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Paciente com suspeita de mpox no RN é transferida para hospital referência em doenças infectocontagiosas

A jovem de 19 anos que está com suspeita de mpox foi transferida para o Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, na noite desta terça (24). A unidade é referência no tratamento de doenças infectocontagiosas. A paciente está isolada e o quadro de saúde é estável.

Ela estava internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró, desde o dia 20 de fevereiro. A transferência foi confirmada pelo hospital.

Até esta quarta-feira (25) não há nenhum caso confirmado da doença no Rio Grande do Norte. O exame para confirmação ou descarte da doença, no caso da jovem, foi solicitado e deve ter o resultado até o fim de semana.

Conforme o Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral. Os principais sinais e sintomas da doença são: lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados.

O tratamento da doença é feito de acordo com suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. Até o momento, não há medicamento específico para a doença. Segundo o Ministério da Saúde,

Caso suspeito

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a jovem deu entrada na UPA no dia 20 de fevereiro, após apresentar sintomas virais e lesões na pele, o que fez a equipe médica suspeitar de infecção por mpox.

Segundo a coordenadora de enfermagem da UPA do Alto do São Manoel, Aline Ticyanne de Souza, a jovem voltou de uma viagem para João Pessoa com os sintomas. Apesar da suspeita da mpox, outras doenças não foram descartadas.

“Na verdade, a gente não descartou nenhuma”, disse. “Como estão frisando, teve casos na Bahia… Como ela foi em João Pessoa, então, pode ser que tenha tido contato com alguém também”, explicou Aline Ticyanne de Souza.

“Como é muito parecido tanto a herpes zoster quanto a mpox, então, chegou-se a essa conclusão. Não vamos desconsiderar também que possa ser outra patologia”, completou.


g1/RN/Foto: Getty Images

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RN registra queda nos casos de gravidez na adolescência em 2025


Dentro do período analisado no ano passado, foram 2.555 nascidos vivos de adolescentes com idades entre 15 e 19 anos| Foto: arquivo tn

O Rio Grande do Norte registrou queda nos índices de gravidez na adolescência entre janeiro e agosto de 2025 no comparativo com o mesmo recorte de 2024. Os dados são da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base nas informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. Eles apontam que, dentro do período analisado no ano passado, foram 2.555 nascidos vivos de adolescentes com idades entre 15 e 19 anos, o que representa uma queda de 4,5% no comparativo com o acumulado dos meses de janeiro a agosto de 2024, com 2.676 nascidos vivos de mães nessa faixa etária.


As informações sobre todo o ano de 2025 ainda não foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. Para a pediatra Mariana Grigoletto, mesmo com a redução no recorte, os números seguem altos. Ela chama atenção para o fato de que uma gestação na adolescência está relacionada a um maior risco de mortalidade materna, além de chances mais elevadas de anomalias congênitas, complicações no parto, asfixia e paralisia cerebral. Segundo a especialista, a gravidez nessa fase da vida também está relacionada a uma maior incidência de intercorrências clínicas, como aborto, diabetes gestacional, parto prematuro e depressão pós-parto.




#Fonte: Tribuna do Norte 
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Garoto de 13 anos é anunciado como primeiro paciente no mundo curado de câncer cerebral terminal

Foto: Reprodução

Um garoto belga de apenas 13 anos, Lucas Jemeljanova, foi anunciado como o primeiro paciente no mundo a apresentar desaparecimento completo de um câncer cerebral terminal do tipo DIPG (glioma pontino intrínseco difuso) — um dos tumores mais agressivos e difíceis de tratar.

Diagnosticado aos 6 anos, Lucas participou de um ensaio clínico experimental e recebeu o medicamento everolimus. Segundo os médicos, o tratamento levou à eliminação total do tumor, um resultado considerado extremamente raro nesse tipo de câncer.

O DIPG costuma ter prognóstico muito limitado, o que torna esse caso ainda mais relevante para a comunidade científica e abre novas perspectivas para pesquisas e tratamentos futuros.

Especialistas destacam que os resultados ainda precisam ser avaliados em mais pacientes, mas o caso já representa um importante sinal de esperança na luta contra tumores cerebrais pediátricos.

Por Mil Grau Mundo Novo

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Água, descanso e alimentação leve: orientações para reduzir a ressaca após o carnaval

Com o fim do Carnaval, muitos foliões enfrentam sintomas de ressaca como dor de cabeça, náusea e fadiga. Os sinais costumam surgir entre seis e oito horas após o excesso de álcool e podem permanecer por até 20 horas.


Entre as bebidas mais consumidas estão cerveja, catuaba e caipirinha. Das três, a cerveja tem pouco mais de 100 calorias por lata. Ainda assim, todas podem provocar mal-estar no dia seguinte.
Água, descanso e alimentação leve: orientações para reduzir efeitos da ressaca após o carnaval - Foto: Freepik


O álcool age no corpo como toxina. Por ser diurético, aumenta a produção de urina e causa desidratação. Também irrita o revestimento do estômago, provocando enjoo, e dilata vasos sanguíneos, o que contribui para dor de cabeça. Há ainda reação inflamatória no sistema imunológico e queda de açúcar no sangue, deixando o corpo trêmulo e debilitado.

Entre os sintomas mais comuns estão mal-estar geral, dor de cabeça, fadiga, náusea, boca seca, sede, falta de apetite e alterações mentais e neurológicas, como dificuldade de concentração e déficit cognitivo.

A intensidade da ressaca também varia conforme a bebida. Opções com grande quantidade de impurezas tóxicas — como metanol, óleos fúseis, álcoois superiores e aldeídos — provocam efeitos mais fortes. Entre elas estão bourbon, uísque e tequila.

A hidratação é apontada como principal medida preventiva. A orientação é beber um copo de água para cada copo de bebida alcoólica e continuar ingerindo água após o consumo.
Como aliviar os sintomas da ressaca

Especialistas indicam cuidados simples para recuperação:Hidratação é prioridade – Beber água ao longo do dia. Água de coco e isotônicos ajudam a repor líquidos e sais minerais.
Alimentos leves – Preferir frutas como banana e melancia, vegetais e carboidratos complexos, como aveia.
Café com moderação – A cafeína pode aliviar dor de cabeça, mas tem efeito diurético e pode agravar a desidratação.
Reposição de eletrólitos – Sopas e caldos leves repõem sódio; banana e abacate ajudam com potássio.
Não ingerir mais álcool – Consumir bebida alcoólica novamente apenas adia sintomas e sobrecarrega o fígado.
Descanso – Dormir e reduzir atividades ajuda o organismo a metabolizar o álcool.
Chás digestivos – Gengibre e hortelã auxiliam no alívio do enjoo.

