, somente da greve dos servidores administrativos, que perdurou por 80 dias, ou da paralisação dos médicos, que entrou pra 75 dias.
Marcos
Klemig disse que em virtude das greves “houve prejuízo parcial” para os
beneficiários do INSS, “mas está se encontrando alternativas e
estabelecendo prioridades” para atender os usuários da previdência
social, mas um problema é a falta de recursos humanos.
Até meados do ano passado, havia 44 médicos peritos na GEXNat, número que caiu para 36 devido a aposentadorias de profissionais, como as quatro que já ocorreram este ano, afora dois que foram transferidos e dois que estão licenciados há mais de um ano.
Segundo Klemig, desse quadro atual, estão trabalhando 22 (60,1%), enquanto 14 aderiram à greve que começou em 4 de setembro, onze dias antes antes do fim da greve dos servidores da área administrativa, que fora deflagrada em 7 de julho.
Apesar da greve da perícia médica, Klemig diz que está havendo, em média, um atendimento diário de 20, 30 a 40 pessoas na APS central, da rua Apodi, na Cidade Alta, que vêm de outras unidades onde há dificuldade de atendimento por causa da greve ou por falta de profissionais, “que é uma das razões da greve”, com a reivindicação de abertura de concurso público na previdência social.
Até meados do ano passado, havia 44 médicos peritos na GEXNat, número que caiu para 36 devido a aposentadorias de profissionais, como as quatro que já ocorreram este ano, afora dois que foram transferidos e dois que estão licenciados há mais de um ano.
Segundo Klemig, desse quadro atual, estão trabalhando 22 (60,1%), enquanto 14 aderiram à greve que começou em 4 de setembro, onze dias antes antes do fim da greve dos servidores da área administrativa, que fora deflagrada em 7 de julho.
Apesar da greve da perícia médica, Klemig diz que está havendo, em média, um atendimento diário de 20, 30 a 40 pessoas na APS central, da rua Apodi, na Cidade Alta, que vêm de outras unidades onde há dificuldade de atendimento por causa da greve ou por falta de profissionais, “que é uma das razões da greve”, com a reivindicação de abertura de concurso público na previdência social.
Greve dos Médicos Atrasa Perícia no RN
Reviewed by CanguaretamaDeFato
on
18.11.15
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