A aliança de Lula e de Geraldo Alckmin para a formação de uma chapa única em 2022 deve ser oficializada apenas no próximo ano.
Segundo interlocutores dos dois líderes políticos que participam das negociações, a decisão de se unir já está sacramentada —e as coisas só mudariam no caso de uma alteração radical na conjuntura política.
Anunciar um acordo agora, no entanto, apenas ajudaria adversários potenciais a ensaiarem uma reação mais contundente à união dos dois ex-adversários.
A manutenção da dúvida geraria o efeito oposto, de paralisar os oponentes.
Os gestos que sinalizam que os dois vão se reunir em uma mesma chapa, no entanto, deve seguir. No próximo domingo (19), por exemplo, eles participam do jantar do grupo Prerrogativas, que reúne advogados, juízes, promotores e defensores públicos.
A expectativa é que se deixem fotografar juntos.
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