As orientações são indicadas para casos leves. Em situações com vômitos persistentes, confusão mental, desmaios ou dor abdominal intensa, a recomendação é procurar atendimento médico.



#Fonte: Tribuna do Norte 
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Canetas emagrecedoras são seguras com orientação médica


Riscos dos medicamentos são baixos, quando a utilização é prescrita por profissionais| Foto: Agência Brasil

O aumento das notificações de pancreatite associadas ao uso indevido de medicamentos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a emitir um alerta para ressaltar os riscos de tal prática. O receptor em questão inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE avaliam que a utilização desse tipo de medicamento é segura, desde que realizada sob orientação médica adequada.
Já de início, a gastroenterologista e hepatologista Auzelivia Rego alerta: o mais importante é não demonizar nem banalizar. “São medicamentos eficazes e seguros quando usados com orientação médica”, diz. Segundo a especialista, apesar dos riscos potenciais existirem, eles são considerados baixos quando essas medicações são usadas com indicação adequada e acompanhamento médico.

“A obesidade é uma doença crônica e séria, e medicamentos como a semaglutida (Ozempic) e a tirzepatida (Mounjaro) representam avanços importantes no tratamento dessa condição. O fundamental é que o uso seja individualizado, seguro e sobretudo supervisionado”, afirma a médica, que atua no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol). A endocrinologista Marília Farache reforça que a primeira orientação é procurar um médico para o uso adequado.


Ela lembra que, desde o primeiro análogo de GLP-1, as chances de pancreatite aguda já constam em bula. “Então, o risco não é bem uma novidade, embora ele seja considerado raro. A Anvisa precisa agora investigar se realmente há uma associação direta entre o uso das canetas e a doença”, pontua Marília. Segundo a Anvisa, recentemente a autoridade reguladora do Reino Unido (MHRA) informou que registrou, entre 2007 e outubro de 2025, 1.296 notificações de pancreatite relacionadas aos usuários desses medicamentos, incluindo 19 óbitos.

No Brasil, de 2020 até 7 de dezembro de 2025, houve o registro de 145 notificações de suspeitas de eventos adversos e seis suspeitas de casos com desfecho de óbito. A Anvisa reforçou que esses medicamentos devem ser utilizados exclusivamente conforme as indicações aprovadas em bula e sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado. Segundo a Agência, o devido monitoramento médico é motivado justamente pelo risco de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.

“Apesar do alerta, não houve mudança na relação de risco e eficácia dessas substâncias. Ou seja, os benefícios terapêuticos ainda superam os efeitos adversos, de acordo com as indicações e modos de uso aprovados e constantes da bula”, destacou a Anvisa. Segundo recomendação da Agência, os usuários desses medicamentos devem procurar atendimento médico imediato em caso de dor abdominal intensa e persistente, que pode irradiar para as costas e vir acompanhada de náuseas e vômitos.


Evite medicamentos não aprovados

A gastroenterologista Auzelivia Rego alerta para o fato de que medicamentos não aprovados ou fiscalizados pela Anvisa oferecem riscos significativamente maiores de pancreatite, uma vez que não há qualquer garantia de qualidade, pureza, dose correta ou condições adequadas de armazenamento. “E, caso aconteça um efeito adverso, não há como rastrear lote, fabricante ou garantir responsabilidade sanitária. Portanto, o uso de produtos não regulados coloca a saúde de quem usa em risco, de forma imprevisível”, explica a especialista.

A gastroenterologista explica que as medicações do tipo não são moléculas simples de manipulação comum. Segundo ela, são peptídeos biotecnológicos complexos que exigem, portanto, um processo industrial altamente padronizado, controle rigoroso de pureza e cadeia de frio adequada. Marília Farache, endocrinologista com atuação na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), unidade da Rede Ebserh, detalha que, além do uso indiscriminado, alguns fatores podem agravar os riscos de pancreatite associados ao uso das canetas emagrecedoras.

“Como são medicações bem potentes, que levam a perdas significativas – e quando se perde peso muito rapidamente, existe um risco maior de formação de cálculos da vesícula biliar –, então, as chances são potencializadas”, sublinha a endocrinologista. Para atenuar os riscos, ela ensina que o primordial é a indicação e o acompanhamento médico, mas frisa que, se o indivíduo já teve pancreatite de repetição, o uso das canetas é contraindicado.

De acordo com a especialista, a chance de pancreatite naturalmente existe a partir do uso desses medicamentos porque eles alteram a lipase e a amilase pancreáticas, que são enzimas produzidas pelo órgão para facilitar a digestão de lipídios, absorção de ácidos graxos (no caso da lipase) e a quebra de amido para transformá-lo em açúcar (no caso da amilase). Apesar do alerta, Marília Farache destaca que os casos ainda estão sob investigação. Auzelivia Rego, do Huol, analisa que, por enquanto, não dá para subestimar ou superestimar os riscos.

“O que precisa ser levado em conta é a segurança do paciente”, diz. A gastroenterologista aponta que a semaglutida e a tirzepatida, principais representantes das medicações popularmente conhecidas como canetas emagrecedoras, pertencem a uma classe de medicamentos que atuam em hormônios intestinais envolvidos no controle de apetite e da glicose. Desde os primeiros estudos com essa classe, há cerca de 20 anos, segundo ela, existe a preocupação com o possível aumento do risco de pancreatite, porque esses medicamentos estimulam receptores que também existem no pâncreas.

“No entanto, nos grandes estudos clínicos e nas análises feitas após a liberação desses medicamentos para uso (os chamados ‘estudos de vida real’), os casos de pancreatite foram raros. Quando ocorreram, a frequência foi baixa e, na maioria das análises, não houve aumento estatisticamente significativo em comparação com o placebo, ou seja, é possível que não tenha sido pelo remédio e sim algo concomitante. Foram avaliados mais de 100 mil pacientes nesses estudos”, descreve a médica.

Diante da situação, Auzelivia Rego esclarece que existe uma “associação observacional que justifica a vigilância [da Anvisa]” e que o alerta foi dado porque houve relatos de casos de pancreatite em pessoas que estavam em uso dessas medicações. “Mesmo que o risco de causalidade seja baixíssimo, por ser uma doença potencialmente grave, inclusive com risco de morte, as agências regulatórias monitoram os eventos com atenção”, falou.

O que é pancreatite

A pancreatite, conforme o nome sugere, é uma inflamação no pâncreas, um órgão que tem duas funções importantes: produzir hormônios como a insulina, que controla o açúcar no sangue, e produzir enzimas que ajudam na digestão dos alimentos. Quando o pâncreas está inflamado, essas enzimas são rompidas dentro do próprio órgão, causando autodigestão, provocando dor abdominal intensa, com chances de complicações que variam de leves a graves.


O comunicador Tacio Cavalcanti diz que faz questão de seguir à risca as recomendações de especialistas.



“Comecei o uso há cerca de sete meses, com acompanhamento de uma nutróloga e de um personal trainer. Desde então, já perdi 30 quilos.

Sigo constantemente as recomendações de tomar muita água e comer bastante proteína”, conta Cavalcanti. A influenciadora Lele Cioli, de 28 anos, começou a usar Mounjaro como parte do tratamento de obesidade que já envolveu, inclusive, uma cirurgia bariátrica. O uso veio por indicação de um endocrinologista.



Durante os meses de uso, a influenciadora foi acompanhada por uma equipe que, depois de um tempo, optou pela indicação do desmame da medicação. “Não tive receio nenhum de usar porque teve todo um aparato profissional. Inclusive, o uso só será retomado se a equipe entender que isso é necessário”, relatou a influenciadora.


#Fonte: Tribuna do Norte






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Beijos no Carnaval podem elevar risco de infecções, alertam médicos

Fevereiro chega embalado pelo Carnaval e pela maratona de bloquinhos, trios elétricos e encontros improvisados que fazem do beijo um dos gestos mais comuns da festa. No meio da euforia, porém, especialistas alertam que o contato direto entre lábios e saliva pode favorecer a transmissão de infecções virais e bacterianas, sobretudo diante de grande aglomeração.

Segundo a infectologista Ana Rachel de Seni Rodrigues, da Hapvida, a boca é uma das principais portas de entrada de microrganismos. Por concentrar funções essenciais dos sistemas digestivo e respiratório, como mastigação, deglutição e respiração, a cavidade oral oferece um ambiente naturalmente úmido, aquecido e vascularizado, condições que facilitam tanto a sobrevivência quanto a disseminação de vírus e bactérias. Além disso, a presença de lesões, como aftas e gengivites, rompe a barreira de proteção e eleva ainda mais o risco de infecções.

Entre as patologias mais conhecidas, está a mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr, popularmente chamada de “doença do beijo”. De acordo com Ana Rachel, a transmissão ocorre com facilidade pela saliva e pode provocar febre, dor de garganta, mal-estar e cansaço prolongado. Da mesma forma, herpes simples, dos tipos 1 e 2, responsáveis pelas lesões labiais e em outras partes do corpo, também podem ser transmitidos mesmo na ausência de feridas visíveis, já que o vírus pode ser eliminado por pessoas sem sintomas através da mucosa da cavidade oral.

Vírus respiratórios, como os da gripe, do resfriado comum e da covid-19, também entram na lista de riscos importantes, especialmente em grandes aglomerações. Apesar de a principal forma de transmissão ser respiratória, como tosse ou espirro, a saliva atua como um veículo direto de contato. 

Além destes, Ana Rachel destaca o citomegalovírus, transmitido pela saliva, e certas bactérias da cavidade oral que podem causar desde dores de garganta até quadros severos, como a meningite meningocócica. 

Embora menos frequentes, a sífilis e o HPV também podem ser transmitidos pelo beijo caso existam lesões ativas. Segundo a médica, o risco é proporcional ao tempo de contato e à carga viral ou bacteriana, ocorrendo mesmo quando o transmissor ainda não apresenta sintomas evidentes.

Durante o Carnaval, algumas medidas simples ajudam a reduzir riscos. A recomendação principal é evitar o contato com múltiplos parceiros e não compartilhar itens de uso pessoal, como copos e garrafas. Além disso, é fundamental manter a higiene oral em dia (escovação regular dos dentes e uso de fio dental) e estar com a vacinação atualizada.

Ana Rachel reforça que o beijo é parte da vida afetiva e não deve ser um tabu; o segredo está em equilibrar diversão e consciência. Caso surjam sintomas como febre persistente, dor de garganta ou lesões orais após a folia, a orientação é buscar avaliação médica imediata.

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Alerta: “Superfungo” se espalha em hospital do RN e força isolamento de áreas





O caso do chamado ‘superfungo’ Candidozyma auris ( conhecido como Candida auris) no Rio Grande do Norte ganhou novos desdobramentos. Fontes ouvidas pelo Portal 96 informaram que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está realizando testes em equipamentos do Hospital da Polícia Militar, em Natal, onde o primeiro paciente diagnosticado segue internado.

De acordo com as informações repassadas, exames realizados em equipamentos hospitalares, como macas e cadeiras de rodas, apresentaram resultado positivo para o fungo. Diante da confirmação, leitos da unidade estariam sendo fechados como medida preventiva para evitar a contaminação de outros pacientes.



O paciente diagnosticado permanece internado no hospital, em isolamento, conforme já havia informado a Sesap. Ele estava em tratamento para outra enfermidade, e o fungo foi identificado durante a internação.

Desde a confirmação do caso, equipes de vigilância em saúde do estado realizam o monitoramento e o rastreio dentro da unidade hospitalar. A presença do fungo em superfícies reforça uma das principais características do Candidozyma auris: a capacidade de sobreviver por longos períodos no ambiente hospitalar, aderindo a equipamentos e materiais utilizados na assistência aos pacientes.

Identificado pela primeira vez em 2009, o Candidozyma auris é considerado uma ameaça global à saúde pública. O fungo pode causar infecções graves, principalmente em pacientes hospitalizados e com o sistema imunológico comprometido.

O Rio Grande do Norte teve o primeiro caso confirmado da presença do fungo Candida auris – conhedido como “superfungo” – em um paciente. O espanhol de 58 anos segue internado e isolado.

O paciente mora na praia da Pipa e passou 15 dias internado em uma unidade de saúde de Tibau do Sul, no litoral potiguar, antes de ser transferido para Natal. Ele segue em um leito de isolamento no Hospital da Polícia Militar.

A informação sobre o primeiro caso, foi confirmada no dia 5 de fevereiro pela Secretaria de Saúde Pública do estado (Sesap). O fungo gera preocupação das autoridades de saúde por ser resistente a medicamentos. Ele se instala principalmente em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido no ambiente hospitalar.

Segundo a Sesap, a transmissão ocorre principalmente por contato direto, especialmente em ambientes hospitalares. Fora desse contexto, o nível de transmissibilidade é considerado baixo.

O fechamento de leitos faz parte dos protocolos de controle de infecção hospitalar, que incluem isolamento, reforço na higienização e testagem de superfícies e profissionais, quando necessário.

Pesquisas da UFRN apontam como age ‘superfungo’

Pesquisas desenvolvidas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) também têm contribuído para o debate sobre o avanço da resistência desse tipo de fungo.

Segundo o pesquisador Rafael Wesley Bastos, do Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária da UFRN e vice-coordenador do Grupo de Estudo e Ações em Saúde Única, o uso de agrotóxicos pode estar relacionado ao surgimento de fungos mais resistentes aos medicamentos usados na medicina humana.

“Se o fungo se torna capaz de resistir ao agrotóxico, ele pode acabar se tornando resistente também aos remédios usados na medicina humana”, alerta o pesquisador.

Dados apresentados por ele em evento realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), apontam que 94% dos isolados de Candidozyma auris resistentes ao antifúngico fluconazol também apresentavam resistência ao agrotóxico tebuconazol, amplamente utilizado na agricultura.

As autoridades de saúde seguem monitorando o caso no Hospital da PM e reforçam que as medidas de controle estão sendo adotadas para impedir a disseminação do fungo na unidade.

#Fonte: Portal 96 FM e g1/RN
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RN: Transplante de medula óssea usa células-tronco do próprio paciente


Mayara foi submetida a um transplante autólogo de medula óssea, o que lhe permitiu celebrar uma nova vida. | Foto: Magnus Nascimento

Em 2023, a arquiteta e urbanista Mayara Almeida descobriu um linfoma de Hodgkin depois de um período de seis meses de investigação por causa de alguns incômodos e do surgimento de linfonodos na região do pescoço. Com o diagnóstico, o tratamento foi iniciado, mas ainda assim, a doença não parou de avançar. Foi então que Mayara foi submetida a um transplante autólogo de medula óssea, procedimento em que são utilizadas as células-tronco do próprio paciente – sem a necessidade de um doador, portanto – e que permitiu à urbanista voltar a celebrar uma vida nova, cheia de planos e gratidão.

No Estado, o procedimento é realizado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) em Natal, no Hospital Rio Grande e na Policlínica do Alecrim, unidade da Liga Norteriograndense Contra o Câncer, onde, desde 2023, foram realizados 67 transplantes do tipo. O médico hematologista Antônio Henrique Resende, que atua na Policlínica, explica como acontece o tratamento. “A célula-tronco do paciente é coletada antes de ele ser submetido a uma quimioterapia de alta intensidade”, detalha.


“Isso ocorre porque a quimioterapia vai destruir toda a medula óssea. Para a coleta, é feito um estímulo à produção das células-tronco, as quais saem para o sangue, onde acontece o processo de aférese”, acrescenta o médico. No referido processo, o sangue do candidato ao transplante passa por uma máquina para a captação das células-tronco e é devolvido em seguida. O material captado é armazenado a menos de 80ºC para que seja mantida a viabilidade da célula.

Depois da coleta, o paciente é encaminhado à quimioterapia para, ao fim das sessões, receber a célula-tronco captada. “A quimioterapia destrói a imunidade por 12 a 15 dias em média, derruba as plaquetas e causa anemia, o que vai demandar a necessidade do paciente de receber transfusão de sangue. Isso gera um grande risco de infecção se comparado ao transplante alogênico”, aponta o hematologista.


Segundo Resende, as principais indicações do transplante autólogo são o mieloma múltiplo e alguns tipos de linfomas no contexto de doença refratária recidivada, ou seja, quando o câncer retorna depois de o paciente apresentar bom quadro depois de tratado. Pacientes que não oferecem nenhuma resposta ao tratamento também recebem tal indicação. “Essa é a regra geral, mas pode haver casos específicos em que, mesmo havendo boa resposta à quimioterapia, o transplante autólogo é indicado”, pontua.


O médico esclarece que, no caso do mieloma múltiplo, o transplante autólogo não provoca a cura da neoplasia, mas é indicado para permitir que a doença fique “adormecida” por um tempo maior. “O procedimento permite um período de cerca de quatro sem que a doença se manifeste. Do contrário, apenas com outros tratamentos, esse prazo é reduzido para dois anos, em média”, explica.

O transplante alogênico raramente é recomendado para o mieloma, por conta dos altos riscos para o paciente. Por outro lado, para os casos de linfoma de Hodgkin, o transplante autólogo é usado para cura. Acometida pela neoplasia, a arquiteta Mayara Almeida, de 34 anos, percorreu um longo caminho até que houvesse o tratamento com as próprias células-tronco. “Como tratamento inicial foram 12 sessões de quimioterapia, mas o linfoma se mostrou mais avançado se apresentado na região do tórax e na cervical”, conta.


Rejeição inexistente

De acordo com o hematologista Antônio Henrique Resende, não há risco de rejeição no transplante autólogo, uma vez que são utilizadas as células do próprio paciente. No entanto, segundo ele, existe a possibilidade de falha de enxertia, que ocorre quando a medula não pega (no caso da rejeição, o sistema imunológico do receptor destrói a medula nova). Felizmente, a falha de enxertia, aponta o especialista, é pouco comum. “É algo raro de acontecer, uma vez que a pessoa só é submetida ao procedimento se for coletada uma quantidade mínima de células-tronco, capazes de garantir o sucesso do procedimento”, diz.


A quantidade mínima de células depende de variados fatores, dentre eles, o peso do paciente. Outro aspecto que garante a segurança do procedimento é o fato de que o linfoma de Hodgkin não é uma doença que acomete a medula óssea. “Já o mieloma é circular e pode afetar a medula. Talvez seja por isso que o transplante autólogo não garante a cura dessa neoplasia, mesmo com as sessões de quimioterapia de alta intensidade, as quais debelam ao máximo a doença”, aponta o hematologista.


Para Mayara Almeida, o transplante autólogo se apresentou como alternativa à progressão da doença, mas o processo não foi simples. “Antes, eu precisava de uma medicação para imunoterapia, o que requereu judicialização. Foram cinco meses nesse processo. Enquanto esperava, fiz dois protocolos de quimioterapia. O tratamento por imunoterapia foi iniciado somente no ano passado, com oito ciclos. Porém, o câncer estava pior, porque tinha se espalhado para parte do abdômen”, relata a arquiteta.


Por conta disso, o médico passou a considerar o transplante alogênico no lugar do autólogo. A família chegou a fazer testes de compatibilidade. “Porém, depois do quinto protocolo de tratamento, que combinou imunoterapia e quimioterapia, entrei em remissão, então, a recomendação de uso das minhas células-tronco foi retomada”, falou Mayara. Segundo ela, a indicação a deixou bem mais tranquila.Hematologista Antônio Henrique: não há risco de rejeição. | Foto: Magnus Nascimento

“Foi um alívio, porque o alogênico é bem mais complexo, com um período de internação maior, e requer um período mais amplo para a medula pegar. A recuperação também é mais difícil, sem falar que existe a questão da dependência de um doador que, embora eu não tenha enfrentado dificuldades porque tanto meus pais quanto minha irmã foram compatíveis, é algo que pode ser um complicador para os pacientes”, comentou a arquiteta.


O hematologista Antônio Henrique Resende afirma que a indicação para o transplante autólogo não interfere na fila de espera pelo alogênico, mas representa mais uma oportunidade para os pacientes com câncer que podem adotar essa forma de tratamento. “Foi nesse cenário que a Liga entrou. A oferta integral desse tipo de transplante era um sonho antigo nosso, porque antes, para fazer a reinserção da medula, o paciente precisava sair para outra unidade”, disse.

Em outubro do ano passado, a Liga conseguiu ampliar de um para cinco o número de leitos montados no serviço de Transplante de Medula Óssea (TMO), que funciona na Policlínica do Alecrim, o que permitiu expandir a quantidade de transplantes realizados. “Até então, a gente conseguia fazer, no máximo, dois procedimentos por mês, levando em conta que o tempo médio de internação de um paciente, nesses casos, é de 15 a 21 dias. Hoje temos cinco leitos montados, com potencial de ampliar para 11, o que deve aumentar ainda mais nossa capacidade”, explica Resende.


A Liga conta ainda com uma equipe exclusiva para o serviço de TMO, composta por profissionais como enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, dentista e nutricionista. O encaminhamento ao setor é feito por um médico da própria Liga ou por um profissional de uma unidade externa. “Todos os exames necessários para o transplante são feitos pelo SUS sem custo algum para o paciente”, esclarece Antônio Henrique Resende.

Ação de graças


Depois de encarar uma longa jornada de tratamentos para combater o linfoma, Mayara Almeida quer mais é agradecer. O procedimento foi realizado em 29 de dezembro de 2025. A arquiteta conta que o dia 8 de janeiro lhe reservou, a partir deste ano, motivos em dobro para celebrar: além de ser o aniversário dela, foi a data em que ocorreu a chamada “pega da medula”. A rotina de ida ao hospital continua intensa – até a última quarta-feira (4), ela precisava ir à Liga a cada sete dias para revisão. Como os resultados dos últimos exames foram positivos, agora ela terá que retornar a cada 15 dias.


“À medida que a melhora vai se concretizando, esse acompanhamento também vai ficando um pouco mais espaçado”, fala. Feliz com a nova fase, Mayara já tem planos para breve. “Após 60 dias, há uma espécie de validação de que tudo, de fato, deu certo. Quando isso acontecer, quero uma missa em ação de graças, porque, sem dúvida alguma, minha fé me curou. Tudo melhorou depois que eu me aproximei de Deus”, comenta, agradecida.







#Fonte: Tribuna do Norte 







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Análise em laboratório de SP confirma fungo Candida auris em paciente no RN


A taxa de mortalidade pela ação do Candida auris pode chegar a 50%, dependendo do tipo de infecção | Foto: Anthony Medeiros

O sequenciamento genético realizado em São Paulo confirmou a amostra do fungo Candida auris identificada em um paciente internado em Natal. A informação foi repassada nesta quinta-feira (5) pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap). O resultado do exame especializado reforça o diagnóstico que já havia sido confirmado anteriormente pelo Laboratório Central de Saúde Pública do RN (Lacen/RN), no final do mês de janeiro.

O envio da amostra para análise genética em outro estado faz parte do fluxo nacional de vigilância adotado para a identificação definitiva do fungo, conforme definição do Ministério da Saúde. À epoca da confirmação do caso, o paciente estava internado no Hospital Central Coronel Pedro Germano (Hospital da PM).

A Sesap informou que o paciente segue internado, em quadro clínico estável, e está sendo tratado da condição de saúde prévia que motivou a internação. De acordo com a secretaria, não há manifestação de sintomas associados ao Candida auris.


O Candida auris é considerado um microrganismo de alto risco no ambiente hospitalar por sua resistência a antifúngicos e pela capacidade de permanecer viável por longos períodos em superfícies. Por esse motivo, casos suspeitos ou confirmados demandam monitoramento rigoroso e comunicação imediata às autoridades sanitárias.

No Brasil, o primeiro caso de Candida auris foi registrado na Bahia, em 2020, quando um surto hospitalar resultou na contaminação de 15 pacientes. Desde então, o fungo foi identificado em outros estados. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam que, entre 2020 e novembro de 2025, foram registrados 22 surtos e 134 casos no país.



#Fonte: Tribuna do RN 






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Farmácia é condenada por venda de caneta emagrecedora com defeito no RN


A Justiça do Rio Grande do Norte condenou uma rede de farmácias e uma fabricante de medicamentos a indenizar uma consumidora que recebeu uma caneta emagrecedora com defeito. Os nomes das empresas não foram divulgados.

A decisão determinou que as empresas paguem R$ 1.759,64 – valor do produto – em danos materiais e R$ 3 mil em danos morais à cliente.

A sentença é da juíza Sulamita Bezerra Pacheco, do 14º Juizado Especial Cível de Natal.

Segundo a decisão, o equipamento não liberou a dose do medicamento porque estava sem a agulha interna, o que fez com que todo o conteúdo se derramasse no momento da aplicação.

Segundo o processo, a consumidora comprou uma caixa da medicação pelo aplicativo da farmácia. As três primeiras canetas funcionaram normalmente, mas a última apresentou defeito no momento da aplicação, apesar de realizar todos os procedimentos corretos.

Após tentar resolver o problema diretamente com a farmácia e a fabricante, ela não obteve reembolso nem substituição do produto, o que motivou a ação judicial.

Sobre os danos morais, a juíza Sulamita Pacheco considerou que a situação ultrapassou um mero aborrecimento e que o tempo é “insubstituível e inalienável”.

“Logo, não é justo desperdiçá-lo com uma tentativa de solucionar uma indenização devida e decorrente de uma falha de prestação causada pelo próprio fornecedor. Tal fato, vai muito além de meros aborrecimento ou simples transtornos, tendo em vista que a tentativa infrutífera de solucionar o problema administrativamente causa enorme estresse e incômodo ao consumidor”, escreveu na sentença.

O que disseram farmácia e fabricante

Ao se defender na Justiça, a farmácia que vendeu o medicamento alegou que não poderia responder pelo defeito, pois eventuais problemas na caneta seriam de responsabilidade exclusiva da fabricante.

A farmácia também sustentou que não houve comprovação de que o produto realmente apresentava defeito nem que a consumidora teria utilizado a caneta de forma correta ou seguido os procedimentos indicados para aplicação.

Já a fabricante apresentou defesa afirmando que não havia qualquer prova de que o defeito tivesse origem no processo de fabricação, sustentando que o medicamento e o dispositivo aplicador passam por rígidos controles de qualidade, o que tornaria improvável a ocorrência do problema descrito.

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RN: Grávida dá à luz em cadeira de rodas e bebê cai no chão em maternidade em Natal


Uma grávida deu à luz em uma cadeira de rodas durante o trajeto para a sala de parto na maternidade pública Arakén Irerê Pinto, em Natal, e o bebê caiu no chão logo após o nascimento, por volta das 0h15 desta sexta-feira 30. O pai da criança, Raniere Sousa Lima, acusou o hospital de negligência em entrevista ao G1 RN.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), a paciente estava sendo levada para a sala de parto quando apresentou “uma evolução súbita e atípica do quadro clínico, caracterizada como parto taquitócico (ou precipitado) — situação em que o trabalho de parto progride de forma acelerada —, culminando no nascimento durante o trajeto”.
Grávida dá à luz em cadeira de rodas e bebê cai no chão em maternidade em Natal - Foto: Reprodução/Elpídio Júnior


De acordo com o pai, no momento da triagem, a mulher já estava com 6 cm de dilatação do colo do útero, o que indica fase ativa do trabalho de parto, e apresentava muitas dores. Ele afirmou que a médica teria dito que a bebê não nasceria naquele momento.

“Como ela [esposa] já estava no leito, [a médica] preferiu colocá-la no leito lá de cima. Só que, na ‘hora H’ que ela chamou o maqueiro, ele, ao invés de pegar uma maca, pegou uma cadeira de rodas. Aí foi nesse trajeto de um leito para o outro: o bebê expulsou de repente e caiu no chão”, contou Raniere Sousa Lima.

“Foi uma cena que eu não quero para o meu pior inimigo. A minha sogra estava aí, passou mal. Minha esposa também. Eu fiquei louco aí dentro”, afirmou. Ele disse ainda que a médica acompanhava o momento em que a bebê caiu e que o cordão umbilical rompeu na hora.

Segundo a SMS, a gestante foi acolhida em trabalho de parto ativo, com seis centímetros de dilatação e sem sinais de ruptura da bolsa amniótica, “quadro considerado dentro da normalidade para a fase em que se encontrava”.

“É fruto seu ali, que poderia não estar aqui comigo nesse momento, por negligência médica ou do hospital”, disse Raniere. Para ele, a transferência em cadeira de rodas não foi adequada. “Uma gestante teria que estar numa maca, não numa cadeira de rodas. Ela não estava com a perna quebrada. Ela teria que estar numa maca para fazer esse deslocamento”, declarou.
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Vírus Nipah, incurável e letal, coloca o mundo em alerta após casos na Índia; Ministério da Saúde se posiciona sobre o risco ao Brasil





Depois da confirmação de ao menos dois casos de infecção pelo vírus Nipah na Índia, autoridades médicas e sanitárias internacionais emitiram sinais de alerta e reforçaram a necessidade de uma vigilância apurada, especialmente devido à alta letalidade do patógeno – que pode chegar a 70% das vítimas.

O vírus Nipah, que já causa grande preocupação em todo o mundo após a confirmação de dois infectados na Índia, colocou autoridades de saúde em alerta por se tratar de uma doença rara, incurável e com alta letalidade. Diante do avanço dos casos, países asiáticos reforçaram a vigilância sanitária em aeroportos, enquanto a China informou não ter registros da doença, apesar do risco de casos importados.

No Brasil, o Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (30) que o risco relacionado ao vírus Nipah é baixo, que a doença não representa ameaça ao país e que não há indícios de potencial pandêmico, acrescentando que não existem evidências de disseminação internacional nem risco para a população brasileira.
Vírus Nipah, incurável e letal, coloca o mundo em alerta após casos na Índia; Ministério da Saúde se posiciona sobre o risco ao Brasil Vírus Nipah, incurável e letal, coloca o mundo em alerta após casos na Índia; Ministério da Saúde se posiciona sobre o risco ao Brasil Reviewed by CanguaretamaDeFato on 31.1.26 Rating: 5

RN: Investigação apura perda de 12,7 mil remédios vencidos em Serra do Mel




Foto: Divulgação PF

A Prefeitura de Serra do Mel adquiriu 1.000 frascos de Paracetamol 200 mg/ml com apenas nove dias de validade, embora o consumo estimado das unidades básicas de saúde indicasse a utilização de apenas nove unidades dentro do prazo, o que resultou em uma perda provável de 99,1% do estoque, segundo auditoria de uma nota fiscal que integra a investigação da Operação Mederi. As análises apontam uma perda provável de 12,7 mil diferentes remédios por expiração do prazo de validade na cidade de 13,8 mil habitantes, localizada no Oeste potiguar.
Guia RN

Serra do Mel está entre os municípios investigados na Operação Mederi, que apura irregularidades em contratos, licitações e na gestão de recursos públicos destinados à área da saúde em cinco cidades do Rio Grande do Norte.

A investigação da Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que, desde 2016, Serra do Mel movimentou R$ 4,08 milhões com a Dismed e mais R$ 1,4 milhão com a Drogaria Mais Saúde entre 2024 e 2025.

Os dados sobre os medicamentos constam em relatório técnico que analisou compras destinadas às UBSs de Serra do Mel e apontou um descompasso entre o volume adquirido, o prazo de validade e a demanda real da rede pública de saúde. No caso do Paracetamol, a fiscalização calculou que 991 frascos apresentavam perda provável, já que não havia tempo hábil nem histórico de consumo compatível para utilização antes do vencimento.

No entanto, a situação não se restringiu ao Paracetamol. Outros medicamentos adquiridos também apresentavam validade reduzida e quantidades incompatíveis com o consumo médio nas UBSs. Entre os itens estão lotes de Azitromicina 200/500 mg, Aciclovir 200 mg, Metoclopramida 10 mg, todos comprados com validade residual que variava entre 30 e 62 dias. Mesmo assim, as quantidades adquiridas superavam, em larga escala, o consumo estimado até o vencimento (ver detalhamento na tabela).










#Fonte: Tribuna do Norte
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Lula deixa hospital após cirurgia de catarata: Planalto atualiza estado de saúde do presidente




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi submetido a uma cirurgia de catarata no olho esquerdo, na manhã desta sexta-feira (30/1), no CBV Hospital dos Olhos, em Brasília. De acordo com o Palácio do Planalto, o procedimento ocorreu sem intercorrências.

“Ele permanecerá esta sexta-feira e o fim de semana na Granja do Torto. Retorna às atividades de rotina na segunda-feira (2/2)”, diz o comunicado.

Na véspera da cirurgia, Lula passou por exames preparatórios. Ele cancelou compromissos que estavam previstos para ocorrer na quinta — uma visita à Carreta da Mulher, em Brasília — e na sexta-feira, quando faria uma viagem ao Quilombo Kalunga, em Cavalcante (GO).

Nos últimos dois dias, o Palácio do Planalto não divulgou a agenda pública do petista.

Associada ao envelhecimento, a catarata provoca visão embaçada, ofuscamento e dificuldade para enxergar cores. A cirurgia é considerada segura, rápida e de baixa complexidade. Em 2020, Lula havia passado pelo mesmo procedimento, também sem complicações.

Aos 80 anos, o presidente foi submetido a pelo menos quatro procedimentos médicos desde assumiu o mandato, em 2023. No episódio mais recente, o chefe do Planalto passou por uma cirurgia de emergência após sofrer uma queda no banheiro do Palácio da Alvorada, em outubro de 2024, enquanto cortava as unhas do pé.

Dois meses depois, após relatar dores de cabeça, exames identificaram uma hemorragia intracraniana decorrente do acidente. O presidente foi transferido de Brasília para São Paulo e submetido, em 9 de dezembro, a uma cirurgia de emergência.
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Presidente Lula vai se submeter a cirurgia nesta sexta-feira (30)

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará por uma cirurgia de catarata no olho esquerdo nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026.

Exames foram realizados na manhã de hoje para garantir que tudo esteja pronto para o procedimento.

A cirurgia visa corrigir a opacidade do cristalino, comum em pacientes da idade do presidente (80 anos), e é considerada de rotina e rápida.

Este cuidado com a saúde ocorre após um período de recuperação de um procedimento endovascular realizado no final de 2024 devido a um sangramento intracraniano.

A expectativa é que o presidente tenha uma recuperação tranquila e retome suas atividades em breve.

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Sesap informa que vacina contra gripe estará disponível até sábado no RN


| Foto: Arquivo / Assecom / Elisa Elsie

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou, em nota publicada nesta terça-feira (27), que a vacina contra a gripe estará disponível no estado até o próximo sábado (31). A vacinação faz parte da campanha de 2025 e está disponível para toda população potiguar.

Seguindo recomendação do Ministério da Saúde, as vacinas serão recolhidas após essa data, para início da próxima campanha, com a vacina atualizada, a partir de março.

Até nesta terça-feira (27), foram aplicadas pouco mais de 1 milhão de doses da proteção contra a gripe no Estado desde o início da campanha em fevereiro de 2025.



#Fonte: Tribuna do Norte 









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Cresce o número de ações judiciais relacionadas a falhas em cirurgias


De janeiro a novembro de 2025, o Brasil registrou 66.097 novos processos relacionados a cirurgias gerais, de urgência e eletivas | Foto: AGÊNCIA BRASIL


O Rio Grande do Norte encerrou o mês de novembro de 2025 com 2.831 processos judiciais relacionados a falhas em cirurgias, o que representa aumento de 8,84% em comparação com todo o ano de 2024, quando foram registrados 2.601 casos. O levantamento é da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp), com dados do Conselho Nacional de Justiça.

Além das cirurgias, quando observados os processos gerais por danos materiais e morais em serviços de saúde (falhas médicas e assistenciais), o estado somou 2.392 novas ações: 2.087 na rede privada e 305 na pública. Para especialistas, o aumento da judicialização não confirma necessariamente uma explosão de “erros médicos”, mas reflete problemas sistêmicos, maior complexidade dos procedimentos e um paciente mais consciente de seus direitos.


De janeiro a novembro de 2025, o Brasil registrou 66.097 novos processos relacionados a cirurgias gerais, de urgência e eletivas. Em 2024, foram 68.203 processos, ou seja, houve uma redução de 3,09%. O Judiciário brasileiro recebeu 91.391 novos processos referentes a danos materiais e morais em serviços de saúde em 2025: 70.276 na rede privada e 21.115 na pública.

O anestesiologista Luís Antônio Diego, membro da Sobrasp, explica que o senso comum entende diversos eventos como “erro médico”, mas nem todas as intercorrências são culpa do profissional. “Não necessariamente são danos, mas não deveriam acontecer. Todas as atividades laborais têm possibilidade de erro”, diz. Ele cita problemas na comunicação e nos sistemas, por exemplo, como fatores que contribuem para a ocorrência de eventos adversos.


Diego lembra que o Protocolo para Cirurgia Segura, recomendado pelo Ministério da Saúde desde 2013, visa reduzir incidentes, eventos adversos e mortalidade em procedimentos cirúrgicos. O documento orienta a realização das cirurgias no paciente e no local corretos, com base na aplicação da Lista de Verificação de Cirurgia Segura (checklist), desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde.

Essa lista de verificação organiza o procedimento em três etapas — antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e na saída do paciente da sala de cirurgia — e devem ser aplicadas por um profissional responsável. Caso haja alguma falha, o processo deve ser interrompido até que a situação seja corrigida, priorizando a segurança do paciente.


Diego avalia que os eventos adversos em cirurgias, com danos, “não são tão frequentes assim. É um número alto e que deve ser reduzido, mas, em relação ao número de cirurgias realizadas, não é absurdo”. Ele cita a complexidade e a diversidade de novos procedimentos como um desafio.

Segundo o médico Elio Barreto, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern), os hospitais potiguares aderem bem aos protocolos de procedimentos cirúrgicos, mas os eventos ainda ocorrem. Apesar de o levantamento não detalhar os tipos de falha mais comuns no RN, Barreto aponta especialidades em que há mais denúncias: ginecologia, obstetrícia, traumatologia, ortopedia, cirurgia plástica e cirurgia geral.
 Barreto, vice-presidente do Cremern: “Às vezes, a denúncia não tem fundamento” | Foto: Adriano Abreu

No Brasil, diz a Sobrasp, os principais incidentes relacionados a centros cirúrgicos em 2025 foram a retenção não intencional de corpo estranho em um paciente após a cirurgia, procedimentos cirúrgicos realizados no lado ou local errado do corpo, e até no paciente errado.

Para Diego, o conhecimento prévio de que há protocolos de segurança pode municiar os pacientes para cobrá-los, o que também mitiga eventos adversos. “O papel do paciente é muito importante. Esse letramento [permite ao] paciente conhecer exatamente o que vai ser feito e quais são os riscos”. De acordo com ele, o crescimento de processos judiciais envolvendo cirurgias pode significar que mais pessoas conhecem e buscam seus direitos.



#Fonte: Tribuna do Norte
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Avaliação do MEC reprova mais de 30% dos cursos de medicina no país

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta segunda-feira (19) o resultado da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), e os números acenderam um alerta: mais de 30% dos cursos de Medicina do Brasil tiveram desempenho considerado insatisfatório. Ao todo, 107 dos 351 cursos avaliados receberam notas 1 ou 2, os conceitos mais baixos da escala adotada pelo Inep.

A prova avalia se os estudantes de Medicina adquiriram, ao longo da graduação, os conhecimentos, habilidades e competências necessárias para o exercício profissional. Dos cerca de 89 mil alunos que participaram do exame, aproximadamente 75% demonstraram desempenho adequado, com notas entre 3 e 5, faixa considerada satisfatória pelo Ministério da Educação.

As instituições mal avaliadas sofrerão sanções. Oito cursos ficaram proibidos de receber novos alunos; 13 terão redução de 50% das vagas; outros 33 sofrerão corte de 25%; e 45 ficarão impedidos de ampliar a oferta. Todos os cursos com nota insuficiente também serão suspensos do Fies e de outros programas federais de financiamento e apoio estudantil.

O levantamento mostra ainda que a maioria dos cursos reprovados pertence à rede privada: 87 dos 107 com notas 1 ou 2. Entre as instituições públicas, cinco cursos federais ou estaduais ficaram nessa faixa. Já entre as faculdades municipais, sete dos oito cursos avaliados tiveram desempenho insatisfatório. Em contrapartida, as universidades públicas dominaram os melhores resultados, sendo maioria entre os cursos que alcançaram notas de 3 a 5 no Enamed.



#Fonte: CP/Vídeo: Reprodução/Jornal Nacional/ Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Sesap distribui novo lote da vacina contra bronquiolite para gestantes no RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) conclui nesta semana a distribuição de um novo lote da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), destinada a gestantes a partir da 28ª semana de gestação. A imunização tem como objetivo proteger recém-nascidos contra a bronquiolite.

Ao todo, são 7,7 mil doses, que se somam às 10 mil vacinas já distribuídas aos municípios do Rio Grande do Norte em dezembro de 2025. As entregas começaram na semana passada e devem ser finalizadas até o dia 23.
Vacina contra o vírus sincicial respiratório é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana de gestação - Foto: Divulgação


A Sesap informa que não há limite de idade para a gestante que pode receber a vacina. A proteção ocorre em dose única.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2025, a contaminação por VSR em crianças com menos de 2 anos no Rio Grande do Norte resultou em 254 casos de síndrome respiratória aguda grave, número que corresponde a 83% do total de registros da doença no estado. No mesmo período, foram registrados três óbitos nessa faixa etária, o equivalente a 60% do total.
Sesap distribui novo lote da vacina contra bronquiolite para gestantes no RN Sesap distribui novo lote da vacina contra bronquiolite para gestantes no RN Reviewed by CanguaretamaDeFato on 19.1.26 Rating: 5

RN: “Grito por justiça”: Família de jovem morta após erro de medicação faz protesto em frente à UPA Potengi


Foto: Magnus Nascimento

Parentes e amigos de Gabriely Barbosa de Melo, de 19 anos, realizaram um protesto na manhã desta quinta-feira (15) em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Potengi, na Zona Norte de Natal.

O ato busca respostas e punições para os responsáveis pela morte da jovem, que faleceu no último dia 5 de janeiro após passar 19 dias internada devido a um erro na administração de medicamento dentro da unidade.

Para a família, a mobilização é a única forma de evitar que o caso caia no esquecimento. “Eu não quero que a morte da minha filha seja apenas mais uma estatística. É um grito por esclarecimentos, pois até agora enfrentamos um vazio de informações”, desabafou Aline Nascimento, mãe da jovem.








#,Fonte:  Tribuna do Norte 
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